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{"resultados":{"eventos":[],"institucional":{"titulo":"A Diocese","descricao":"<p>A Prelazia de Santíssima Conceição do Araguaia foi criada a 18/07/1911 por Decreto da Sagrada Congregação Consistorial, desmembrada da Arquidiocese de Belém do Pará. Foi confiada pela Santa Sé aos cuidados da Ordem dos Pregadores. A 20/12/1969, pelo Decreto Cum Urbs da Sagrada Congregação para os Bispos, a sede foi transferida para a Cidade de Marabá, passando a denominar-se Prelazia de Marabá. A 14/07/1976, por Decreto da Santa Sé, a Prelazia de Marabá foi dividida, voltando a ser restaurada a sede da Prelazia de Santíssima Conceição do Araguaia e permanecendo Marabá como Prelazia.</p><br />\n<p>Em 16 de outubro de 1979, a Prelazia de Marabá foi elevada a Diocese, pela Bula Cum Praelatura do Papa João Paulo II.</p><br />\n<p>Atualmente a Diocese de Marabá (Diocesis Marabaensis) é uma circunscrição Eclesiástica da Igreja Católica no Brasil, pertencente à Província Eclesiástica de Belém do Pará e ao Regional Norte 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, sendo sufragânea da Arquidiocese de Belém do Pará.</p><br />\n<p>A Sé Episcopal está localizada na Cidade de Marabá, tendo como padroeira Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.</p><br />\n<p>A Diocese de Marabá está localizada na região sudeste do estado do Pará, fazendo limite com as Dioceses de Bragança do Pará (PA), Imperatriz (MA), Santíssima Conceição do Araguaia (PA), Tocantinópolis (TO), Cametá (PA), Prelazia do Xingu (PA), Prelazia do Alto Xingu (PA) e Diocese do Baixo Xingu (PA). Tem uma superfície de aproximadamente 64.452,93 km2 e população estimada em 710.240 hab, segundo o Censo do IBGE de 2010, com uma densidade demográfica de 11 hab/km2. Da população total residente na área da Diocese, 397.906 se dizem católicos, também segundo o Censo de 2010.</p><br />\n<p>A Diocese abrange 15 municípios do Pará: Abel Figueiredo, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Goianésia do Pará, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Parauapebas, São Domingos do Araguaia, São João do Araguaia. Atende ainda a algumas comunidades dos municípios de Tucuruí, Novo Repartimento e São Félix do Xingú.</p><br />\n<h3>Bispos</h3><br />\n<p>Desde sua criação, a Diocese de Marabá já foi governada por 8 bispos, sendo que destes, quatro foram bispos prelados e quatro bispos diocesanos. Dom Frei Alano Maria Pena, op era o quarto bispo prelado quando da elevação da diocese, permanecendo como o primeiro bispo diocesano de Marabá.</p><br />\n<h3>Prelazia de Marabá (até 1976)</h3><br />\n<p>1º Bispo Prelado: Dom Frei Domingos Carrerot, OP (1912-1920);<br /><br />\nAdministrador Apostólico: Frei Sebastião Tomás, OP (1920-1924);<br /><br />\n2º Bispo Prelado: Dom Frei Sebastião Tomás, OP (1924-1945);<br /><br />\n3º Bispo Prelado: Dom Frei Luiz Antonio Teixeira Palha, OP (1951-1976);<br /><br />\n4º Bispo Prelado: Dom Frei Alano Maria Pena, OP (1976);</p><br />\n<h3>Diocese de Marabá (1976 até os dias atuais)</h3><br />\n<p>1º Bispo: Dom Frei Alano Maria Pena, OP (1976-1985);<br /><br />\n2º Bispo: D. Altamiro Rossato, CSSR (1985-1989);<br /><br />\n3º Bispo; D. José Vieira de Lima, TOR (1990-1998);<br /><br />\nAdministrador Apostólico: Padre Robert Bruce Heit, OMI (1998-2000);<br /><br />\n4º Bispo: D. José Foralosso (2000-2012);<br /><br />\nAdministrador Apostólico: Dom Jesus Maria Cizaurre Berdonces, OAR (2012);<br /><br />\n5º Bispo: Dom Vital Corbellini (2012&#8230;)</p><br />\n"},"clero":[{"nome":"Dom Vital Corbellini","cargo":"Bispo da Diocese de Marabá","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Dom-Vital-427x600.jpg","descricao":"<p>Vital Corbellini foi presbítero da Diocese de Caxias do Sul/RS, ordenado sacerdote em 28/12/1986. Ele nasceu em Boa Vista do Sul (Garibaldi/RS), no dia 01 de dezembro de 1959. Ele é filho de Hermínio (+03.03.99) e de Luiza Maria Coppi Corbellini (+28/03/09). Ele é o sexto de uma família de oito irmãos e irmãs que se chamam: Helena, Carlos Alberto, Terezinha, Roque (+08/07/06), Antônio, Filipe e José.</p><br />\n<p>Fez filosofia na UCS-Caxias do Sul, e o curso de Teologia na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Atuou em algumas paróquias da Diocese trabalhando muito com os jovens e também nas Missões, em Cuiabá-MT no projeto da CNBB de Igrejas-Irmãs. Fez Mestrado e Doutorado em Roma peloInstitutum Patristicum Augustinianum, Pontifícia Universidade Lateranense. Fez um pós-doutorado em História da Igreja Antiga na Pontifícia Universidade Gregoriana. Foi professor de Patrologia e de História da Igreja Antiga na PUC-RS e atuou no Magistério no Centro Interdiocesano de Teologia de Cascavel/PR. Auxiliou também na formação teológica de leigos e de leigas na Diocese de Caxias do Sul. Por dois anos foi coordenador diocesano da Pastoral Presbiteral. De 2008 até o inicio de 2011 foi Vigário Geral da Diocese de Caxias do Sul. Trabalhou de 2011 a outubro de 2012 em Jarú/RO, como missionário no projeto de Igrejas-irmãs na Diocese de Ji-Paraná/RO.</p><br />\n<p>Foi eleito bispo pelo papa Bento XVI no dia 10 de outubro de 2012 e nomeado para assumir a Diocese de Marabá/PA. Teve sua Ordenação episcopal no dia 30 de novembro de 2012 no Santuário Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha/RS e tomou posse na Diocese de Marabá no dia 21 de dezembro de 2012, na Catedral de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na cidade de Marabá/Pa.</p><br />\n"},{"nome":"Pe. Avelino Sousa Rodrigues","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2023/03/pe-avelino-400x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Islan M. S. de Carvalho","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-20-at-09.47.34-1-458x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Dimas Ferreira da Silva","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Pe.-Dimas-450x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Erick João Rodrigues dos Santos","cargo":"Reitor e Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Diac-Erick.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Rafael Messias da Silva","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2020/12/padre-rafael-450x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Antônio Marcos Lima Ribeiro","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Antonio-Marcos-500x501.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Jorge Luís Guimarães, SCJ","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/01/IMG_5296-352x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Frei Domingos Marques Morais, OFM Cap","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Frei-Domingos-1-500x576.jpg","descricao":""},{"nome":"Frei Flávio Oscar Sá da Costa, OFM Cap","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Frei-Flavio-1-500x502.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. CRISTIANO MARTINS BORGES, SCJ","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/01/IMG-5303-383x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Eduardo José Fonseca","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Pe.-Jose-Eduardo-284x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Frei Lucas Felipe Sousa Costa &#8211; OFM Cap","cargo":"Reitor","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Frei-Lucas-Felipe-488x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Marcelo Lima de Souza","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Pe.-Marcelo-450x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Ângelo Gaio, psdp","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Angelo-Gaio-338x600.jpeg","descricao":"<p>Nasci em Farroupilha no dia 6 de julho de 1953, filho de Pedro Gaio e Síria Basso. Entrei no seminário Apostólico Nossa Senhora de Caravagio. Fiz a primeira profissão religiosa em 1975, fui ordenado no Santuário de Caravagio no dia 13 de dezembro de 1981. Fui pároco da Paróquia Nossa Senhora da Misericórdia, Restinga, Porto Alegre, pároco da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, Marituba para e em Marituba trabalhei também na areia social. Em São Luís do Maranhão trabalhei na área social. Em Nova Andradina, Mato Grosso do Sul fui reitor do Santuário Imaculado Coração de Jesus. Voltei para Marituba, Para e fui Direto do Hospital Divina Providencia. Hoje estou exercendo minha missão em Jacundá Paróquia São João Batista.</p><br />\n"},{"nome":"Pe. Cleydson Fraga Lacerda","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-18-at-11.19.47-291x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Felipe Batista dos Santos Martins","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/08/5001621117525405406-338x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Marcus Vinicius Segedi da Silva","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2023/06/padre-marcus-segedi-500x500.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Adriano Araújo da Silva","cargo":"Vigario ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/PADRE-ADRIANO-450x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Guilherme da Silva Ferreira","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pe.-Guilherme-500x497.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Iramar Ribeiro Campos","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2023/06/339825508_1293530361233371_5187979513604975683_n-500x500.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Francisco Augusto de Queiroz","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2024/04/pe-francisco-2-200x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Allison Lima de Castro","cargo":"Vigário ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Allison-Lima-de-Castro-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Antônio da Silva Gonçalves","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Antônio-da-Silva-Gonçalves-427x600.jpg","descricao":"<p>No momento o padre está em tratamento de saúde.</p><br />\n"},{"nome":"Pe. Antônio Félix de Araújo Santos","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Antônio-Félix-de-Araújo-Santos-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Weder Vieira Lima","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2024/05/foto-padre-vieira-454x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Célio Santos Lima","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Célio-Santos-Lima-427x600.jpg","descricao":"<p>Nascimento: 16/04/1986        Ordenação: 21/01/2017</p><br />\n"},{"nome":"Pe. Cosme Ferreira da Silva","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2019-04-09-at-10.46.20-1-500x500.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Dalvan Alves Ribeiro","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Dalvan-Alves-Ribeiro-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Domingos Monteiro da Cruz","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Domingos-Monteiro-da-Cruz-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Hudson Rodrigues da Silva","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Hudson-Rodrigues-da-Silva-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Pedro (Fabiano Sarquesi Martin)","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Pedro-Fabiano-Sarquesi-Martin-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Peterson Roberto da Silva","cargo":"Padre","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Peterson-Roberto-da-Silva-427x600.jpg","descricao":"<p>No momento se encontra ausente por motivo de estudos acadêmicos.</p><br />\n"},{"nome":"Pe. Robleudo Alves dos Santos","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Robleudo-Alves-dos-Santos-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Jeferson Vieira Felix","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/09/5087023209315502858-400x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Denir Robson Lima de Sousa","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2023/08/pe-denir-robson-500x461.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Thiago Fiuza Lima","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Thiago-Fiuza-Lima-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Marcos Antônio da Silva, scj","cargo":"Vigário ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2022/03/FOTO-Pe.-Marcos-500x500.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Zeno Rodrigues de Aguiar","cargo":"Vigário ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Zeno-Rodrigues-de-Aguiar-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Erenilson Alves da Silva","cargo":"Reitor Seminário Maior São João Paulo II - Ananindeua","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-pe.-erenilson-scaled-e1721743483892-500x514.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Daniel Lopes Noé","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2024/07/1b6643f4-d36c-4260-a679-30c130016c9f-243x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Edivan O. Silva","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2025-10-03-at-10.07.42-500x333.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. José Arimatéia de Almeida Bezerra","cargo":"Pároco  ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/06fd95f0-087b-4f54-b6e4-5774f23ae712-500x342.jpg","descricao":""},{"nome":"Frei Claudson de Meneses, OFM Cap","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/IMG_5261-378x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Matheus Felipe Barbosa","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/foto-padre-matheus-400x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Sebastião Almeida Santiago","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pe-Sebastião-500x506.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. José Carlos Kammer","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/IMG_5300-382x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Aelson Nunes Vieira","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Aelson-Nunes-Vieira-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Manoel de Jesus Silva Junior","cargo":"Vigário ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pe.-Manuel-395x600.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Paulo Cesar Ferreira Soares","cargo":"Pároco ","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2020/10/pe-paulo-cesar-500x427.jpeg","descricao":""},{"nome":"Pe. Sânzio Luiz Ferraz Almeida","cargo":"Vigário","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/download.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Patrick Fernandes da Costa","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Patrick-Fernandes-da-Costa-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Mário Maestri","cargo":"Responsável pela Chácara Emaús – Centro de recuperação e apoio a dependentes químicos","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Mario-Maestri-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Ademir Antônio Gramelik","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Ademir-Antonio-Gramelik-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Cícero Edvam Magalhães","cargo":"Pároco","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Cicero-Edvam-Magalhaes-427x600.jpg","descricao":""},{"nome":"Pe. Antônio de Pádua Souza","cargo":"Padre","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Pe.-Antonio-de-Padua-Souza-427x600.jpg","descricao":"<p>Está no Ano Sabático</p><br />\n"},{"nome":"Diác. Marinaldo da Cunha Meireles","cargo":"Diácono Permanente","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/MARINALDO.jpg","descricao":""},{"nome":"Diác. Walber Milhomem de Souza","cargo":"Diácono Permanente","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/af9119a8-8b01-4fac-bd57-99f2e34b2cb9-500x375.jpg","descricao":""}],"palavra_do_bispo":[{"nome":"A Quaresma na Igreja Antiga e a sua relação com Campanha da Fraternidade 2026.","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Cristo-Crucificado-481x600.jpeg","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A Quaresma é um tempo de conversão e de preparação à Páscoa do Senhor. No Brasil nós temos um tema muito importante, que diz respeito à nossa relação social da fé e da caridade, e está sendo aprofundado, estudado nos grupos, nas assembléias, que é o da Campanha da Fraternidade sobre Moradia e Fraternidade. O seu lema é: “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14). Jesus se encarnou na realidade humana e assumiu tudo o que é humano, para dar a todas as pessoas a redenção, a salvação. A Igreja antiga colocou a importância da Quaresma, como período de quarenta dias sendo um período de ascese à Páscoa<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]</a>, de conversão, de vida nova para o Senhor Ressuscitado dentre os mortos, como primícias de nossa vida futura. A Igreja antiga convocava a todas as pessoas às práticas caritativas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Como é que foi a quaresma?</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Segundo Eusébio de Cesareia e também Santo Atanásio, a Quaresma era um período de seis semanas incluída também a própria semana santa, um período de ascese que dizia respeito ao jejum, orações, práticas de caridade e acolhida de pessoas estrangeiras<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]</a>. Aqui entra a importância da Campanha da Fraternidade deste ano que diz também respeito às pessoas que vinham de outras localidades, países para serem acolhidas e a palavra de Jesus que diz: “Eu era estrangeiro e vós me acolhestes” (Mt 25,35).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A sua observância</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Segundo alguns estudiosos da Igreja antiga a Quaresma estava sendo observada, assumida a partir da Epifania do Senhor. Ela estava em profunda imitação de Jesus Cristo, que apenas batizado, foi no deserto, para preparar-se para a missão evangelizadora, como Enviado do Pai para a humanidade(cfr. Mt 4, 1-11). A Quaresma era concluída com o batismo e outros sacramentos da Iniciação à Vida Cristã, conferidos aos catecúmenos e às catecúmenas em unidade em a Páscoa do Senhor<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]</a>. Para outras pessoas a Quaresma foi um período de jejum surgido nos séculos III e IV e oficializada em Nicéia, no ano de 325, por sua natureza ligada à festa móvel da Páscoa<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            O número quarenta.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Santo Agostinho convidava o povo de Deus a viver bem os quarenta dias antes da Páscoa com atitudes de humildade, de amor ao próximo, para viver em comunhão com a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus. O mistério que se celebrava no número quarenta foi porque o próprio Senhor jejuou durante este tempo após o seu batismo. Em comunhão com os catecúmenos, sendo as pessoas que iriam ser batizadas, o Bispo de Hipona convidava as pessoas cristãs também a jejuar e praticar obras de caridade neste período tão importante da vida cristã<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            O tempo da Quaresma.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Santo Agostinho também afirmava ao seu povo a necessidade de oferecer a Deus obras que estivessem de acordo com o período especial da Quaresma. Ele tinha presentes a oração, o jejum, a esmola, conforme o Senhor recomendou no evangelho de Mateus, para que tudo se realizasse na maior descrição, e o Pai do céu que vê o que é secreto, dará a recompensa para os seus filhos e filhas (cfr. Mt ). A cada ano havia uma repetição da solenidade da Quaresma na qual Cristo Senhor sofreu por nós na sua única morte. Há uma perpétua memória de sua Paixão, Morte e Ressurreição<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Ele veio morar entre nós (Jo 1,14).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            É o lema que nós refletimos neste período da Quaresma proposto pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) da qual nós estamos unidos e fazemos parte da Igreja do Senhor. Jesus se encarnou na realidade humana, assumindo tudo o que é próprio do ser humano, menos o pecado. Ele nos redimiu dos pecados, venceu a morte e está vivo para nós lutarmos por moradia digna, com políticas públicas que ajudem a todas as pessoas terem uma casa, um local onde possam viver bem e atuar em favor do Senhor, de seu Reino.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Se a Igreja antiga com os seus pastores exortavam na Quaresma obras de jejum, de oração e de caridade conforme a Palavra do Senhor, hoje a Igreja exorta à práticas de vida, em unidade com as pessoas sofredoras, para que tenham terra, teto, trabalho. Nós somos chamados a viver bem o período da Quaresma em profunda unidade com o Senhor e com todas as pessoas que necessitam de moradia digna, aqui e agora, e um dia na eternidade. </p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]</a> Cfr. A. Camplani, <em>Quaresima.</em>  In: <em>Nuvo Dizionario Patristico e di Antichità Cristiane</em>. Genova-Milano, Marietti, 2008, pg. 4428.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]</a> Cfr. <em>Idem</em>, pg. 4430.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]</a> Cfr. <em>Ibidem</em>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]</a> Cfr. <em>Ibidem</em>, pg. 4431.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]</a> Cfr. <em>Sermão 210 de Santo Agostinho de Hipona</em>. In:<em> Antogologia Litúrgica</em>. Coimbra  &#8211; Fátima:  2003, pg. 895.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]</a> Cfr. <em>Sermão 206,</em> <em>Idem</em>, pg. 892.</p><br />\n"},{"nome":"A importância da Campanha da Fraternidade 2026","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/06/CF-2026-500x281.webp","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Nós estaremos prestes a iniciar a Quaresma e ligado a este tempo propicio de vida e de conversão aprofundaremos o tema da Campanha da Fraternidade 2026 que versará sobre a Moradia e o seu Lema será: “Ele veio morar entre nós”(Jo 1,14). O tema e o lema condizem muito com a nossa realidade devido à objetividade de toda a população ter uma moradia digna. É dever próprio do Estado dar as condições com políticas públicas para que as pessoas tenham acesso à moradia e a Igreja colabora nesta missão possibilitando vida nova em Jesus Cristo, porque Ele se encarnou em nossa realidade.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A especificação do Objetivo Geral.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A Campanha da Fraternidade 2026 (CF) possui como objetivo geral a necessidade de promover tendo como base a Boa-Nova do Reino de Deus e num espírito de conversão quaresmal, a moradia digna não só como prioridade, mas como direito, em unidade com os demais bens e serviços essenciais a toda a população<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]</a>. A ação da CF é dada na vida da sociedade e também na vida eclesial, possibilitando a evangelização, a Boa-Nova para enaltecer o Reino de Deus pela vida das pessoas com uma moradia condizente, digna.<a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"></a></p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A oração da CF 2026.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Ela merece uma consideração a ser aprofundada, porque a nossa vida de cristãos e de cristãs tem como base a oração em vista de uma ação caritativa. Ela dirige-se a Deus Pai que enviou o seu Filho, Jesus Cristo porque Ele veio morar entre nós, ensinando-nos o valor da dignidade humana. Há um agradecimento a Deus por muitas pessoas e grupos na comunidade e na sociedade que sob o impulso do Espírito Santo estão empenhadas em prol da moradia digna para todas as pessoas. A oração impulsiona a um pedido de conversão para que construamos uma sociedade mais justa e fraterna, com terra, teto e trabalho para todas as pessoas para que um dia tenhamos com a graça de unidade com Deus, habitar na casa do Céu, amém<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            O surgimento da CF 2026.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            O texto-base apresenta um relato no surgimento da Campanha da Fraternidade em 1962. Ela surgiu em Nísia Floresta, Rio Grande do Norte, por iniciativa de Dom Eugênio de Araújo Sales, como Bispo Auxiliar de Natal e sendo responsável na época pelo Secretariado Nacional da Ação Social, e tendo como colaboradores os sacerdotes Edmundo Nelson Leising, Hilário Pandolfo e Alfred Schneider. Foi toda uma organização pastoral e comunitária que possibilitou a Campanha da Fraternidade, a adesão de outras dioceses e em 1964 havia a primeira CF Nacional com a devida coleta em vista da evangelização<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A metodologia do texto-base.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Ela segue a metodologia percebida há décadas nos documentos eclesiais a partir do ver a realidade da moradia no Brasil: o iluminar. Ele veio morar entre nós (Jo 1,14); o agir: a construção de casas e nelas habitarão. O fato é que a moradia é uma mercadoria muito importante para as pessoas, porque ninguém vive sem moradia. Pensemos nas milhares de pessoas em situação de rua, onde não tem um lar para viver. A realidade é que uma boa parte da população brasileira não tem renda suficiente para obter um financiamento e logo comprar uma moradia no mercado imobiliário privado e não tendo também políticas públicas de habitação<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]</a>. Para a superação desta constatação será preciso um bom trabalho comunitário, social, em vista de moradia adequada ou digna para todas as pessoas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele veio morar entre nós(Jo 1,14).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Este é o Lema que norteará toda CF 2026 e ao longo do ano. Jesus assumiu a realidade humana, igual a nós em tudo menos o pecado. Ele também necessitou de um lar, de uma moradia para crescer como pessoa humana e como Filho de Deus na terra. Desta forma percebemos nós a importância de uma moradia para o crescimento humano, relacional entre pessoas, pais, avós, filhos e filhas, parentes para uma boa convivência em vista do crescimento do Reino de Deus aqui, agora e um dia na eternidade.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A fomentação de moradia digna.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A Igreja estimulará a fomentação de construção de moradias dignas para as pessoas mais necessitadas. Esta missão é parte de políticas públicas dos governos que estão em nossa frente. Um dos objetivos específicos da CF 2026 é justamente o empenho para efetivar leis e viabilizar políticas públicas de moradia nas esferas sociais e políticas<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            O tempo da quaresma convida-nos a conversão pessoal, comunitária, social e com Deus. Nós assumamos bem a Quaresma em preparação à Páscoa do Senhor e à CF 2026 possibilitando uma vida conforme o Evangelho do Senhor, de ajuda e amor às pessoas que passam por dificuldades em ter moradia digna.</p><br />\n<p>&nbsp;</p><br />\n"},{"nome":"A importância da espiritualidade que una fé e vida","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2026/01/download-414x600.jpeg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A espiritualidade é dom de Deus e é também responsabilidade humana. É uma vida de comunhão com Deus tendo em vista o serviço e o amor às pessoas, sobretudo as mais necessitadas. A espiritualidade contribui para a unidade de fé, da vida e também alude-nos à vivência dos sacramentos da iniciação à vida cristã na família, na comunidade e na sociedade.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O exemplo de uma verdadeira espiritualidade dá-se em Jesus, pois Ele nos revela o Pai, concede-nos o amor do Espírito Santo. Como nos falam os evangelhos, retirava-se Ele freqüentemente na montanha para rezar, para louvar a Deus (cfr. Mc 6, 46; Lc 5,15-16). Ele testemunhou a importância da oração para com todos nós seguirmos uma vida de espiritualidade, com a oração cotidiana tendo como foco o engajamento familiar, comunitário e social. Nós somos chamados a ter uma espiritualidade para pensar, para rezar, refletir bem as coisas, as atividades, e agirmos bem em função do engrandecimento do Reino de Deus. Veremos a seguir como estes pontos foram desenvolvidos em Jesus, o Verbo de Deus Encarnado e nos santos padres, os primeiros escritores cristãos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A forma da oração de Jesus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"> Desde criança, adolescente, Jesus praticava habitualmente a oração pessoal e comunitária junto ao seu povo, o de Israel. Ele subiu ao templo com Maria e José para celebrar as festas prescritas (cfr. Lc 2,41-42). Ele freqüentava as sinagogas em dia de sábado com os seus discípulos, onde normalmente havia a reunião do povo de Deus concluindo-se com a oração (cfr. Lc 4, 15-17). Ainda que Ele relativizou o templo, porque Jesus era o Templo verdadeiro, mas quando entrou no mesmo, em Jerusalém, desejou que aquele lugar fosse segundo a Escritura, uma casa de oração de modo que Ele mandou embora os vendedores de animais e de aves (cfr. Jo 2,14-17). Ele ensinou a melhor das orações, que é o Pai-Nosso na qual nós somos chamados a recitá-la todos os dias de nossas vidas (cfr. Mt 6,9-13). De fato o Senhor Jesus era ciente da importância da oração para agir conforme a vontade de Deus (cfr. Lc 18,1-8)<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A oração na vida dos santos padres.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguindo Jesus e a Igreja, foram os santos padres pessoas de oração e de ação. Eles buscavam o testemunho de vida ligado ao Evangelho do Senhor<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]</a>. A Didaqué, documento referente à Doutrina dos Apóstolos, século I afirmou a necessidade de rezar como o Senhor ordenou no Evangelho, o Pai-Nosso, recomendando aos fiéis de rezá-lo três vezes ao dia. O documento tinha presente também a oração sobre o cálice com vinho e o pão partido pela eucaristia. Tudo deveria estar em comunhão com o Senhor e a comunidade eclesial<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]</a>.A Igreja foi criando uma espiritualidade em unidade com o Senhor e com as pessoas que freqüentavam a comunidade eclesial<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]</a></p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A oração e o bem comum.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A Carta de Barnabé, escrito no final do século I e início do século II ilustrou a importância da oração ligada ao bem comum, ao amor para com Deus, ao próximo e a si mesmo. O autor afirmou que não leva ao nada as pessoas consideraram-se inteligentes e sábias diante de si mesmas e das outras, se não tiver uma vida de oração. A pessoa torna-se espiritual, um templo perfeito para Deus quando ela se aplica ao temor de Deus, buscando o cumprimento dos mandamentos da Lei de Deus, para que a pessoa não viva na tristeza, mas sim na alegria e no amor<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A oração e a penitência.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"> O Pastor de Hermas, escrito no século II disse à sua comunidade que a oração deve levar à uma conversão de vida, feita muitas vezes por penitências. Os mandamentos da Lei do Senhor são úteis para os que fazem penitência. As pessoas que assumirem a graça da penitência são convidadas a rejeitar os males como o egoísmo, a vaidade, a injustiça, para não cair na aniquilação, na condenação. Ele convidava os fiéis a revestir-se de toda a virtude de justiça, de amor para observar os preceitos do Senhor. Se de fato as pessoas caminharem conforme os mandamentos da Lei divina terão a vida em Deus<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A espiritualidade na vida eclesial.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Inácio de Antioquia, bispo e mártir, século I e início do século II afirmou que a espiritualidade se desenvolve na vida eclesial, na assembléia, lugar privilegiado da oração, feita na eucaristia, na obediência e na unidade com o bispo<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]</a>. Ele colocava a precisão para todos os fieis caminharem com o pensamento de Deus. O fato é que Jesus Cristo é o pensamento do Pai, a sua imagem (cfr. Jo 14,9) da mesma forma os bispos que foram estabelecidos até os confins da terra, estão no pensamento de Jesus Cristo<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            O revestimento de Cristo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Inácio também reforçava a idéia que a vida espiritual é dada com muita oração consistindo no revestimento de Jesus Cristo, na sua vida de Encarnação, pela sua humanidade com todas as pessoas, e também na sua paixão, morte para participar da sua ressurreição<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]</a>. O bispo desejava ser cristão de fato, não somente nas palavras, como seguidor de Jesus Cristo e de sua comunidade<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]</a>. Prestes ao martírio, Ele também dizia ser o trigo de Deus para ser moído pelos dentes das feras, para que se apresentasse como trigo puro de Cristo<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            A espiritualidade em Jesus Cristo: “Beber do cálice”.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"> A oração de São Policarpo de Esmirna, bispo e mártir, século II antes de seu martírio colocou a espiritualidade de Jesus Cristo que foi aquela do “Beber do cálice”(cfr. Mt 20,22) que Jesus indagou os filhos de Zebedeu. O autor do martírio de São Policarpo realçou a unidade do Bispo que seria mártir em unidade com o Senhor Jesus. Ele erguendo os olhos ao céu louvava a Deus Uno e Trino por viver aquele momento na sua presença. Ele bendizia a Deus Pai por tê-lo julgado digno daquele dia e daquela hora, por tomar parte entre os mártires, e de beber do cálice do Cristo, em vista da ressurreição da vida eterna da alma e do corpo, na incorruptibilidade do Espírito Santo<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]</a>.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A espiritualidade une a fé, na presença do Senhor e a vida em vista de atuar bem conforme a Vontade de Deus. Ela nos encoraja para a vida comunitária e social porque a fé manifestada com Deus possibilita a fraternidade, o amor a Deus, ao próximo como a si mesmo. Jesus Cristo é o exemplo de uma espiritualidade encarnada, vivida até dar a sua própria vida por cada um de nós e pela humanidade. Os padres da Igreja como, cada um de nós busquemos este caminho de paz e de amor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]</a> Cfr. Giorgio Marchio. <em>Pregare alla Schuola dei Padri.</em> Marcianum Press, Venezia, 2012, pg. 39.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]</a> Cfr. A. Hamman- A. Grappone. <em>Spiritualità.</em> In:<em> Nuovo Dizionario Patristico e di Antichità Cristiane. </em><em>Institutum Patristicum Augustinianum, Roma.</em> Marietti, Genova – Milano, 2008, pg. 5106.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]</a> Cfr. <em>Didaqué, 8-9</em>. In: <em>Os Padres Apostólicos</em>. São Paulo: Paulus, 1995,  pgs. 352-353.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]</a> Cfr. Louis Bouyer. <em>Storia della Spiritualità. I Padri.</em> Edizioni Dehoniane, Bologna, 2013, pg. 24</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]</a> Cfr. <em>Carta de Barnabé, 4,11</em>. In: <em>Os Padres Apostólicos</em>,  pg. 290.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]</a> Cfr. <em>Sexta Parábola, 61,3-4. Do Pastor de Hermas.</em> In:<em> Idem</em>, pg. 228.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]</a> Cfr. A. Hamman- A. Grappone. <em>Spiritualità,</em> pg. 5107.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]</a> Cfr.<em> Inácio aos Efésios, 3,2.</em> In: <em>Os Padres Apostólicos,</em> pg. 83.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]</a> Cfr. A. Hamman- A. Grappone. <em>Spiritualità</em>, pg. 5107.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]</a> Cfr. <em>Inácio aos Romanos, 3,2.</em> In:<em> Os Padres Apostólicos</em>, pg. 104.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]</a> Cfr. <em>Inácio aos Romanos, 4, 1</em>. In:<em> Idem</em>, pg. 105.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]</a> Cfr. <em>Martírio de São Policarpo, 14, 1-2</em>. In:<em> Ibidem,</em> pgs. 152-153.</p><br />\n"},{"nome":"O batismo de Jesus e o batismo de cada um de nós","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Batismo-do-Senhor-432x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja festeja o batismo do Senhor Jesus e com Ele festejamos o batismo de cada um de nós, porque o nosso batismo tem sentido pelo batismo de Jesus. Jesus foi batizado no Rio Jordão por São João Batista (cfr. Mt 3,13-15), santificando as águas do Rio, sendo Ele o autor do batismo. Ao sair das águas, o Espírito Santo desceu nele em forma de pomba e o Pai falou na nuvem que Ele era o seu Filho muito amado (cfr. Mt 3.16-17). Nós fomos batizados um dia de modo que nós recebemos a graça de sermos filhos adotivos e filhas adotivas de Deus Uno e Trino. O batismo nos compromete com Deus, com a família, com a comunidade e com a sociedade. Vejamos esta reflexão nos Padres da Igreja, os primeiros escritores cristãos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A santificação das águas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Proclo de Constantinopla, Bispo no século V disse que Jesus pelo seu batismo, santificou as águas e iluminou os corações das pessoas humanas que recebem o batismo em nome da Santíssima Trindade. Ele manifestou-se ao mundo e desta forma pôs ordem onde havia desordem, enchendo-o de beleza e alegria o universo. Ele tirou o pecado do mundo, expulsando o inimigo e Ele santificou as águas da terra, porque Ele mesmo entrou nas mesmas para receber o batismo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A graça do Salvador.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Proclo afirmou que a terra e o mar repartiram entre si a graça do Salvador e o mundo inteiro encheu-se de alegria pelo batismo do Senhor no inicio de sua evangelização neste mundo. Este dia apresenta para todos nós grande profusão de milagres, de acontecimentos bonitos relacionados ao Senhor Jesus. O bispo tinha presente também o acontecimento do Natal. Se na festa do nascimento do Salvador, a terra alegrava-se por ter o Senhor no presépio, no meio de nós, o dia do batismo do Senhor também foi de Teofanias, manifestações divinas no Filho. Além disso o mar exultou de alegria e estremeceu de júbilo, porque recebeu a benção santificadora por meio do Rio Jordão, na qual o Senhor Jesus entrou nas águas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Criança frágil – Homem perfeito.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Se na festa do Natal, a liturgia apresentou em Jesus, uma criança frágil, envolta em panos (cfr. Lc 2,7), no batismo do Senhor a cerimônia litúrgica colocou um homem perfeito, de modo velado manifestou a nós e a todo o mundo, a perfeição Daquele que precede do Ser perfeito, o Pai. Se na festa anterior, o Natal, pelo nascimento de Jesus, o Rei dos reis vestia a púrpura, agora pelo Batismo ao Rei, as águas do rio envolveram qual manto Aquele que é a fonte das águas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A salvação para todos. O novo dilúvio é alargado.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O batismo de Jesus trouxe a salvação ao gênero humano. Todas as pessoas são convidadas pelo Senhor Jesus a viver as graças do Redentor, que são a paz, o amor, a salvação que provem Dele, pelo seu batismo, que ofereceu um beneficio universal. São Proclo também dizia que era importante contemplar o novo e admirável dilúvio, mais poderoso que o do tempo de Noé. Se no primeiro dilúvio a água fez perecer o gênero humano (cfr. Gn 7,23-24), agora pelo batismo do Senhor, a água do batismo, pelo poder Daquele que foi batizado por São João, chama os mortos para a vida. Se no primeiro dilúvio, uma pomba trazia no bico um ramo de oliveira(cfr. Gn 8,11), anunciando o odor de suavidade do Cristo, agora, pelo batismo de Jesus, o Espírito Santo vindo em forma de pomba, mostra-nos o Senhor cheio de misericórdia e de amor (cfr. Lc 3,22).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A iluminação dada no batismo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Gregório de Nazianzo, bispo no século IV afirmou que Jesus Cristo foi iluminado no batismo e nós seus fiéis recebemos com Ele, a luz. Jesus é batizado, nós desçamos com Ele às águas para com Ele subirmos livres do pecado e da morte. João batizava as pessoas e o Senhor Jesus se aproximou Dele, para assim santificar aquele que o batizava e sem dúvida para sepultar nas águas os pecados dos primeiros seres humanos, Adão e Eva. Antes de nós e também por nossa causa, Ele que é Espírito e carne santificou as águas do Rio Jordão, para nos iniciar aos sacramentos mediante o Espírito e água.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">João e Jesus no batismo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Gregório teve presentes as atitudes de João e de Jesus. João relutou para ele ser batizado por Jesus, mas Jesus insiste no batismo feito pelo Precursor. A lâmpada disse ao Sol: “Eu é que devo ser batizado por ti” (cf. Mt 3.14). A voz à Palavra, o amigo do Esposo, disse o maior entre os nascidos de mulher ao Primogênito de toda a criatura, aquele que estremecera de alegria no seio materno ao que fora adorado no seio de sua Mãe.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus saiu das águas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Bispo de Nazianzo disse que Jesus saiu das águas para elevar consigo o mundo que estava submerso e viu abrirem-se os céus de par em par, uma vez que o ser humano pelo pecado tinha fechado para si e sua posteridade, assim como o paraíso lhe fora fechado pelo pecado da desobediência (cfr. Gn 3,1-15). </p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Os testemunhos do Espírito e do Pai no batismo de Jesus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">No batismo de Jesus ocorreram as manifestações das Pessoas divinas. O Espírito acorreu Aquele que lhe é igual, dando testemunho da sua divindade. Mas também veio do céu uma voz, pois também vinha do céu Aquele de quem se dava testemunho (cfr. Lc 3,21-23). A visualização em uma forma corporal de uma pomba, o Espírito glorificou o corpo de Cristo, já que Jesus, por sua união com a divindade, é o corpo de Deus. O Pai pediu para que todos ouçam a voz do Filho, em unidade com Ele e com o Espírito Santo em vista da prática de suas palavras e de seu amor. O Bispo São Gregório convidava a todas as pessoas a veneração do batismo de Cristo Jesus e a celebrar com dignidade e amor a festa deste batismo, almejando a todas as pessoas à conversão de seus pecados e uma vida com fervor no coração e nas ações porque nós formos inseridos um dia, para sempre, pelo batismo, na vida da Trindade, como filhos e filhas adotivos e adotivas.</p><br />\n"},{"nome":"A Epifania do Senhor","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2026/01/download-8-459x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">A Epifania: a revelação do nascimento do Senhor nos povos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A Epifania é a manifestação do Senhor ao mundo das nações. Jesus Cristo é acolhido pelos povos, simbolizados nos magos que o adoraram e lhe ofereceram presentes. O tempo do Natal é um processo contínuo de acolhida na vida de todas as pessoas seguidoras do Senhor Jesus. O nascimento de Jesus é a presença de Deus na história humana. Ele veio a este mundo para a nossa salvação, tornando-se carne, gente humana como cada um de nós, igual em tudo, menos o pecado. “E a Palavra se fez carne e veio morar entre nós” (Jo 1,14) .O amor de Deus é infinito pela humanidade a tal ponto que Deus enviou o seu Filho único para nos salvar (cfr. Jo 3,17). A seguir veremos como os Padres da Igreja contemplaram este tempo tão precioso e gracioso na vida humana e como Ele possibilite a conversão de vida em nossas vidas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A vinda de Deus ao mundo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Pedro Crisólogo, bispo de Ravena no século V afirmou a presença de Deus no mundo por ocasião de seu nascimento na realidade humana. Ainda que os sinais da divindade de Jesus sejam perceptíveis, pelo anúncio do anjo aos pastores, o Salvador nasceu entre eles, entre nós (cfr. Lc 2,11), a solenidade da Epifania do Senhor, ligada ainda ao Natal revelou de muitas formas que Deus veio ao mundo num corpo humano, a fim de que os seres humanos não se perdessem na ignorância para alcançar a vida verdadeira através da graça do Senhor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A manifestação do Senhor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Bispo teve presente o dado da manifestação do Senhor ao mundo. O fato era que Aquele que quis nascer para nós, em vista da salvação humana, não quis ser ignorado também por nós. O grande mistério de seu amor para a humanidade não deveria dar ocasião a um grande erro, mas à verdade de seu amor para com a humanidade, através de seu nascimento na terra. Os Magos, pessoas estudiosas dos astros, perceberam uma estrela diferente que os conduziu até o menino Jesus. Eles o encontraram num berço, o viram envolto em panos, Aquele que por muito tempo procuravam de modo obscuro nos astros.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A contemplação dos magos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Pedro Crisólogo também disse que os magos contemplaram em Jesus, o céu na terra, e a terra no céu. Naquele menino, homem em Deus, Deus no ser humano, estava incluído no corpo pequenino, o Senhor que o universo não pode conter. Eles perceberam a presença divina no menino pela sua humanidade. Desta forma eles o encontraram vindo de longe enquanto as pessoas de perto o rei Herodes, as pessoas estudiosas e a cidade de Jerusalém permaneceram indiferentes, angustiados (cfr. Mt 2, 1-12).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Os presentes.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Os magos, aquelas pessoas que vieram do Oriente adoraram o menino ao entrar na casa onde estavam os pais adotivos de Jesus, José e Maria. A adoração é dada somente a Deus porque naquela pessoa recém nascida estava Deus. Em seguida como nos fala o discípulo e evangelista Mateus ofereceram-lhe presentes importantes: O ouro que significava que Jesus é o verdadeiro Rei, de paz e de amor; o incenso que significava a sua divindade; aquele menino era Deus; a mirra: que significava a sua humanidade, perfume que seria utilizado na sua sepultura. Os magos trouxeram os melhores presentes da terra ao Senhor Jesus, o menino que entrou na realidade humana para nos redimir, para nos elevar até as alturas, em Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A Providência divina.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Leão Magno, Bispo de Roma e Papa no século V afirmou que a misericordiosa Providência de Deus decidiu vir à realidade humana assim chamada nos últimos tempos em socorro do mundo perdido, para salvar todos os povos em Cristo Jesus. Na verdade, eles formavam a descendência outrora prometida ao santo Patriarca Abraão, descendência segunda a fé, o amor de modo a ser comparada à multidão das estrelas, para que o pai de todos os povos esperasse por graça do Senhor, uma posteridade celeste e terrestre.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A adoração dos Magos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Bispo de Roma colocou a importância dos Magos, nos quais eles representavam todos os povos. Eles adoraram o Criador do Universo naquele menino recém nascido para que assim Deus não fosse só conhecido na Judéia, mas no mundo inteiro, a fim de que por toda a parte o seu nome seja grande em Israel e em todo o universo (cf. Sl 75,2).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Duas grandes festas no único Senhor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Leão Magno dizia que era preciso celebrar com fé e com amor duas grandes festas, como o dia das nossas primícias, no caso o Natal do Senhor, e do primeiro chamado dos povos pagãos à fé, à paz e ao amor, pela Epifania, dando graças a Deus misericordioso porque como disse o Apóstolo São Paulo, o Senhor nos tornou capazes da luz que é a herança dos santos pelo qual Ele nos libertou do poder das trevas e nos recebeu no Reino de seu Filho amado (cfr. Cl 1,12-13)</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A alegria dos personagens bíblicos e a sua realização.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Bispo de Roma também colocou a alegria do dia em que Abraão, o grande Patriarca do Antigo Testamento percebeu na expressão de Jesus que afirmou aos judeus que Abraão viu e alegrou-se (Jo 8,56), ao saber que dentre os seus filhos seriam abençoados de sua descendência por Jesus Cristo e ao prever que seria pai de todos os povos. Da mesma forma Davi cantou no Salmo que o Senhor fez conhecer a salvação, e as nações, sua justiça (Sl 97,2). Essas promessas se realizaram quando os três Magos, sendo chamados de seu longínquo país, foram conduzidos por uma estrela para conhecerem e adorarem o Rei do céu e da terra, Jesus. O serviço da estrela convida a todos os fieis a imitar a sua obediência, para servir com as forças que as pessoas tem para a graça da revelação do Senhor, pois ela nos chama a viver e amar o Senhor Jesus Cristo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A Epifania nos ajuda a viver a alegria do Natal para que assim não seja apenas um dia, um tempo, mas um continuo renascimento em Jesus Cristo, na Igreja, na comunidade, na família e um dia na vida eterna.</p><br />\n"},{"nome":"A alegria pela Encarnação do Verbo","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/12/download-7-480x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A encarnação do Verbo é a presença de Deus na história humana, na qual a nossa natureza é redimida, assumida pela Palavra eterna, o Verbo de Deus. Este dado é motivo de muita alegria seja para os seres humanos, seja para os seres divinos porque os anjos do Senhor cantaram aos pastores, na noite do nascimento do Senhor: “Glória a Deus no mais alto dos céus, e na terra, paz a todos por ele amados” (Lc 2,14). Tudo reverte em atitudes de alegria porque Deus caminha com o seu povo. Veremos a seguir estes pontos na doutrina de São leão Magno, Bispo de Roma e Papa no século V.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A alegria por Deus se tornar pessoa humana.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Leão Magno afirmou que a divina palavra sempre nos convida a alegrar-se no Senhor. No entanto no dia do nascimento do Senhor com mais insistência ele convidava os fieis para se alegrarem no Senhor. Mais brilhante mostra-nos o mistério do nascimento do Senhor, para que acorrendo ao abaixamento inefável da divina misericórdia na qual o Criador das pessoas humanas dignou-se tornar-se ser humano, homem, todos nós reencontramos na natureza Daquele que adoramos na nossa substância.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Filho de Deus assumiu a natureza humana.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa disse que o Filho, que é Deus e Unigênito que procede do eterno Pai, e que fica eternamente na condição de Deus, assumiu a natureza de servo sem detrimento da sua majestade, de modo que Ele exaltou nós na sua natureza e não diminuiu a si mesmo na nossa natureza. Por isso mesmo as duas naturezas, persistentes cada uma nas suas propriedades, estão conjuntas pelo vinculo da unidade, pois a divindade não é separada da humanidade e a natureza humana não é dividida da divindade.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A redenção no desígnio de Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A encarnação do Verbo redimiu os seres humanos. A majestade do Filho de Deus que é em tudo igual ao Pai, revestiu-se da humildade do servo, não temendo de ser diminuída, como também não necessitava ser acrescentada. O fato era que a misericórdia divina dedicava à redenção dos seres humanos uma obra que somente o poder divino podia cumprir.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Qual seria o significado da redenção? Segundo São Leão Magno tratava-se da criatura humana, criada à imagem e semelhança de Deus, estar libertada dos jugos da dominação do pecado e da morte. Desta forma Deus estabeleceu a destruição do pecado com um desígnio livre para conceder desta forma a graça da liberdade e do amor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O remédio diante da caída humana.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Leão Magno via na encarnação como o grande remédio para elevar a natureza humana diante da pecado e da morte. Na comum caída de todo o gênero humano, para levar ajuda à humanidade decaída, não tinha que um só remédio, escondido na divina benevolência. Ocorria que um dos filhos de Adão nascesse livre do pecado original e inocente, para levar a alegria aos outros com o exemplo e como o merecimento. Desta forma o Senhor de Davi fez-se Filho de Davi. Ele nasceu sem o pecado na qual foram unidas na única Pessoa duas naturezas, nascendo Jesus Cristo, Nosso Senhor que tem a verdadeira divindade para cumprir prodígios e milagres e a verdadeira humanidade para sofrer com paciência, em vista da ressurreição.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Alegria pelo mistério celebrado.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Leão Magno convidava os fiéis para se alegrar diante do mistério celebrado pela incapacidade de falar dignamente daquele grande mistério de misericórdia. Uma vez que os seres humanos não sabem explicar a profundidade, alimentamos a intima consciência de que para nós é bom ser superados pelo mistério. Ninguém se avizinha tanto ao conhecimento da verdade, quanto Aquele que é convicto de ter sempre alguma coisa para compreender nas coisas divinas, ainda que faça grandes progressos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">As páginas da Sagradas Escrituras</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa dizia que as paginas do Evangelho e dos profetas ajudam-nos a viver a alegria que é própria de Deus vindo a este mundo e também pela insuficiência humana, pois defronte do Natal do Senhor, quando o Verbo fez-se carne (Jo 1,14), não nos aparece como uma lembrança do passado, mas quase o vejamos presente. O anúncio que o anjo do Senhor deu aos pastores, enquanto eles vigiavam o rebanho (cf. Lc 2,9), ressoou também aos ouvidos de todas as pessoas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A glória de Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Leão Magno afirmou que a glória de Deus resulta à infância de Jesus Cristo, que nasceu da Virgem Maria que foi a restauração do gênero humano em referência de louvar Aquele que o cumpriu, o Senhor Jesus. O anjo Gabriel enviado disse a Maria que o Espírito Santo desceria sobre ela e o poder do Altíssimo a cobriria com a sua sombra , de modo que o menino santo que nascerá dela, seria chamado Filho de Deus (Lc 1,35).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O nascimento de Jesus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O nascimento de Jesus concedeu na terra, na humanidade aquela paz que torna os seres humanos amados por Deus. Cristo Jesus nasceu do seio da Virgem por obra do Espírito Santo que faz nascer no seio da santa Igreja o cristão, na qual a verdadeira paz consiste em viver a paz, o amor do Senhor neste mundo e um dia na eternidade.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O mistério do Natal traz infinitas alegrias para o ser humano em vista de sua redenção e salvação. O mundo, o universo alegram-se com a presença de Jesus no meio da humanidade. O Natal continua em nossa história pelo bem realizado, o amor concedido a Deus, ao próximo como a si mesmo.</p><br />\n"},{"nome":"A encarnação do Verbo","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/12/download-6-467x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Nós estamos festejando o grande acontecimento divino e humano, que é o santo Natal, mistério tão próximo e infinito, o nascimento de Jesus em nossa realidade humana e pecadora, na qual o Senhor se fez carne e veio habitar no meio de nós (cf. Jo 1,14). Ele foi anunciado pelos patriarcas, os profetas no sentido do Messias que devia vir a o mundo, o Salvador da humanidade. Veremos a seguir este mistério a partir dos santos padres, os primeiros escritores do cristianismo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O sentido da encarnação do Verbo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Ireneu de Lião, bispo do século III afirmou diante dos gnósticos, negadores da encarnação, que o Senhor assumiu a carne humana, isto é a realidade humana em tudo menos o pecado cfr. Hb 2,17). O Verbo de Deus recebeu de Maria a geração da recapitulação de Adão. Se os primeiros seres humanos foram tirados da terra e modelados pelo Verbo de Deus, mas que caíram no pecado e na morte, era necessário que este mesmo Verbo, efetuando em si a recapitulação de Adão e de todos os seus descendentes, tivesse geração semelhante à dele. Desta forma não houve uma segunda obra modelada porque foi salva a primeira pelo Verbo encarnado que modelou a primeira obra humana.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele se fez carne (cf. Jo 1,14).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante do argumento que Jesus não tomou nada de Maria, nada da carne humana, Santo Ireneu levantou a pergunta no sentido de que ‘Como isso seria possível não viver a realidade humana, o Verbo que veio do Pai’? O Bispo de Lião colocou a contrariedade do argumento gnóstico que se Ele não recebeu de nenhum ser humano a substância da sua carne, Ele não se fez pessoa humana, nem Filho do Homem. Portanto, se Ele não se fez o que nós éramos, não tinha importância nem o valor do sofrimento e do padecimento pela qual Ele teve que passar na sua paixão, morte de cruz para chegar à glória da ressurreição. Mas nós acreditamos que Ele se fez carne (cf. Jo 1,14) porque Jesus tomou carne de Maria, assumindo toda a realidade humana, com as suas alegrias, dificuldades, problemas, esperanças, espalhando o amor de Deus entre o povo e os seus discípulos. Ele recapitulou em si toda a vida humana, salvando a obra de suas mãos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A encarnação e a eucaristia.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Tertuliano, Padre da Igreja, Norte Africano, dos séculos II e III deu importância à encarnação do Verbo de Deus diante também dos gnósticos que negavam a presença do Senhor na eucaristia, na cruz do sofrimento e da dor de Jesus. O fato era que Jesus desejou ardentemente comer a Páscoa, porque de fato era a sua Páscoa e seria indigno se Deus tivesse desejado alguma coisa que não fosse a sua carne. Por isso, ao tomar o pão disse Jesus que era o seu corpo, figura do seu próprio corpo(Lc 22,19). Como era o seu corpo, não foi uma coisa vazia a sua morte de cruz, de modo que no pão tomado por Ele, estava o seu corpo dado para nós e para a nossa salvação.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A encarnação, a cruz e a eucaristia.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Tertuliano afirmou também que Jesus Cristo iluminou todas as figuras antigas e realizou todas as promessas feitas a seu respeito. Ele chamou o pão o seu corpo e explicou o significado do pão, verdadeiro alimento para a vida eterna. Da mesma forma falou do cálice (cfr. Lc 22,20) e estabeleceu o pacto selado com o seu sangue derramado ao longo de sua paixão e morte confirmando a sua substância corpórea. Desta forma o sangue não podia ser de nenhum corpo que não fosse de carne. Jesus derramou o seu sangue em vista da redenção humana.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus Cristo encheu o mundo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho, Bispo de Hipona, Norte da África, séculos IV E V afirmou que Jesus Cristo encheu o mundo, pois Ele era o seu Criador junto com o Pai e o Espírito Santo. Desta forma, ao se encarnar Ele não encontrou lugar na hospedaria, mas Ele foi colocado numa manjedoura (cf. Lc 2,7) e Ele se fez nossa alimento. Dois animais se acostaram no presépio: o boi que conheceu o seu patrão e o burro a manjedoura, o coxo de seu Senhor (cfr. Is 1,3). O bispo convidava os seus fiéis a observar a realidade do Verbo de Deus feito carne, na maior humildade, para não envergonhar-se de ser um jumento do Senhor, porque foi esse animal que conduziu Jesus para a entrada de Jerusalém. É bom fazer lembrança do jumento conduzido ao Senhor (cf. Lc 19,34-35) ninguém se envergonhe disso, porque somos nós que devemos carregar o Senhor, encontrar-se com Ele. Nós somos convidados a viver a graça da encarnação do Verbo de Deus, feito carne para a nossa salvação.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Nós desejamos um Feliz Natal com o Senhor Jesus que se fez pessoa humana para nos elevar até à divindade. Somos irmãos e irmãs uns aos outros para viver a alegria do Natal, do amor a Deus, ao próximo como a si mesmo, do encontro com o Senhor Jesus na eucaristia, na sua palavra de salvação e em todas as pessoas de nossas famílias, comunidades, sobretudo aquelas mias necessitadas. O Natal possibilite vida nova para todos nós aqui e agora e um dia na eternidade.</p><br />\n"},{"nome":"Maria na visão dos padres da Igreja","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/12/download-5-338x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Os Padres da Igreja aprofundaram as suas reflexões sobre Maria à luz dos dados bíblicos, da fé do povo de Deus e do culto litúrgico. Maria é ligada ao Verbo de Deus encarnado, o evento salvífico revelado em Jesus Cristo, tendo presente a pessoa que colaborou neste processo, Maria, Mãe e Virgem. Ela participou do mistério de salvação, assumido pelo Salvador e Redentor, o Senhor, Jesus Cristo. Veremos a seguir a doutrina de alguns padres da Igreja em relação à Mãe do Filho de Deus em profunda união a Jesus Cristo,</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Deus feito carne.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Inácio de Antioquia, bispo e mártir no final do século I enfrentou os gnósticos, negadores da realidade humana de Jesus Cristo. Para isso, ressaltou ele a humanidade proveniente de Maria, porque Jesus nasceu nesta realidade com a presença de sua mãe. Por isso ele afirmou que existe apenas um médico, Jesus, carnal e espiritual, gerado e não gerado, Deus feito carne, Filho de Maria e Filho de Deus, vida verdadeira na morte, vida passível e agora impassível, Jesus Cristo, nosso Senhor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O seio de Maria.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Inácio também aprofundou o dado do homem novo que é Jesus Cristo, como o único intercessor junto do Pai em favor da humanidade. Ele disse que “O nosso Deus, Jesus Cristo, segundo a economia de Deus, foi levado no seio de Maria, da descendência de Davi e do Espírito Santo. Ele nasceu e foi batizado, para purificar a água na sua paixão”,</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O valor da encarnação do Verbo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A Carta de Barnabé, escrito do século II, teve presente a encarnação do Verbo de Deus para levar a plenitude a salvação humana. A pessoa humana pecou e era preciso a redenção. Jesus é o único Redentor. Ele não veio chamar os justos, mas sim os pecadores, que era toda a humanidade (cfr. Mc 2,17). Caso contrário se Ele não tivesse sido encarnado, o ser humano não se salvaria por si só. Era preciso que o Salvador, Jesus viesse de Deus, se encarnasse no seio de Maria, para conceder a nós e a toda a humanidade, a salvação. Ele suportou os pecados de toda a humanidade, assumiu os sofrimentos em vista da glória da ressurreição.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Paralelo Maria – Eva.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Justino de Roma, filósofo, escritor, mártir no século II, foi um dos primeiros autores cristãos que ao paralelo paulino Cristo-Adão(cfr. 1 Cor 15,45) expôs aquele de Maria-Eva. Ele deu importância à missão de Maria na história da salvação, como modelo de obediência e aceitação da Palavra de Deus. Na obra Diálogo com Trifão encontramos: “De fato quando ainda era virgem e incorrupta, Eva, tendo concebido a palavra que a serpente lhe disse, deu à luz a desobediência e a morte. A virgem Maria, porém, concebeu fé e alegria quando o anjo Gabriel lhe anunciou a boa noticia que o Espírito do Senhor viria sobre ela e que a força do Altíssimo a cobriria com a sua sombra, através do que o santo que dela nasceu seria o Filho de Deus. A isso, ela respondeu: “Faça-se em mim segundo a palavra”(cfr. Lc 1,38). E da virgem nasceu Jesus, ao qual demonstramos que tantas Escrituras se referem, pelo qual Deus destruiu a serpente, os anjos e homens que a ela se assemelham, e livra da morte aqueles que se arrependem de suas más ações e nele crêem. Maria superou Eva pela sua obediência à Palavra de Deus e a tê-la guardada.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Recapitulação em Cristo Jesus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Ireneu, bispo de Lião, séculos II e III desenvolveu a doutrina da recapitulação onde todas as coisas são recapituladas em Cristo Jesus. Ireneu desenvolveu a visão cristológica onde a visão de Maria, mãe de Jesus Cristo entrou na ordem da recapitulação assumida por Jesus Cristo. Dessa forma encontra-se em Jesus, em estreita analogia também a Virgem Maria que obedece e diz: &#8220;Eis ó Senhor a tua serva; faça-se em mim segundo a tua palavra&#8221;(Lc 1,38). Eva foi desobediente quando era ainda virgem. Se Eva esposa de Adão e ainda virgem se fez desobediente, tornou-se por si e por todo o gênero humano, causa de morte, Maria invés esposa de um homem que foi para ela destinado e virgem tornou-se por sua obediência por si e para todo o gênero humano, causa de salvação”.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A doutrina mariológica de Tertuliano em ligação com o mistério de Jesus Cristo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A doutrina mariológica de Tertuliano influenciou a mariologia em si, colocando a importância da vida de Maria na Igreja, no plano de salvação de Deus pelo seu Filho ao mundo e para o ser humano. Diante das heresias gnósticas, reforçou o autor africano a realidade da humanidade de Cristo, realçando o fato que Ele possuía não um corpo celeste, mas um corpo verdadeiramente nascido da mesma substância da Virgem Maria.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele afirmava a virgindade perpétua em Maria, seja antes do parto como também depois do mesmo, pois Tertuliano confrontou os docetistas, que negavam ao Cristo um verdadeiro corpo humano e pretendiam que a sua concepção e o seu nascimento não fossem que aparentes. Para Tertuliano, Maria é a segunda Eva: “Eva era ainda virgem quando ouviu pelas orelhas a palavra sedutora que devia erigir o edifício da morte. Ocorria da mesma forma que fosse introduzido em uma virgem o Verbo de Deus que devia reconstruir o monumento da vida, de modo que aquilo que foi arruinado pelo mesmo sexo, pudesse ser recuperado para a salvação. Eva acreditou na serpente; Maria acreditou no anjo Gabriel. A desventura que uma atirou com a sua credibilidade, a outra devia cancelá-la com a sua fé”.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria fez a vontade do Pai</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho, bispo de Hipona, séculos IV e V falou da pessoa de Maria como aquela que fez a Vontade do Pai. Interpretando o evangelista e apóstolo Mateus(cf. Mt 12, 49-50) na qual alguém fez notar a Jesus que sua mãe e seus irmãos estavam de fora, com o desejo de conversar com Ele, perguntou Jesus quem seriam tais pessoas e apontando para os discípulos afirmou que sua mãe e seus irmãos são aqueles que fazem a vontade do seu Pai que está nos céus, sendo dessa forma irmão, irmã e mãe em Jesus Cristo. O Senhor exaltou nela que tenha cumprido a vontade do Pai.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho também afirmou numa outra passagem dos santos evangelhos na qual uma mulher disse que era bem-aventurado o ventre que trouxe Jesus ao mundo. Jesus disse que antes seriam bem-aventurados os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam (cfr. Lc  11,27-28). Jesus afirmou que também a sua mãe, a quem aquela mulher chamou bem-aventurada, assim o seria por guardar a Palavra de Deus, por quem foi criada e nela se fez carne.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Os Padres da Igreja colocaram Maria Santíssima, como uma mulher escolhida por Deus para gerar na carne o Filho de Deus, o Salvador da humanidade. Ela foi uma pessoa que disse sim ao plano do Senhor, de modo que o Redentor entrou na realidade humana. Vivamos a dimensão da unidade com o Senhor Jesus tendo presente que os pedidos que fizermos à Maria serão conduzidos ao seu Filho, Jesus Cristo.</p><br />\n"},{"nome":"O testemunho de vida dos pastores em Santo Agostinho","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Santo-Agostinho-em-Extase_-de-Romain-Looymans_-360x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho, bispo de Hipona nos séculos IV e V deu um grande testemunho de vida no seguimento a Jesus Cristo sendo um bom pastor de sua Igreja, marcando presença junto às comunidades, povo de Deus, espalhando os valores evangélicos da paz e do amor. Na atualidade são chamados também os pastores a viver o bom testemunho em todos os setores da vida humana, através das virtudes da fé, da esperança e da caridade. É preciso a doação de seus pastores para que o Reino de Deus cresça aqui e agora e um dia na eternidade. A Igreja no Brasil é convidada a fazer o caminho sinodal de modo que todas as pessoas vivam a alegria do serviço aos outros, a Jesus em vista de uma caminhada em conjunto, em comunhão.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A esperança é o Cristo Jesus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A nossa esperança está em Cristo, sendo Ele a nossa glória, verdadeira e salutar. Santo Agostinho teve que advertir pessoas que se diziam pastores, gostavam de ser assim chamadas, mas não faziam o ofício de pastor, a missão de pastor como deveria ser a exemplo do Senhor Jesus. Seguindo o profeta Ezequiel que criticou a má atuação dos pastores em Israel (cfr. Ez 34,1-2), o bispo de Hipona afirmou a necessidade de dizer a verdade, porque se as coisas forem ditas por nossa causa, seremos pastores que apascentam a nós mesmos, não as ovelhas, mas se ao invés vem do Senhor as coisas que digamos, é sempre o Senhor a apascentar-nos na certeza de que nós somos chamados a sermos bons pastores.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pastores que apascentam a si mesmos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O profeta continua criticando os maus pastores. “Ai dos pastores que apascentam a si mesmos” (Ez 34,2). Santo Agostinho disse o motivo pelo qual os pastores foram repreendidos, é o fato de que tais pastores apascentam a si mesmos e não as ovelhas. Seguindo também o Apóstolo São Paulo, Agostinho tem presentes que estes pastores buscam os seus próprios interesses, não aqueles que Jesus Cristo quer de seus pastores (cfr. Fl 2,21).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerações próprias.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O bispo de Hipona quis que se fizessem as considerações próprias. O Senhor colocou a ele naquele lugar do qual dever-se-á dar contas por um traço de sua condescendência e não por merecimentos próprios. Existem duas dignidades aquela de ser cristãos e aquela como Santo Agostinho de ser bispo. Aquela de ser cristãos é para ele muito importante, e vão sublinhadas as vantagens que derivam dos bispos; e em relação aqueles que assumem o episcopado, o que conta é o serviço que todos os ordenados devem prestar ao seu povo. Sendo muitos os cristãos estes podem alcançar a Deus de uma forma às vezes mais ágil do que os bispos pelo fato do peso que carregam com a sua missão. Santo Agostinho afirmou que pelo fato de ser bispo deverá prestar contas a Deus pelo ministério assumido, o episcopado, com alegria e com amor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Oração.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao expressar-se desta forma ao povo, em ligação à palavra de Deus, Santo Agostinho pedia aos fiéis orações. O dia do julgamento do Senhor virá para todas as pessoas e também para os bispos que assumiram o ministério de coordenar uma comunidade. Ele desejava que ao chegar o dia da passagem, o Senhor o encontrasse preparado. O bispo deve ter presente o bem das pessoas e do Reino de Deus. Se o bispo buscasse os seus próprios interesses, que ficasse no orgulho de seu poder que ocupa, a sua honra, ele estaria entre aqueles que apascentam a si mesmos e não as suas ovelhas e para não cair nestas tentações, o bispo pedia orações ao povo em vista da firmeza de sua missão.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O pastor é Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O verdadeiro pastor é Deus seja qual for a posição dos pastores eclesiais, se agem para o bem das pessoas ou não. É claro que é fundamental que os bispos, as pessoas ordenadas sejam bons pastores. Deus não abandona jamais as suas ovelhas, porque estas são amparadas pelo Senhor para alcançar os bens a elas reservadas. Santo Agostinho também disse que os pastores devem servir as ovelhas com amor. Diante da caridade do Evangelho o ponto fundamental que esperava dos pastores que levem as pessoas à salvação que vem de Jesus Cristo. No entanto ele tinha presentes algumas pessoas que se diziam pastores que viviam da providência do povo através dos alimentos, mas não cuidavam das ovelhas, buscando os seus próprios interesses, não aqueles de Jesus Cristo (cf. Fl 2,21).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O apóstolo São Paulo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Apóstolo São Paulo viveu de uma forma desprendida junto às suas comunidades. Santo Agostinho colocou-o como um grande pastor junto ao seu povo, na qual não procurava os seus interesses, mas aqueles do povo de Deus e do Senhor Jesus Cristo. Ele buscava como o Senhor a ovelha doente para assim não deixar progredir a infecção. Assim ele não buscava vantagens próprias, mas aquelas de Jesus Cristo (Fl 2,21).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A indiferença e a dedicação.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho afirmou coisas que o povo poderia dizer aos pastores quando não apascentam o povo, mas a si mesmos dadas pela indiferença à missão. Quando o pastor não dá o bom testemunho de vida poderia ocorrer que o povo diga que os pastores façam a seu bel prazer as coisas. O Bispo percebeu que estas coisas não levariam a nada. No entanto quando o pastor é dedicado a Deus e ao povo, a palavra de Deus é vivida pelas pessoas e os ministros consagrados são bem acolhidos pelo seu povo também pela vivência da palavra, porque não apascentam a si mesmo, mas ao povo e ao Senhor. Desta forma o testemunho de vida é fundamental para os pastores do povo de Deus no seguimento a Jesus Cristo, à sua Igreja e ao Reino de Deus. Santo Agostinho nos exorta para isso a viver a palavra de Deus junto ao povo do Senhor a nós confiado.</p><br />\n"},{"nome":"A messe é grande e as pessoas trabalhadoras são poucas em Santo Agostinho","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Agostinho-de-Hipona-–-Wikipedia-a-enciclopedia-livre-439x600.jpg","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho, bispo de Hipona, séculos IV e V fez a interpretação da Palavra de Deus do evangelista São Lucas na qual Jesus disse aos seus discípulos que é preciso pedir ao dono da messe para que envie mais pessoas para a messe, pois a messe é grande e as pessoas trabalhadoras são poucas (cfr. Lc 10, 2). Vejamos como foi a análise do Bispo de Hipona, Santo Agostinho em vista da atuação e oração pelas vocações.</p><br />\n<p>Os setenta e dois discípulos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O evangelista São Lucas acrescentou aos doze discípulos, outros setenta e dois discípulos onde Jesus os enviou dois a dois na messe já pronta, e, necessitada de pessoas na evangelização. A messe na qual é falada pelo Senhor, segundo Santo Agostinho seria o povo dos judeus. O Senhor da messe enviou para ele os ceifeiros, enquanto para as gentes, para outros povos, Ele enviou os semeadores. Como é que foi justificada a diferença? O fato era que a messe cresceu no povo dos judeus, dos quais dentre estes o Senhor escolheu os apóstolos. Nestes locais e terras já era madura a colheita na qual fora semeada, porque também os profetas haviam semeado e no tempo de Jesus pediu que se rezasse para o aumento de pessoas na messe </p><br />\n<p>O cultivo de Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho afirmou que é bom contemplar o cultivo de Deus, alegrar-se pelos seus dons e trabalhar no seu campo. Ele disse ainda que neste cultivo trabalhou o Apóstolo São Paulo que afirmou que ele tinha doado mais que todos os outros apóstolos, das quais as forças vinham do Dono da messe: o Senhor Jesus. Desta forma o apóstolo disse que não era ele, mas a graça de Deus que atuava nele (cfr. 1 Cor 15,10). O Bispo dizia que a diferença de Paulo e de Pedro era que o apóstolo Paulo fora enviado para os pagãos, sendo semeador, enquanto para o apóstolo Pedro seria enviado entre os judeus, circuncisos (cfr. At 15,7), sendo ceifador.</p><br />\n<p>A messe entre dois povos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A messe, o cultivo de Deus deu-se em dois momentos: uma já passada, e a outra futura. Se a passada foi com o povo dos judeus, a futura será dada entre os povos pagãos. Na atualidade é preciso anunciar e viver a dimensão do Reino de Deus com pessoas disponíveis, vocacionadas, de modo que é preciso pedir mais pessoas à messe.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus enviou os seus discípulos afirmando a eles que não estariam isentos de perseguições ao afirmar que eles iriam como ovelhas em meio aos lobos (cfr. Lc 10,3). Santo Agostinho afirmou também o encontro de Jesus com a mulher samaritana, quando Ele disse para ela ser o Messias esperado por todas as pessoas. Ela disse que o Messias, o Cristo deveria chegar pois foi anunciado por Moisés e pelos profetas (cfr. Jo 4, 25-26). A messe estava bem presente em Moisés e os profetas como semeadores enquanto os apóstolos seriam os ceifadores. A mulher acreditou nas palavras do Senhor de que Ele era o Messias e por isso ela deixou o balde perto do poço e foi anunciar ao seu povo que encontrou o Senhor. Se ela tinha a idéia da vinda de Cristo, no entanto ela acreditou na sua vinda porque ela o viu de modo que acreditou porque outras pessoas semearam antes pela vinda de Jesus Cristo. Na verdade, trabalharam Abraão, Isaac, Jacó e os profetas semeando palavras e ações à vinda do Senhor, de modo que quando chegou o Senhor, a messe já estava madura, sendo necessitados de ceifeiros</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O semeador é o Senhor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus é o semeador, porque sem ele não é possível fazer nada (cfr. Jo 15,5). As sementes caíram em diversos terrenos como aquele ao longo do caminho, em meio às pedras, entre os espinhos e por fim na terra boa, de modo que é preciso acolher a Palavra de Deus para produzir ações boas que enalteçam o Senhor e o Reino de Deus (cfr. Mt 13,23). Todo o povo de Deus é chamado a semear, plantar, acolhendo docilmente a presença do Senhor para que de fato a messe tenha as pessoas operárias que trabalhem e fazem frutificar a vida pelo Reino de Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O desprendimento das coisas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus recomendou aos discípulos o desprendimento de muitos bens para não levar sacola e outras coisas (cfr. Lc 10,4-6). A pessoa que anuncia o Senhor para outras pessoas é chamada a ser uma pessoa de paz para aquela casa, seus moradores (cfr. Lc 10,5). Se Jesus pede de seus discípulos o desprendimento é porque Ele quer que eles não caíam no orgulho, na soberba, na vaidade de que façam as coisas por atitudes individuais, mas sim por vida comunitária. As pessoas missionárias eram chamadas à abertura do espírito, para que todos amem a missão e tenham vez e voz na vida comunitária, familiar e no Reino. Se o Senhor pediu fidelidade também no desprendimento para não saudar nenhuma pessoa ao longo do caminho, era porque a saudação comprometia um tempo precioso que deveria ser dado ao Evangelho, a boa nova da salvação, ao anuncio do Reino de Deus, da pessoa de Jesus Cristo (cfr. Lc 10,4).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pregadores do Senhor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Senhor desejou que os seus discípulos fossem os seus pregadores, anunciando a boa nova do Reino, a salvação. Eles eram chamados a pregar a paz e possuí-la pela presença do Senhor, não ficando apenas no discurso, mas porque a possuía em si, deveriam transmiti-la pelo contato com Jesus. A paz na terra é amor, caridade entre as pessoas e os povos através da ação evangelizadora que cada pessoa cristã é chamada a fazer com alegria e com amor porque Jesus está com os seus discípulos, que os enviou, envia hoje em missão porque a messe é grande e os operários são poucos. Para isso o Senhor pede de toda a pessoa seguidora dele, a oração para que mais pessoas trabalhem na missão, no anúncio da paz, do Reino de Deus aqui e agora e um dia na eternidade.</p><br />\n"},{"nome":"Maria, sinal de esperança","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Maria-400x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O quadragésimo quinto Círio de Nossa Senhora de Nazaré de Marabá tem como tema: “Maria, sinal de esperança”. A esperança é bíblica, é dom divino, porque nos une a Deus, a única esperança de vida e de salvação, na realização de seu plano de amor para com toda a humanidade. É também um tema ligado ao ano Jubilar 2025, onde nós lembramos a comemoração da Igreja a cada vinte e cinco anos a Redenção assumida pelo Filho de Deus, cujo lema neste ano 2025 é: “Peregrinos da esperança” (Rm 5,5). Vejamos a seguir o significado do tema do Círio em Marabá.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O valor do Círio de Nazaré.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Círio é um momento forte de evangelização, um processo que leva as pessoas a viver os compromissos batismais com o Senhor Jesus Cristo, a Igreja, o engrandecimento do Reino de Deus. O povo se emociona ao ver a berlinda passar com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, porque, sente-a bem próxima de sua vida, agradece as graças alcançadas, pede novos dons para a continuidade da existência com fé, esperança e caridade. Os pedidos feitos a Maria são conduzidos ao seu Filho Jesus. Maria é um sinal esperança para todos nós e para a humanidade rumo à casa do Pai.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A espera pelo Salvador.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria foi uma pessoa que esperava o Salvador. Ela também aguardava os tempos messiânicos porque o Messias deveria chegar à realidade humana. Ela foi escolhida por Deus para ser mãe do Filho de Deus, Jesus Cristo. O anjo Gabriel disse a ela: “Conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. Ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu  reino não terá fim”(Lc 1, 31-33). A Palavra de Deus é bem clara no sentido que Maria foi escolhida por Deus para gerar na carne o Filho de Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria disse sim.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria disse sim ao plano da salvação do Senhor. Após o anjo Gabriel dizer que o Filho que ela geraria, seria obra do Espírito Santo e o poder do Altíssimo lhe cobriria com sua sombra, de modo que aquele que nasceria seria santo sendo chamado Filho de Deus e que Isabel também na sua velhice estava gerando um filho, João Batista, por graça de Deus, ela disse sim ao plano do Senhor para ser a mãe do Filho de Deus na carne colocando-se como sua serva e que tudo se realizasse conforme a vontade divina (cfr. Lc 1, 35-38). O sim de Maria ajuda-nos a viver o serviço, a paz e o amor no Senhor e no mundo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Peregrinos da esperança.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa Francisco colocou como lema do ano jubilar 2025, por ocasião da Redenção assumida pelo Verbo de Deus na carne; “Peregrinos da esperança” (Rm 5,5). Toda a pessoa que segue a Jesus, ama a Igreja é chamada a ser peregrina da esperança. O fato é que a esperança deve reinar sempre mais em nossa realidade familiar, comunitária, social.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A realidade universal.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A realidade do mundo, universal necessita de esperança para viver melhor. Nós necessitamos do dom da paz. A paz não é o silêncio das armas, mas é a reconciliação, o amor entre as pessoas e povos. Estamos atravessando um período difícil pela existência de muitas guerras, conflitos internos em diversos países. Nós suplicamos ao Senhor por intercessão de Maria, pela paz, para que as autoridades e os povos busquem o diálogo, o entendimento, a reconciliação. Somos pessoas que acreditam na esperança de dias melhores, no diálogo entre as nações.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Oração.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Nós necessitamos rezar para que a paz se realize neste mundo de muitos conflitos e guerras. A esperança nos ajuda a ir para frente e pedir ao dono da messe para que a paz se dê entre as pessoas, bairros, realidade municipal, estadual, nacional e internacional. A esperança alude a rezar sempre mais pela boa convivência entre as pessoas, povos e suas autoridades.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria sinal de esperança.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria é sinal de esperança de vida sobre a morte, de alegria sobre a tristeza, de amor sobre o ódio. Ela foi uma mulher ligada ao seu Filho Jesus Cristo na sua missão de anunciar o Evangelho, o Reino de Deus, a cura de muitos doentes, a confortar muitos que sofriam por suas doenças, males e na evangelização dos pobres. Maria é um sinal atual que a realidade presente poderá ser diferente, pela nossa participação à vida comunitária, familiar, e social. Ela é a esperança que vai além de nossa vida atual. O sinal é alguma coisa de visível, de aparente. O sinal nos faz ligar Maria no caminho da vida eterna, junto ao seu Filho Jesus Cristo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela aponta ao seu Filho.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A esperança é uma graça divina, é um dom de Deus. Maria é o dom do Senhor para a realidade que vivemos porque ela carrega o seu Filho Jesus Cristo. Ela é sinal de esperança porque nós necessitamos ser pessoas de esperança em toda a realidade. Ela aponta na sua imagem para o seu Filho Jesus Cristo, de modo que é a Ele que nós devemos recorrer, por intercessão de Nossa Senhora de Nazaré.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma vida carregada de esperança.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria por ser a mãe do Salvador teve uma vida carregada de esperança e de amor. Nós também devemos ser pessoas de esperança, a exemplo de Maria, a nossa Mãe. Ela leve os nossos pedidos e súplicas ao seu Filho Jesus Cristo. Nós carregamos a esperança de um mundo novo onde a esperança pela paz, pelo diálogo e pelo amor se difundam sempre mais no meio de nós e no mundo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Realidade amazônica.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Nós estamos na realidade amazônica com os seus desafios, conflitos. Maria é a rainha da Amazônia. Maria é sinal de esperança na realidade amazônica, pelo respeito entre os povos indígenas, ribeirinhos, povos do campo e das cidades. Nós sabemos que a Amazônia é cobiçada por muitas pessoas, pelas suas florestas, águas e os povos que nela vivem. É preciso o respeito pela Amazônia. Maria é sinal de esperança para vivermos bem neste chão marcado por sangue derramado, mártires, leigos, leigas, ministros ordenados, religiosos, religiosas, lideranças eclesiais e sociais que trabalham em favor da construção do Reino de Deus.</p><br />\n"},{"nome":"A amizade segundo Santo Agostinho","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Santo-Agostinho-e-um-Anjo-430x600.jpg","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A amizade é um dos grandes valores da vida humana e divina (cfr. Ecl 6,14). Ela condiz com o mandamento da lei do Senhor pelo amor a Deus, ao próximo como a si mesmo (cfr.Mt 22,37-39). Jesus disse para os seus discípulos que não os chamaria mais de servos, mas de amigos, porque Ele deu a conhecer tudo o que ouviu de seu Pai(cfr. Jo 15,15). A amizade com Deus faz-nos mais humanos entre nós sempre em busca da paz e do amor, da necessidade de amigos e amigas em vista do Reino de Deus. Veremos a seguir a visão da amizade em Santo Agostinho como graça de Deus e como responsabilidade humana.</p><br />\n<p>O fato do bispo usar a palavra amizade: conhecimento e amor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho tinha presente o termo amizade para exprimir idéias múltiplas. Ele a utilizava para especificar os laços que unem duas pessoas numa mútua simpatia. É o sentido que ele encontrou num plano puramente natural: “O ano da nossa amizade era apenas terminado”<sup>[</sup>, porque na sua juventude descreveu a morte de um amigo. Ele teve presentes também a sua relação com os maniqueus nas quais ele queria aprofundar o sentido da amizade com eles mais do que com os outros homens. Era claro que tudo ocorreu num plano natural da amizade. Mas Santo Agostinho estendeu o sentido da amizade na perspectiva de um ponto de vista muito mais amplo do que o simples conhecimento. A amizade não conhece limites estreitos porque ela se estende a todos aqueles com os quais devemos o nosso amor. É claro também a visão que a amizade não pode ter ligação com o pecado</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A amizade cristã.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho especificou a importância da amizade proveniente da visão cristã. Para ele era uma forma particular da caridade fraterna. O amor a Deus passa pela pessoa do próximo. A Palavra de Deus fala que a caridade apaga uma multidão de pecados (cfr. 1 Pd 4,8). O bispo falava da amizade com Deus que eleva o ser humano à participação da sua mesma vida, dizendo que diante dos perigos é preciso esperar com toda segurança com a amizade de Cristo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Sentimento com outra pessoa.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A amizade provoca na pessoa uma relação com outra pessoa, suscitando sentimentos bons. Os afetos que unem as pessoas amigas chamam-se caridade, amor. O bispo de Hipona utilizou a realidade da amizade não sendo uma questão da razão, mas para amar a outra pessoa e a Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O dom da amizade.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A amizade tem o seu ponto principal vindo do Senhor Deus. Ela é um dom divino. Toda a pessoa deve pedir esta graça para vivê-la na realidade humana. Por isso Santo Agostinho disse que “Nenhuma amizade é fiel se não em Cristo. É somente nele que esta pode ser feliz e eterna”. “Ama verdadeiramente o seu amigo aquele que ama Deus no seu amigo, porque Ele vive nele ou pelo qual vive nele”. O bispo continuou a sua argumentação nesta mesma linha da amizade como dom ao afirmar que é potente a misericórdia do nosso Deus, dando a sua graça para a superação da tristeza através da oração. A pessoa é conhecida pela amizade dada e recebida.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O conceito de amizade alargada.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho colocou o valor da amizade em unidade com o mandamento da lei do Senhor (cfr. Mt 22, 37-38). Desta forma ele alargou e enriqueceu o conceito clássico de amizade, passando do simples conhecimento em forma de amigo, amiga, para alcançar à uma definição como amizade por uma união entre as pessoas que amam a Deus com todo o seu coração, a sua alma, e a sua mente e amam a outra pessoa como a si mesmas, são unidas por toda a eternidade umas com as outras e a Cristo mesmo. O bispo de Hipona colocou a eternidade da amizade porque ela se refere a Deus como dom dado às pessoas neste mundo em vista da eternidade. O fato é que a amizade une as almas em Deus porque elas nunca conhecerão fim, por Deus ser infinito e imortal.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A união das pessoas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A amizade faz uma pessoa amar a outra pessoa. Isto é graça de Deus. Segundo Santo Agostinho só Deus une pessoas, porque só Ele realiza a união das mesmas. O vinculo que as une é a caridade difundida nos corações humanos por obra do Espírito Santo que foi dado aos seres humanos (cfr. Cl 3,14). Este amor é o ágape, é aquele que une Deus Pai a Cristo, Cristo aos seus discípulos e os cristãos entre eles. Pelo seu caráter divino, o amor ágape confere à amizade cristã um caráter de estabilidade, de fidelidade, de amor. Desta forma para Santo Agostinho todas as pessoas que estão unidas a Deus, são também ligadas pela amizade, tratando-se de caridade fraterna, porque a caridade une as pessoas a Deus e às pessoas entre si.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A amizade é conhecimento, é amor a Deus pelas pessoas, tornando-as capazes de amar como Deus ama a todas as pessoas. É preciso cultivar amizades que nos levam à vida eterna. Santo Agostinho colocou a importância da amizade para assim fortalecer os laços entre as pessoas e com o Criador, a fonte da amizade para ser vivida neste mundo e um dia na eternidade, com o Deus Uno e Trino.</p><br />\n"},{"nome":"A parábola do homem rico e do pobre Lázaro em Santo Ambrósio","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/09/download-2.jpg","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus contou para os seus discípulos a parábola do homem que tinha muitas riquezas, e de uma pessoa muito pobre, Lázaro (cfr. Lc, 16,19-31). Os dois estavam próximos e ao mesmo tempo distantes. O Senhor quis dizer que a vida eterna ou a condenação eterna iniciam neste mundo e no julgamento após a morte as coisas se darão conforme a vida vivida neste mundo. A seguir veremos nós a interpretação dada por Santo Ambrósio, Bispo de Milão no final do século IV.</p><br />\n<p>A vestimenta de púrpura.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A parábola colocou a realidade de uma pessoa com muitas riquezas e outra com a pobreza. A pessoa rica se vestia de púrpura, de modo a ter mundanas delícias. A pessoa se aproveitava destas situações não se importando com a vida das pessoas, sobretudo das pessoas mais necessitadas. Ela estava no deleite das realidades presentes, parecendo que tudo andasse bem. Mas nesse caso ele só vivia para ele, não se importando com a vida das outras pessoas.</p><br />\n<p>A figura do pobre.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Lázaro era pobre, buscando sempre ajudas mas estas foram negadas pela pessoa rica. A pessoa que tinha mais condições para ajudar a pessoa pobre ficou indiferente às suas solicitações. Segundo Santo Ambrósio era ele pobre neste mundo, mas era rico diante de Deus. Ele era pobre em palavra, mas era rico na fé (cfr. Tg 2,5), no amor.</p><br />\n<p>A fé de Lázaro.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Ambrósio afirmou que a passagem da Sagrada Escritura aludiria a fé de Lázaro e que foi rejeitada da mesa do rico. Suas feridas sem dúvida horrorizaram o desgostoso rico porque em meio aos seus suntuosos banquetes, na companhia de perfumados convivas certamente não tolerava o mau cheiro daquelas feridas, enquanto os cães as lambiam, porque para o rico o odor do ar da própria natureza proporcionava repugnância.</p><br />\n<p>Alheios à condição humana.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A parábola colocou insolência e a altivez da pessoa rica traduzida em sinais apropriados, pois ela era de maneira alheia à condição humana, indiferente ao sofrimento do pobre, como se estivesse situado acima da natureza humana, encontrando nas misérias dos pobres, incentivos a seus prazeres, chegando a rir do miserável, insultar o faminto e despojar-se daqueles de quem conviria apiedar-se com amor.</p><br />\n<p>A comida do pão e a evangelização dos pagãos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Certamente Lázaro não teve a graça da comida do pão material. Ele a terá do pão espiritual, a vida eterna com o Senhor Jesus. Santo Ambrósio colocou um ponto importante da evangelização dos povos pagãos, a sua vocação, sendo como que as feridas lambidas pelos cães: “Voltarão ao entardecer, e terão fome como cães”(Sl 58,15). Ou mesmo como o reconhecimento do mistério da cananéia quando o Senhor disse para ela que “Ninguém toma o pão dos filhos e o lança aos cães”(Mt 15,26). A mulher cananéia afirmou que os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa dos seus donos (cfr. Mt 15,27). Estas migalhas são do pão que é o Verbo, e a fé no Verbo, as migalhas como pontos fundamentais da doutrina da fé em Jesus. Por isso Jesus disse para ela que grande era a sua fé (cfr. Mt 15,28).</p><br />\n<p>Louvor às coisas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Ambrósio louvou as situações de vida do pobre Lázaro, no sentido que aquelas feridas impediram uma dor perpétua como a pessoa que estava na riqueza. As migalhas seriam especiais, pois elas repeliram um sempiterno jejum que seriam após a morte cumulados de eternos alimentos. As migalhas eram as palavras das Escrituras, que dão vida e salvação às pessoas. Santo Ambrósio colocou a pobreza como sinal de confiança dos pobres em Deus, de libertação para uma vida digna, como as bem-aventuranças tem presentes (cfr. Lc 6, 20).</p><br />\n<p>O grande abismo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre o rico e o pobre, houve um grande abismo, porque após a morte os méritos ou os sofrimentos não puderam mudar-se de modo que o pobre estava no seio de Abraão, na felicidade e o rico foi colocado no inferno, desejoso de haurir, buscar no patriarca e nele uma brisa refrescante (cfr. Lc 16,22-24). O valor da água é importante porque ela é também o refrigério da alma posta entre dores, na qual o profeta Isaias afirmou que brotará água com deleite das fontes da salvação (cfr. Is 12,3). Existe segundo o Bispo de Milão a tortura antes do julgamento porque para o luxurioso carecer de delícias seria uma pena tendo presentes as palavras do Senhor que haverá choro e ranger de dentes, quando as pessoas virem Abraão, Isaac e Jacó e todos os profetas no Reino de Deus (cfr. Lc 16,9).</p><br />\n<p>Ser mestre.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A parábola quer ensinar às pessoas, o valor da partilha, a busca pelo bem, pela paz e o amor entre as pessoas com Deus, para ser mestre em Deus. A situação foi contrária à pessoa rica, quando tinha um tempo para aprender, para viver o amor, mas ela se fechou aos sofrimentos das pessoas. A passagem da Escritura quis colocar pelo ensinamento do Mestre Jesus que o Antigo Testamento era o fundamento da fé, da esperança e do amor, até a sua vinda, sendo desta forma, o cumpridor das Escrituras. O ensinamento fundamental da parábola é a doação das coisas para as pessoas mais necessitadas em vida, doar aos pobres, os prediletos do Reino dos céus (cfr. Lc 6,20).</p><br />\n"},{"nome":"O Reino de Deus como o grão de mostarda em Santo Ambrósio de Milão","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Santo-Ambrosio-07_12.jpg","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus ensinava com muita freqüência aos seus discípulos e ao povo por meio de parábolas, comparações a respeito do Reino de Deus, que se faz presente aqui e agora e um dia na eternidade. Era a forma para as pessoas simples, entenderem a missão da evangelização que Jesus como servo sofredor, o Enviado do Pai assumiu a realidade humana, ao vir neste mundo, não para condenar o mundo mas para salvá-lo (cfr. Jo 3,17). Uma das parábolas proclamadas pelo Salvador foi o grão de mostarda, a menor de todas as sementes, mas quando semeada torna-se uma grande árvore e as aves do céu fazem os seus ninhos nos seus ramos (cfr. Lc13,18-19). Nós veremos a seguir a visão de Santo Ambrósio ao comentar esta passagem importante no evangelista São Lucas.</p><br />\n<p>O ensinamento da parábola.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Bispo de Milão teve presente um importante ensinamento de Jesus levando em consideração a natureza das comparações, não sua aparência. O importante é ver a causa, o por que o sublime Reino dos céus se compara ao grão de mostarda, ligado no entanto, à caridade. Em outra passagem do evangelho o Senhor exortava aos seus discípulos que se eles tivessem fé como um grão de mostarda poderiam fazer grandes coisas, remover montanhas (cfr. Mt 17,19; 21,21). O fato é que o Senhor pede aos apóstolos de que a sua fé aumente diante das dificuldades da vida, de serem pessoas de bem, caritativas. Por isso a fé como um grão de mostarda relaciona-se como São Paulo disse: “Mesmo que eu tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, mas não tivesse caridade nada seria” (1 Cor 13,2).</p><br />\n<p>O Reino dos céus relacionado à fé em Jesus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Reino dos céus, comparado como um grão de mostarda, relaciona-se com a fé em Jesus Cristo, porque o Senhor é o Reino dos céus. Quem tem fé tem o Reino dos céus. Desta forma para o Bispo de Milão tanto o Reino está dentro de nós, como o dom da fé, ligado à caridade, está dentro de nós. Assim como Pedro recebeu a graça da fé pela entrega do Senhor das chaves do Reino dos céus(cfr. Mt 16,19), o apóstolo é convidado a abri-lo também para os outros e para todos.  O Reino dos céus alarga-se com a participação humana.</p><br />\n<p>A força da comparação.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Ambrósio disse que é importante considerar a partir da natureza da mostarda, a força da sua comparação quando o Senhor afirmou que o Reino dos céus seria percebido como um grão de mostarda (cfr. Lc 13,18-19). O grão dessa planta é vil, simples, a menor das sementes, mas quando é batido, reflorescente, expanda a sua força. Da mesma forma a fé, manifesta a graça da sua força, de modo a impregnar com o seu odor também a outros que ouvem a importância da graça e da vida com o Senhor quando tudo é realizado pela caridade.</p><br />\n<p>Os mártires.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Bispo de Milão relacionou o grão de mostarda, os mártires, Félix, Nabor e Vitor, pessoas ligadas ao exército romano, mas convertidas ao cristianismo, que no final dos séculos III e início do IV foram martirizados sob o comando do Imperador Diocleciano, em Milão. Para o Bispo de Milão, tinham eles o odor da fé ainda que estavam escondidos, por manterem silêncio na sua profissão da fé cristã, na sua vida profissional. Eles acreditaram em Jesus, o seu Evangelho e a comunidade cristã.</p><br />\n<p>A perseguição ocorrida.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A grande perseguição ocorreu nesse período em todo o Império contra os cristãos, fazendo com que esses soldados depusessem as armas, dobrassem o pescoço e, abatidos pela espada, expandiram pelo mundo, a graça do seu martírio, de modo que a palavra de Deus se realizasse neles: “Por toda a terra, o seu som se espalhou” (Sl 18,5).</p><br />\n<p>O Senhor é o grão de mostarda.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Ambrósio tendo presente os mártires citados, os dons vividos por eles na sua fé, na sua caridade, disse que o Senhor é o grão de mostarda. Ele sofreu injúrias por parte das autoridades, e muitas pessoas do povo não o conheciam mas Ele foi o grão de mostarda que passou pela morte para chegar à ressurreição dando grandes frutos para a salvação da humanidade e para o Reino dos céus. Foi num horto que Jesus foi capturado e sepultado; Ele cresceu num jardim onde também ressuscitou e tornou-se uma grande árvore, capaz de abrigar povos e nações através de seus discípulos e discípulas espalhando a fé, a esperança e a caridade.</p><br />\n<p>A necessidade semear.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Bispo de Mião convidou os seus fiéis para que semeassem Jesus em seu próprio jardim, como o grão de mostarda, a fim de que a graça da sua obra floresça e o múltiplo odor de virtudes se faça sentir entre as pessoas. A presença de Cristo está lá, quando a pessoa semeia e aparece o fruto. O Senhor semeia, sendo um grão quando é preso, mas Ele torna-se uma arvore quando ressuscita; cobrindo o mundo com a sua sombra. É apenas um grão quando é sepultado na terra, mas ele tornar-se-á uma árvore quando se eleva ao céu. É o Senhor Jesus, o grão de mostarda no qual é preciso semear com fé, esperança e com caridade para que a arvore se torne grande, de modo que é assim o Reino de Deus, ponto fundamental na vida de Jesus e Ele sendo o Reino de Deus, cresça com a nossa participação e um dia Ele seja glorificado junto do Pai pelo Espírito Santo, pelas obras caritativas realizadas neste mundo em favor de todas as pessoas, mas, sobretudo das mais necessitadas, os pobres.</p><br />\n<p>&nbsp;</p><br />\n"},{"nome":"A hospitalidade na Regra beneditina e em São Leão Magno","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/09/download-1.jpg","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A hospitalidade é uma atitude bíblica que coloca a presença de Deus na vida da pessoa que vem de longe ou de perto para a residência humana para pedir ajuda, consolo, uma palavra de esperança e de amor. No dia do juízo é bem presente a palavra de Jesus: “Eu era peregrino e me acolhestes em casa” ( Mt 25, 35). O Senhor Jesus se fará presente nas pessoas que nós acolhermos em nossas vidas. Diante de um mundo de tantas pessoas que se deslocam por causa das mudanças climáticas, guerras, perseguições, violência, é fundamental a acolhida, a hospitalidade das pessoas, dos pobres. Veremos a seguir como esta atitude esteve presente na regra beneditina, séculos V e VI e em São Leão Magno, papa no século V.</p><br />\n<p>A presença de Jesus Cristo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A regra de São Bento recomendava a todos os seus seguidores que os hóspedes que se achegassem às suas casas, fossem acolhidos como Cristo Jesus porque Ele disse: “Fui hóspede e vós me tendes acolhido” (Mt 25,35). É a honra devida para ser dada, seja aos irmãos na fé, seja aos estrangeiros, peregrinos. Ao anúncio de um hóspede, o superior e os irmãos iriam ao seu encontro com todas as considerações da caridade. Haja a oração em comum e depois haja o abraço da paz.</p><br />\n<p>A humildade.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Bento em sua regra afirmava que na saudação, aos hóspedes, quando se aproximassem ou mesmo quando partissem da sua residência, fosse dada das pessoas que acolhessem os estrangeiros, a atitude de humildade pela presença do Senhor Jesus que foi acolhido. Haja a leitura divina em vista da edificação da pessoa e se ofereça toda a atenção humana. Em seguida também se faça a limpeza das mãos e dos pés e todas as pessoas digam em voz alta que acolheram o Senhor Deus, na pessoa dos estrangeiros, a sua misericórdia em meio ao seu templo (cfr. Sl 47 (48), 10).</p><br />\n<p>A ajuda aos pobres.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa Leão Magno afirmou a atitude da compaixão com os pobres. Os fiéis sejam generosos na doação da comida para eles, aqueles que desejam fazer parte da comunidade dos bem-aventurados. O fato é que um ser humano não apareça desprezado por outra pessoa, que o Criador do universo fez como sua. É impossível a pessoa recusar outra que sofre alguma coisa o que é de toda a pessoa, pois é o próprio Cristo Jesus que está sendo visto, doado. É ajudada uma pessoa de serviço e é o Senhor que é presente, dando-lhe graças.</p><br />\n<p>O preço do Reino dos céus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa Leão dizia que o alimento do pobre é o preço do Reino celeste e a pessoa que doa os bens terrenos torna-se herdeiro de bens celestes. A medida das obras é valorizada sobre a balança da caridade, porque quando o ser humano ama aquilo que Deus privilegia, sobe o ser humano no Reino dos céus; É dada a honra ao Senhor que se tornou próximo das pessoas e assumiu a nossa natureza (cfr. Jo 1,14). O bispo de Roma exortava para que os fieis trouxessem de casa bens, alimentos em vista das obras de misericórdia para merecer a bem-aventurança da qual gozará para a eternidade aquele que discerne o necessitado e o pobre (cfr. Sl 40,(41), 2. Desta forma é reconhecida no necessitado e no pobre a “Pessoa do Senhor nosso Jesus Cristo, o qual de rico que era, como disse São Paulo fez-se pobre, para enriquecer-nos com a sua pobreza” (2 Cor 8,9)<sup> </sup>.</p><br />\n<p>A natureza humana é igual para todas as pessoas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma vez que Deus é o Criador do ser humano, São Leão Magno afirmou que a natureza humana é igual para todas as pessoas. Desta forma a nossa natureza mortal mutável é reconhecida em todo o ser humano e por motivo desta condição humana, cada pessoa é chamada a alimentar um sentimento de solidariedade em relação a todas as pessoas de sua espécie: chorar com as pessoas que choram, unir-se com aquelas que sofrem, ajudar aquelas necessitadas, ter presente os doentes que estão em seus leitos, prover alimentos com as pessoas famintas, doar roupas para aquelas pessoas que estão na nudez ou passam frio.</p><br />\n<p>A misericórdia dada.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa São Leão exortava os fieis para que as coisas poupadas através do jejum tornar-se-iam alimento para os pobres numa reta intenção de misericórdia dada com amor aos mais necessitados. Os fiéis eram chamados a empenhar-se na defesa das viúvas, dos órfãos, dos sofredores, a fazer paz com aqueles que lutam, brigam entre si. Desta forma acolha-se o estrangeiro, ajuda-se o oprimido, veste-se o nu, seja dada a atenção à pessoa doente, de modo que a oferenda de tais coisas dadas com amor a Deus, autor de todo o bem, seja concedida por graça divina a sua recompensa celeste.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O evangelho de Jesus Cristo era bem vivido na pessoa dos santos padres, no povo de Deus e hoje é dado para nós, em vista da conversão de vida que o Senhor Jesus tanto pede de cada um de nós. As pessoas pobres, necessitadas de ajuda estão presentes na vida de todos os seguidores, seguidoras de Jesus Cristo e de sua Igreja. Nós somos chamados a viver o mandamento do amor a Deus, ao próximo como a si mesmo, para um dia participar do Reino dos céus.</p><br />\n<p>&nbsp;</p><br />\n"},{"nome":"O Concílio de Nicéia e a unidade do Pai e do Filho","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Primeiro-Concilio-de-Niceia-–-Wikipedia-a-enciclopedia-livre.jpg","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O ano 2025 lembra os 1700 anos de Nicéia realizado em 325 em um grande Concílio, convocado pelo Imperador Constantino, onde foi reafirmada a divindade do Filho, diante da negação ariana que o Filho não fosse Deus. O Concílio disse que o Filho é Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não criado, é da mesma substância do Pai. A doutrina ariana foi condenada pelos 300 bispos reunidos provenientes das diversas partes do Império, mas, sobretudo do Oriente, tendo presentes a unidade do Pai com o Filho e do Filho com o Pai e o Espírito Santo. Vejamos a seguir a visão em Santo Agostinho, bispo dos séculos IV e V em Hipona no Norte da África, a forma como ele desenvolveu a unidade entre as duas Pessoas divinas que reflete a unidade com o Concílio de Nicéia em 325.</p><br />\n<p>O Pai mostra ao Filho as coisas feitas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Bispo de Hipona teve como ponto fundamental o capítulo 5,19-26 de São João onde fala que o Pai mostra ao Filho tudo o que o Pai faz(cfr. Jo 5,19). A verdade é que o Pai faz tudo pelo Filho, por meio dele. Isto significa que o Pai mostra as suas obras ao Filho, antes de fazê-las. Desta forma, o Pai não faz nada sem o Filho, visto que o Filho de Deus é o Verbo de Deus e que “tudo foi feito por Ele (cfr. Jo 1,3).</p><br />\n<p>O Pai irá mostrar obras maiores.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Evangelista São João diz em seguida pela boca de Jesus que o Pai mostrar-lhe-á obras maiores do que estas (cfr. Jo 5,20). O texto está em unidade do milagre, sinal do Senhor, daquela pessoa que foi curada por Jesus, de uma doença havia trinta oito anos de sofrimento. Sem dúvida tratava-se das curas de doenças corporais e outras maiores. O Pai mostrará as obras para que as pessoas fiquem na admiração. É um linguajar que exige fé na Palavra de Jesus, como o Pai mostra, por assim dizer, temporalmente, certas obras ao Filho que é coeterno a Ele e sabe tudo o que é que está no Pai.</p><br />\n<p>O Pai ressuscita mortos: O Filho também ressuscita mortos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus disse “Como o Pai ressuscita mortos e dá-lhes a vida, assim também o Filho dá a vida aos que quer” (Jo 5,21). A obra maior é ressuscitar os mortos, feita pelo Pai e também feita pelo Filho. O fato é que o Filho dá a vida aquelas mesmas pessoas a quem o Pai a dá, lhes concede, visto que não faz obras diferentes do Pai, de modo que o Filho faz as mesmas obras que o Pai faz.</p><br />\n<p>Dar a vida.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Santo Agostinho, dado que provem do Evangelho do Senhor, o Filho dá a vida aos que quer, assim como o Pai dá a vida aos que quer (cfr. Jo 5,21). Nestas afirmações entendem-se que tanto o poder do Filho como a vontade do Pai são os mesmos. Em seguida vem a afirmação do Filho que “O Pai não julga ninguém, mas entregou o julgamento ao Filho, para que todos honrem o Filho como honram ao Pai” (Jo 5, 22-23). Santo Agostinho também afirmou que é impossível alguma pessoa honrar o Pai sem o Filho, porque o Pai está no Filho e o Filho está no Pai, e também pelo fato de que o Pai é assim chamado porque tem o Filho e o Filho é assim chamado porque tem o Pai. A honra dada ao Filho não é menor daquela dada ao Pai, porque as duas Pessoas divinas merecem o mesmo louvor e glória de modo que o julgamento dado ao Pai é concedido ao Filho. Este argumento era visível no arianismo, pela negação divina do Filho, mas foi condenado em Nicéia, de modo que para Santo Agostinho que estava a favor do Concílio, o Filho está na mesma linha de eternidade do Pai e do Espírito Santo.</p><br />\n<p>A unidade do Pai e do Filho.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O bispo de Hipona afirmou a unidade do Pai e do Filho. “Quem escuta a palavra de Jesus e crê n’Aquele que o enviou, possui a vida eterna e não vai a julgamento, mas passou da morte para a vida” (cfr. Jo 5,24). A unidade é perfeita, é eterna entre o Pai e o Filho de modo que a pessoa que escuta a palavra de Jesus está em comunhão com a palavra do Pai, não existindo entre as duas Pessoas divinas nenhuma separação, mas somente unidade. O ponto fundamental é dado neste sentido de que crer n’Aquele que o enviou, o Pai, crê no Filho, pois o Filho é a Palavra, o Verbo do Pai (cfr. Jo 1,1).</p><br />\n<p>A ressurreição para a vida eterna.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus na sua condição de ser humano e divino afirmou que vem a hora e é agora (cfr, Jo 5,25) de que os mortos passarão da morte para a vida eterna. O poder de Jesus que é o mesmo do Pai fará a ressurreição dos mortos, das pessoas que viverem em unidade com o Senhor, com a Igreja, com as pessoas, ressuscitarem no fim do mundo. A afirmação de Jesus de que vem a hora e é agora se referia à ressurreição dos mortos em que os ressuscitados viverão eternamente, ponto que se há de realizar na última hora, sendo o mesmo dom, a ressurreição que o Senhor dará aos seus seguidores e seguidoras, missionários, missionárias.</p><br />\n<p>A vida em si mesmo do Pai também concedida ao Filho.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A vida, o grande dom de Deus dado à humanidade, proveniente do Pai é concedida também ao Filho. “Com efeito, como o Pai possui a vida em Si mesmo, assim também Ele dá ao Filho ter a vida em Si mesmo” (Jo 5,26). O Filho não tem a vida proveniente de fora, mas em Si mesmo: seu ato de viver reside no Pai, não sendo alheio a Ele, não possuindo a vida por empréstimo, nem recebe como participação da vida, e de uma vida que não fosse o que Ele mesmo é, mas Ele possui a vida em Si mesmo, de modo que Ele mesmo é, para Si, a própria vida. Para Santo Agostinho a prova máxima da igualdade do Pai para com o Filho e do Filho para com o Pai, está na afirmação de “Como o Pai possui a vida em Si mesmo, assim Ele deu ao Filho ter a vida em Si mesmo” (Jo 5,26), de modo que a vida é dada nas duas Pessoas divinas de o Pai ter a vida em Si mesmo, sem que ninguém Lha tenha dado, e o Filho ter em Si mesmo a vida que o Pai Lhe deu, não existindo nenhuma subordinação mas a sua plena igualdade entre as duas Pessoas divinas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho foi um fiel seguidor do Concílio de Nicéia colocando a comunhão das Pessoas divinas sobre o mesmo plano, afirmando a Unidade e a Trindade, não sendo três deuses, mas um único Deus em três Pessoas. Como o arianismo negava a divindade do Filho na eternidade, era preciso afirmar a sua plena comunhão de substância com o Pai, sendo Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não criado. Nós professamos a nossa fé em Deus Uno e Trino. Pelos sacramentos da Iniciação à vida Cristã, somos nós chamados a viver em comunhão em nossas comunidades, famílias, paróquias, Dioceses, para que o mistério de Deus Uno Trino seja louvado e amado através das obras boas que fizermos, sobretudo aos mais necessitados a fim de que um dia vivamos na plena comunhão com a comunidade dos santos e das santas e com o Deus Uno e Trino.</p><br />\n"},{"nome":"O mistério de Deus Uno e Trino em Santo Agostinho","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/08/download-470x600.jpg","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Nós acreditamos em Deus Uno e Trino que se manifestou seja pela Sagrada Escritura, o Antigo Testamento, seja por Jesus Cristo, pelo Novo Testamento. É claro que pela noção do Antigo Testamento nós temos mais uma doutrina de um Deus único, percebido no monoteísmo dos Profetas, sobretudo com Elias, Jeremias falaram bem ousadamente estes pontos. Já no Novo Testamento com Jesus Cristo nós temos a revelação de Deus Uno e Trino, porque Jesus é a imagem do Pai, e o Espírito Santo desceu nele por ocasião da saída das águas do rio Jordão no batismo(cfr. Mt 3,16). Santo Agostinho de Hipona foi um bispo dos séculos IV e V que desenvolveu toda uma doutrina em relação ao mistério de Deus Uno e Trino. Veremos a seguir alguns pontos fundamentais de seu pensamento.</p><br />\n<p>A substância de Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O bispo de Hipona afirmou que a substância de Deus é simples, imutável. Para chegar à esta conclusão ele afirmou que a criatura humana é sempre múltipla, nunca simples. O corpo humano, por exemplo, tem várias partes, umas maiores e outras menores. O céu e a terra constam de partes inumeráveis. A natureza de Deus é imutável já a criatura é mutável. A fé cristã conduz à concepção do Deus único.</p><br />\n<p>Os nomes divinos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Deus é chamado com nomes múltiplos como grande, bom, bem-aventurado, veraz e outros nomes. A sua grandeza é a sua sabedoria, não pelo volume, mas sim pelo poder. A sua bondade é sua sabedoria e grandeza, como também a sua veracidade. Tudo isso se refere aos seus atributos. Nele não são realidades diferentes o ser feliz, o ser grande ou veraz ou bom, porque há uma única realidade, a sua natureza, o ser de Deus.</p><br />\n<p>Deus é Trino.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Deus é Trindade: isto é o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus, não se tratando de três deuses, mas um único Deus em três Pessoas. As Pessoas não são concebidas de uma forma separada, mas juntas, de modo que não é Tríplice. As Pessoas divinas são inseparáveis, porque o Pai está com o Filho e o Filho está com o Pai e o Espírito Santo é o amor do Pai e do Filho. As Pessoas estão juntas, de modo que nunca nenhuma está só. Quando se chama o Pai, é só o Pai assim como as outras duas Pessoas divinas, também pelo fato de que as outras duas Pessoas não são o Pai.</p><br />\n<p>A natureza de Deus Uno.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho afirmou que as Pessoas divinas não podem ser vistas de uma forma separada, mas unidas formando a natureza divina, não como quarto elemento na dimensão divina, mas é um Deus em três Pessoas. Se na realidade das coisas, o ser maior é igual a ficar melhor, porque pode haver as mudanças das coisas, em Deus, não é assim, porque a sua natureza é imutável, inacessível. O nosso ser torna-se maior quando se une ao Senhor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Deus, única natureza o Filho se une ao Pai que lhe é igual e o Espírito Santo também igual ao Pai e ao Filho, de modo que não se torna maior do que cada uma das Pessoas, pois nisso está perfeição, de modo que perfeito é o Pai, perfeito é o Filho, perfeito é o Espírito Santo. Desta forma digamos perfeito é Deus Pai, Filho, e Espírito Santo, sendo Deus Trindade, não tríplice, três pessoas separadas, ou sendo três deuses, mas um único Deus em Três Pessoas.</p><br />\n<p>A demonstração de um só Deus em três Pessoas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A nossa fé afirma que Deus é dado no Pai e no Filho e no Espírito Santo. O Deus único e verdadeiro, diz Santo Agostinho não é somente o Pai, mas é o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Se alguma das pessoas humanas perguntar se o Pai é Deus, o fiel responderá que sim, mas não somente Ele, mas que o único Deus é o Pai, o Filho e o Espírito Santo. As três pessoas juntas são o Deus único e verdadeiro.</p><br />\n<p>A fé em Deus Uno e Trino.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho disse deixando de lado a compreensão racional do mistério dos mistérios, manifesta a fé, a esperança e a caridade na mais perfeita igualdade do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Na Trindade, tudo é dado na origem mais sublime de todas as coisas e graças, assim como a beleza, a alegria e o amor infinitos. Nós manifestamos a fé em cada das Pessoas divinas, está em cada uma das outras, e todas em cada uma, e cada uma em todas estão em todas, e todas são um. Assim acreditamos que Deus é Uno e é também Trino.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Nós somos chamados a viver e a testemunhar para os outros e para o mundo o mistério de Deus Uno e Trino, assim como fez Santo Agostinho. Ele criou as coisas e os seres humanos de uma forma tão bem que bendizemos o seu nome. Ele mora em nossos corações. Lutemos pela paz para que o mundo seja um local de justiça, de amor entre as pessoas e entre os povos. Nós somos chamados a amar a Deus, ao próximo como a si mesmo. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, Deus Uno e Trino agora e por toda a eternidade.</p><br />\n"},{"nome":"A hospitalidade nos séculos IV e V","imagem":false,"descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá &#8211; PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A acolhida é um dom divino e é também um dos compromissos dos fiéis seguidores e seguidoras do Senhor Jesus, uma vez que Ele quer ser amado por todas as pessoas mas sobretudo por aquelas mais necessitadas, porque nelas Ele se faz presente (cfr. <em>Mt</em> 25, 40). Nós estamos passando por muitas guerras, fome, violências de modo que muitas pessoas necessitam migrar para outros países ou comunidades. É importante perceber a atuação da Igreja nos séculos IV e V através dos bispos, sacerdotes, leigos e leigas, os santos padres que deram um bom testemunho assumindo atitudes acolhedoras para o povo simples, pobre que vinha de longe em relação às suas comunidades.</p><br />\n<p>A face do nosso Salvador.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Gregório de Nissa, bispo do século IV afirmou a presença do Senhor Jesus na face de pessoas nuas e sem teto. Às portas de muitos fiéis existia uma multidão de prisioneiros, e dentre estes, não faltavam estrangeiros e emigrantes que estendiam a mão para uma ajuda. Muitos deles se refugiavam nas grutas, mas também encontravam pessoas de boa vontade que os alimentavam. Em relação à bebida, tomavam as águas nas fontes como os animais.</p><br />\n<p>Desde o princípio não era assim.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Gregório de Nissa tinha presente a vida primitiva quando Deus criou tão bem as coisas e as pessoas (cfr. Gn 1). Esta vida errante e selvagem não foi assim desde o principio, mas era conseqüência das desventuras, das injustiças, e dos sofrimentos humanos. Por isso o bispo convocava as pessoas para que o jejum realizado ajudasse aquelas pessoas. A generosidade fosse dada aos infelizes, pessoas mais necessitadas. As coisas poupadas ao seu estômago fossem concedidas ao faminto, porque um justo temor de Deus produziria a igualdade.</p><br />\n<p>O Verbo eterno de Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Gregório também dizia que as melhorias das coisas não fossem só belas conversas para modificar a vida de quem estivesse na miséria, mas sim houvesse a caridade, o amor. Um bom desejo que viria do coração para se tornar realidade pela ação humana visasse o amor para com os pobres. O Verbo eterno de Deus dê a eles a casa, a cama, a mesa, através da palavra dos servos, servas, porque com os bens que a pessoa teria, procurasse aquilo que mais servisse aos mais pobres.</p><br />\n<p>A pessoa também era pobre.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Nisseno afirmava que ainda que a pessoa dissesse que também ela era pobre, ela deveria dar aquilo que tem para pessoas mais pobres, porque Deus não pede além das próprias forças. Se uma pessoa desse um pão, outra ajudasse com uma bebida, um outro ainda concedesse uma roupa, um pouco de solidariedade libertar-se-iam alguma ou mais pessoas, das desgraça, dos sofrimentos do qual muitas passavam. As moedas da viúva foram bem consideradas pelo Senhor porque ela deu muito mais do que os outros (cfr. <em>Lc</em> 21, 1-4).</p><br />\n<p>O rosto do Senhor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Gregório convidava as pessoas para não desprezar os pobres que estivessem no chão como se não merecessem nada. Eles estavam naquela situação porque pediam ajuda para quem tivessem mais condições de vida. Eles possuíam uma dignidade pelo fato de que eles revestiram a face do nosso Salvador.</p><br />\n<p>O benefício da hospitalidade.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Evágrio Pôntico, monge do século IV dizia que a hospitalidade trazia benefícios seja para a pessoa que necessita, seja para quem a recebe. Como a pessoa não mostraria bondade e caridade para com o irmão por ele ser membro da caridade portadora de Cristo? Se uma pessoa vier a fazer-lhe uma visita, seja caritativa para com ela, porque trata-se da visita do Senhor. O monge afirmava que não se podia dizer que as visitas das pessoas fossem um incômodo, mas era uma ajuda na luta contra a falange do Adversário porque unidos pelo vinculo da caridade, afastaremos o mal e transferiremos o fruto do trabalho das nossas mãos no tesouro da hospitalidade.</p><br />\n<p>O colírio de Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O monge Evágrio também afirmou que o hóspede e o pobre são o colírio de Deus (cfr. <em>Ap </em>3,18). Quem os acolhe recuperará logo a vista. O Deus que seguimos e adoramos quer o bem de todas as pessoas, sobretudo dos pobres e dos marginalizados. A Sagrada Escritura tem presente a predileção do Senhor para as pessoas que são mais necessitadas.</p><br />\n<p> O estrangeiro e o peregrino.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São João Crisóstomo, bispo de Constantinopla, nos séculos IV e V dizia que os santos eram estrangeiros e peregrinos neste mundo em vista do Reino dos céus. Abraão declarou-se ser uma pessoa estrangeira e peregrina porque ele saiu de uma terra distante para fazer a vontade de Deus (cfr. <em>Gn</em> 12,1). O rei Davi também disse que era estrangeiro e peregrino como todos os seus pais (cfr. <em>Sl </em>38,13). Os santos habitavam em tendas e compravam com o seu dinheiro as sepulturas aparecendo de uma forma clara que eram estrangeiros, pois eles não tinham local onde sepultar os seus mortos. O Senhor disse a Abraão de abandonar a sua terra e de ir numa terra estrangeira (cfr. <em>Gn</em> 12,1). Desta forma ele praticou a virtude humana da hospitalidade, preparando-se para a vida divina através da hospitalidade e da caridade fraterna.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Nós vimos as manifestações dos autores cristãos, os padres da Igreja que elaboraram aspectos da hospitalidade cristã, tendo como ponto essencial Jesus Cristo que veio do Pai e pedia aos seus discípulos, discípulas a acolhida de muitas pessoas. Nós somos chamados a viver a Palavra de Deus que nos chama à conversão de vida, assumirmos obras de caridade para um dia participarmos do Reino dos céus.</p><br />\n"},{"nome":"A vocação: Chamado do Senhor e Resposta humana","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/07/48ebe0bce682051b571bbb89701885d1-463x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: center;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O mês de agosto é comumente conhecido como o mês vocacional, na vida e na missão da Igreja do Brasil e para o mundo. Rezemos ao Senhor para que aumente o número de pessoas à vida sacerdotal, religiosa, matrimonial e de ministérios leigos e leigas. “Peregrinos porque chamados”: é o tema colocado pela CNBB para ser refletido nas famílias, nas comunidades e na sociedade. O tema está ligado ao ano jubilar, pelo fato de que a peregrinação possibilita a conversão de vida para Deus, para a comunidade e um dia para o seu Reino. O lema é: “A esperança não decepciona porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações” (Rm 5,5).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A vocação coloca o ponto fundamental que é o chamado do Senhor para as pessoas e a resposta humana dada com alegria e com amor. O chamado do Senhor dá a dimensão da missão para a pessoa para que ela viva em unidade com Deus e com o seu povo. A seguir nós veremos como o chamado ocorreu com profetas, com o Senhor Jesus Cristo e com os padres da Igreja, os primeiros escritores cristãos.</p><br />\n<p>Deus chamou pessoas para serem os seus profetas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Os profetas receberam o chamado do Senhor Deus para anunciar a sua palavra ao povo e denunciar os seus pecados. O chamado deu a eles a capacidade de viveram a missão as vezes permeada de perseguições, de calúnias, incompreensões, mas eles carregavam a esperança da presença de Deus em suas vidas em vista da fidelidade à Aliança com Deus.</p><br />\n<p>Jeremias.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"> Jeremias sentiu-se chamado pelo Senhor num plano anterior à sua existência: “Antes que te formasse no seio de tia mãe, eu te conheci, antes de saíres do ventre, eu te consagrei e de fiz profeta para as nações”(Jr 1,5). O Senhor tinha pensado nele como profeta das nações. É fundamental afirmar que o chamado pertence a Deus e faz a pessoa estar profundamente ligada ao Senhor. Ainda que Jeremias dissesse que ele não saberia falar, era apenas um menino, o Senhor lhe respondeu que ele seria enviado a todas as pessoas a quem Ele o enviasse; ele não deveria ter medo, pois, o Senhor estaria com ele. O Senhor mesmo pôs as suas palavras na sua boca para dar-lhe força sobre as nações e reinos, para arrancar e derrubar, para devastar e destruir para edificar e plantar (cfr. Jr 1, 7-10).</p><br />\n<p>Isaias.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Isaias sentiu o chamado numa manifestação do Senhor no templo. O profeta disse que ele era uma pessoa de lábios impuros no meio de um povo de lábios também impuros. No entanto um dos anjos tocou a sua boca afirmando que a sua culpa estava sendo tirada e o seu pecado perdoado. A voz do Senhor se fez aparecer dizendo a quem enviaria? A quem iria pelo Senhor? O jovem Isaias disse de uma forma livre e disponível ao chamado do Senhor que ele estava lá, e ele era para ser enviado (cfr. Is 6,1-8). O Senhor contou com Isaias para assumir a missão da profecia, graça de Deus, junto ao povo escolhido.</p><br />\n<p>Jesus chamou pessoas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">É essencial ver o chamado na pessoa de Jesus, o Enviado, o Missionário do Pai. O chamado do Senhor fez-se em meio ao trabalho das pessoas. Jesus estava caminhando junto ao mar da Galiléia de modo que Ele viu Simão, chamado Pedro e o seu irmão André. Como eles eram pescadores de peixes Jesus disse para que eles o seguissem, e Ele os faria pescadores de homens. Eles deixaram imediatamente as redes e seguiram a Jesus. No prosseguimento da caminhada vocacional Jesus viu outros dois irmãos, Tiago e o João, os quais estavam consertando as redes. Jesus os chamou e eles também imediatamente, deixando o barco e o pai, o seguiram (cfr. Mt 4, 18-22). Os discípulos serão pescadores de pessoas para levá-las até Deus, tornando-as mais humanas, serviçais ao Reino de Deus e à sua Igreja.</p><br />\n<p>Jesus chamou aqueles que Ele quis.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O evangelista Marcos colocou o chamado do Senhor na sua maior liberdade. Ele foi à montanha e chamou as pessoas que Ele quis e que foram até Ele. Para lembrar o número doze, em relação às doze tribos de Israel, Jesus constituiu doze pessoas para estarem com Ele, e para enviá-los a anunciar, com autoridade para expulsar demônios (cfr. Mc 3,13-15). O chamado que o Senhor fez para com os seus discípulos era para estar com Ele. Para ser enviado era preciso praticar as coisas, as obras que Jesus fazia. A pessoa deveria aprender de Jesus a amar o Senhor Deus, o próximo, como a si mesmo, as pessoas necessitadas. O chamado é um aprendizado com o Senhor para servir e amar. Jesus expulsou nas pessoas os espíritos maus de modo que os seus discípulos fizessem as mesmas atividades. Os espíritos maus são o egoísmo, a falta de amor para com o próximo, a falta da alegria. Era preciso como ontem e hoje, a expulsão dos espíritos maus nas pessoas para seguir a Jesus e a sua Igreja.</p><br />\n<p>A economia divina.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Em relação aos padres da Igreja, os primeiros escritores cristãos, é preciso ver o chamado do Senhor às pessoas e aos povos. A Carta a Diogneto, escrito nos séculos II e III descreveu a economia divina para a salvação humana. Deus manifestou o seu poder. Nós percebemos que a vocação é graça de Deus, e, é dada na responsabilidade humana. Diante da situação de pecado e morte humanos, o Senhor veio ao nosso encontro. Ele tomou sobre si os nossos pecados e enviou o seu Filho para nos resgatar dos nossos pecados, o incorruptível pelos corruptíveis, o imortal pelos mortais. Nós fomos justificados pelo Filho de Deus. A vocação do Senhor reparou a injustiça de muitos tornando justa a humanidade junto de Deus</p><br />\n<p>A sucessão apostólica.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A vocação foi também dada pela sucessão apostólica, no sentido da continuidade da verdade que vem de Cristo e Cristo de Deus. Tertuliano, padre da Igreja do século terceiro afirmou a sucessão apostólica como um dado fundamental na vocação do Senhor ao apóstolo, e os seus sucessores. A sucessão fez ver que o primeiro bispo recebeu a investidura e foi precedido por um dos apóstolos, ou ao menos por uma pessoa apostólica na qual teve uma relação profunda até chegar ao Senhor Jesus Cristo. As Igrejas apostólicas colocaram bispos ligados aos apóstolos, os apóstolos com Cristo e Cristo com Deus.</p><br />\n<p>A vocação da Igreja: o mundo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho, Bispo de Hipona, séculos IV e V afirmou que a vocação da Igreja era de ir para o mundo anunciar a boa nova de Jesus. Por graça de Deus ela está presente em muitos lugares do mundo tendo um grande corpo e uma única Cabeça que é o Salvador Jesus Cristo (cfr. Cl 1,18). A exaltação da Cabeça, ocorrida após a ressurreição de Jesus, objetivando a palavra do Senhor dita aos séculos anteriores, onde se diz que seja exaltado a Deus, além dos céus (cfr. Sl 56,12). A Igreja difundiu-se nos diversos lugares da terra com abundantes frutos de paz e de amor.</p><br />\n<p>A ação missionária.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Gregório Magno, papa no final do século VI e início do século VII reconheceu a ação missionária sendo vocação para a Igreja, de levar o evangelho do Senhor para as populações que ainda não ouviram falar do Senhor e da própria Igreja. O Papa aconselhava aos missionários e às missionárias para que não houvesse a destruição dos templos pagãos, mas de suas imagens, mudando-se o culto ao verdadeiro Deus. As relíquias dos santos e de mártires seriam colocadas nos altares para celebrar o louvor agradável a Deus pelas festas litúrgicas, como o Natal e a Páscoa.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A vocação é a doação de si mesmo para o Senhor e para o mundo na qual a pessoa corresponde à vida que recebeu de graça. Ela é um dom de Deus para ser doado para os outros e é também responsabilidade humana. Jesus fez de si mesmo uma continua doação. Será sempre importante a oração nas famílias, nas comunidades pelas vocações para que mais pessoas trabalhem pela Igreja e pelo Reino de Deus. Deus envia vocações de modo que é preciso conhecê-las e fazer sempre o discernimento para que os jovens se decidam bem na vocação. A vocação é a presença do Senhor para viver bem no mundo de hoje e um dia na eternidade.</p><br />\n"},{"nome":"O exemplo de Santo Agostinho em relação à hospitalidade.","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Santo-Agostinho-385x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: center;\">O exemplo de Santo Agostinho em relação à hospitalidade.</p><br />\n<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p>Santo Agostinho viveu no Norte da África e atuou como Bispo de Hipona de 396 a 430. Foram mais de trinta anos na direção da Igreja de sua Diocese e também em toda a região, juntamente com outros bispos, sacerdotes e povo de Deus. Foi um dos grandes bispos na vida eclesial e social deixando para a Tradição uma série de obras muitos importantes, de muito valor seja para a Filosofia, seja para a Teologia. Vejamos a seguir o exemplo dele em relação à hospitalidade na qual acolheu com amor muitas pessoas em sua Diocese e casas de formação.</p><br />\n<p>As pessoas que pedem alguma coisa.</p><br />\n<p>Santo Agostinho fez uma descrição das pessoas que pedem aos outros, coisas para melhor viver a sua vida. Quem são as pessoas que pedem? São seres humanos, pessoas frágeis, são pobres, iguais a nós. Eles são pessoas iguais daquelas que tem mais condições de vida que eles. Neles está presente o Senhor Jesus que se fez igual a nós em tudo, menos o pecado (cfr.<em> Hb</em> 4,15). As pessoas não levarão nada consigo de riquezas de modo que só a superação do orgulho contra o pobre e a caridade como dons, permanecem para sempre.</p><br />\n<p>Estrangeiros neste mundo.</p><br />\n<p>Santo Agostinho afirmou que todas as pessoas neste mundo são estrangeiras as quais passam de uma forma rápida. É preciso reconhecer o valor da hospitalidade, graças a este caminho que leva as pessoas a alcançar a Deus. É fundamental acolher um hóspede do qual a pessoa é também companheiro de viagem ao longo do caminho pelo fato de que neste mundo todos são estrangeiros (cfr. 1 <em>Pd </em>2,11).</p><br />\n<p>Verdadeiro cristão.</p><br />\n<p>O bispo de Hipona dizia que seria um verdadeiro cristão quem reconhece o fato de ser estrangeiro também na sua casa e na sua pátria. A nossa pátria é lá no alto, porque lá não mais seremos hóspedes. O fato é que cada um de nós é hospede nesta terra também em sua própria casa. Sendo hóspede a pessoa irá embora algum dia deste mundo, de modo que vive a condição de hóspede. Se o deseja ou não, o fato é que a pessoa é um hóspede.</p><br />\n<p>A esperança de ver Cristo nas pessoas.</p><br />\n<p>Santo Agostinho afirmou a importância de ver Cristo Jesus nas pessoas. Ele teve presente os dois discípulos de Emaús que tinham perdido a esperança em Cristo porque o tinham visto morto(cfr. <em>Lc</em> 24,13-24). Desta forma Ele teve que abrir para eles na suas mentes, o sentido das Escrituras para que Ele fosse reconhecido como o eterno vivente mas Ele deveria passar pela morte. Assim Ele teve que explicar desde Moisés, os profetas a afirmação que era necessário que Ele passasse na morte para Ele entrar na sua glória (cfr. <em>Lc</em> 24,26).</p><br />\n<p>Ao partir do pão.</p><br />\n<p>Jesus ressuscitado falou para os dois discípulos a respeito das Escrituras mas Ele ainda não tinha sido reconhecido no caminho, senão, no partir do pão. Desta forma é importante acolher os hóspedes, pois nestes acolhe-se Cristo Jesus. Será que não se acolhe Jesus nestas pessoas? É o próprio Senhor que diz: “Eu era estrangeiro e me acolheste” (<em>Mt</em> 25,35). Os justos dirão ao Senhor naquele momento quando é que eles o acolheram, o hospedaram? Ele, o Filho do Homem dirá: “Todas as vezes que fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes” (<em>Mt</em> 25,38-40). O bispo de Hipona afirmou também que quando um cristão acolhe outro cristão, uma outra pessoa, acolhe-se a Cristo Jesus.</p><br />\n<p>Nesta terra alimenta-se Jesus,</p><br />\n<p>Para Santo Agostinho o fato de alimentar alguma pessoa mais necessitada que a pessoa que tem mais condições, diz respeito a Jesus mesmo. A pessoa alimenta nesta terra Jesus. É também quando a pessoa dá de beber a Ele, o veste, quando está nu, o acolhe quando está estrangeiro, Ele é visitado quando está doente. Desta forma percebemos nesta viagem Cristo Jesus na necessidade. Enquanto nós estivermos neste mundo, haverá os necessitados, e nestes, Ele chama a si todos os necessitados. Na outra vida não terá mais fome, sede, nudez, nem doença, nem migração, nem sofrimento.</p><br />\n<p>O valor da misericórdia.</p><br />\n<p>Santo Agostinho falou do valor da misericórdia na vida do seguidor e da seguidora de Jesus Cristo e de sua Igreja. O que é a misericórdia? O bispo de Hipona disse que não é outra virtude senão que diz respeito à parte do coração tocada pela miséria. Ela é dita misericórdia por motivo do sofrimento provado diante de uma pessoa em estado de dificuldade, de miséria: ambos gritam a miséria e o coração. O fato é que quando a miséria dos outros toca o nosso coração, se fala de misericórdia.</p><br />\n<p>As boas obras.</p><br />\n<p>Santo Agostinho afirmava que todas as boas obras feitas neste mundo diziam respeito com a misericórdia. Quando por exemplo a pessoa ajuda com um pão ao faminto; ela ofereceu com amor aquele gesto, porque era um ser humano semelhante a pessoa. Quando a pessoa faz este gesto de oferecer o pão, a pessoa sofre com quem tem fome; se a pessoa der água, sofre com quem tem sede; se a pessoa ajuda com a roupa, vestido, sofre com quem é nu; se a pessoa acolhe um hóspede, sofre com o estrangeiro; se a pessoa visita o doente, sofre com ele; se a pessoa sepulta um morto, a pessoa chora sobre ele; se a pessoa reconduz à paz quem ama os conflitos, a pessoa sofre com quem é conflituoso. Estas obras se realizam pelo fato de que nós somos chamados a amar a Deus, ao próximo como a si mesmo. Estas boas obras tornam-nos bons cristãos, cristãs e um dia participantes do Reino dos céus.</p><br />\n<p>Nós percebemos Santo Agostinho, bispo dos séculos IV e V uma pessoa que seguiu a Jesus com fé, esperança e com caridade. Ele atuou em favor de todas as pessoas mas sobretudo com as pessoas mais necessitadas na família, na comunidade e na sociedade. Ele aludiu ao valor da hospitalidade, dom de Deus e responsabilidade humana para que a pessoa fosse acolhida neste mundo e um dia na eternidade.</p><br />\n"},{"nome":"A acolhida no tempo atual e na vida da Igreja no século IV","imagem":false,"descricao":"<p style=\"text-align: center;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A acolhida é uma atitude da vida humana e cristã. Ela coloca a importância de vivê-la na realidade das pessoas, com o intuito de ajudá-las, pois ela faz-nos entrar em contato com o Senhor Jesus. Ele espera de nós pessoas acolhedoras nos irmãos e nas irmãs necessitados de acolhida. A Palavra de Jesus fala no juízo final na qual Ele era forasteiro, estrangeiro e as pessoas o acolheram em casa (cfr. <em>Mt</em> 25, 35). A palavra acolhida em unidade com a hospitalidade vem do latim <em>hospitalitas-atis</em>, cujo significado é ser hóspede, cordial generoso em acolher e tratar as pessoas hóspedes, necessitadas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A missão da Igreja da acolhida na atualidade e na Igreja antiga.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja segue os passos do Senhor na acolhida de muitas pessoas. Em nossas comunidades, paróquias, dioceses temos nós a pastoral da acolhida. É um serviço bonito prestado na grande maioria, por leigos e leigas. A acolhida é a assunção da palavra de salvação de Jesus, porque o julgamento será dado pelo amor ao próximo na palavra do Mestre, o Rei que é Jesus: “Todas as vezes que fizestes isso a um destes mínimos que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes” (<em>Mt</em> 25, 40). A seguir nós veremos como esta palavra se concretizou na vida eclesial e comunitária a partir do século IV do cristianismo na vida dos santos padres e de lideranças das comunidades.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Concílio de Nicéia.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Concílio de Nicéia, realizado em 325 teve um papel essencial na vida eclesial e doutrinária ao afirmar a divindade do Verbo de Deus, ponto proveniente desde a concepção do Filho de Deus na carne (cfr. <em>Jo </em>1,14), mas também na questão da acolhida das pessoas cristãs em relação àquelas que vinham de longe. Ele afirmava que em toda a cidade sejam instituídos, construídos edifícios em relação aos estrangeiros, pobres, doentes. Estes edifícios receberiam o nome de casa de acolhida para os hóspedes.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Um monge assumisse esta missão.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Concílio colocava também que fosse o Bispo a nomear um monge escolhido entre os monges que habitavam no deserto. Ele fosse um estrangeiro, longe de seus parentes, que desse um bom testemunho de vida e de ser uma pessoa honesta, de modo que ele fosse o chefe da casa de acolhida das pessoas necessitadas e que provinham de longe de suas cidades.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A missão.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta pessoa que vivia nos mosteiros sendo a coordenadora da casa de acolhida dos hóspedes tinha como missão preparar as camas, as cobertas e tudo aquilo que é necessário para os doentes e para os pobres. O Concílio disse também caso a Igreja não tivesse bens suficientes para a assunção das despesas diversas, haveria uma maneira de pedir ajuda aos fiéis e os cristãos dariam conforme as suas possibilidades para que assim provesse a sustentação dos irmãos e das irmãs, dos estrangeiros, dos pobres e dos doentes segundo as necessidades de cada pessoa. O monge responsável, desta casa era chamado a zelar pelas coisas necessárias a serem adquiridas em vista de um bom serviço para com todas as pessoas pobres em seus meios.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O perdão dos pecados.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Concílio de Nicéia dizia que todas ações caritativas em favor dos pobres, dos estrangeiros seguiam a Palavra de Deus em vista do perdão dos pecados (cfr. <em>1 Pd </em>4,8). As culpas seriam expiadas e sobretudo as pessoas se aproximassem a Deus pela realização da caridade para com os estrangeiros, os doentes, os pobres mais necessitados de ajuda.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O que fazer de bom?</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Basílio de Cesareia foi bispo do século IV, grande pessoa defensora das pessoas simples, e dos pobres. Ele foi conhecido como o bispo social. Ele interpretou a parábola do rico insensato no evangelista São Lucas (cfr.<em> Lc </em>12,16-18) onde ele teve uma boa colheita de bens de modo que se perguntou o que fazer? Ele podia ter dito o que fazer de bom para as pessoas necessitadas? No entanto, ele pensou somente no seu bem estar. O bispo distinguiu os bens provenientes de Deus como a terra fértil, um clima temperado, a abundância das sementes, e todas as coisas que agilizaram a cultivação da terra e torná-la fecunda. E quais seriam os dons para o ser humano conceder ao Criador e as pessoas mais necessitadas? Em primeiro lugar aquela pessoa teve dureza de caráter, atitude fechada em relação às outras pessoas, incapacidade de compartilhar os bens. Tudo isso foi perceptível naquele homem, rico de bens que não se abriu ao Benfeitor, o Senhor Deus e às pessoas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O esquecimento das coisas boas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Basílio dizia que o rico foi insensato no sentido de que ele esqueceu a comum natureza dos seres humanos, não pensou do dever de distribuir o supérfluo aos necessitados, não levava em consideração a palavra de Deus para não recusar de fazer o bem ao necessitado (cfr, <em>Pv</em> 3,27); a procura em dividir o seu pão com a pessoa faminta (cfr. <em>Is</em> 58,7).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O grito dos profetas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Aquela pessoa não ouviu o grito dos profetas e dos mestres que clamavam pela partilha das coisas. Os celeiros estavam cheios de trigo, mas tinha um coração ávido, pois nunca estava contente com os bens recolhidos, pelo acúmulo de coisas previstas de ano em ano, os celeiros não comportavam mais a quantidade de bens acumulados de modo que ele disse: O que fazer? Ele pensou em si e não mais nos outros, sobretudo as pessoas mais necessitadas e na abertura para com o Senhor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A acolhida do estrangeiro.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São Gregório de Nazianzo, bispo do século IV falou da acolhida do estrangeiro seja necessário pelo fato de que o Senhor se faz presente nele (cfr. <em>Mt</em> 25, 35). Ele também tinha presente a palavra de São Paulo que diz que o Senhor de rico se fez pobre para nos tornar ricos por sua pobreza(cfr.<em>2 Cor</em> 8,9). Ele citava também o pobre Lázaro que tinha necessidade de pão para comer e água para beber (cfr. <em>Lc</em> 16,19-31), talvez um outro pobre estaria deitado diante de sua moradia.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A mesa eucarística.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele dizia era necessário ter respeito à mesa eucarística na qual a pessoa se aproximava, do pão na qual a pessoa tomou parte, do cálice no qual tomou a bebida estando iniciado aos sofrimentos de Cristo Jesus. A pessoa era chamada a acolher um estrangeiro, sem casa, vindo de longe. São Gregório afirmou o ponto para acolher através dele, Aquele que viveu por estrangeiro entre os seus, porque não o receberam (cfr. <em>Jo</em> 1,11) que por meio da graça colocou na pessoa a sua permanência e elevou a pessoa à morada do alto.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A acolhida foi uma das práticas fortes na Igreja do século IV do cristianismo. Ela estava ligada a Jesus Cristo, caminho, verdade e vida (cfr.<em> Jo</em> 14,6). Jesus deseja de todos nós discípulos, discípulas práticas de acolhida para todas as pessoas que mais precisam de nossa ajuda, compreensão, amor, para um dia participarmos da eterna acolhida, feita por Deus, no Reino dos céus.</p><br />\n"},{"nome":"O valor da família no Sínodo da Amazônia","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/08/sinodo-amazonia-500x278.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: center;\">   Por Dom Vital Corbellini – Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Senhor Jesus Cristo nasceu em uma família humana, tendo como pais adotivos José e Maria. Se Ela foi fundamental para o Senhor Jesus Cristo, o é também na vida pessoal, comunitária e social de todos nós seguidores de Jesus Cristo. A vida familiar é graça de Deus e responsabilidade humana. Precisamos zelar pelas famílias, porque Deus criou o ser humano para viver na unidade e não na divisão, no divórcio.<br /><br />\nO Instrumento de Trabalho tem presente a família, ponto a ser debatido no Sínodo sobre a Amazônia que teremos em Roma, Outubro próximo. Diz que a família é local de muitas vivências, de vários conhecimentos e práticas em diferentes campos, como a agricultura, a medicina, a caça, a pesca, sempre em harmonia com Deus, com a natureza e com a comunidade. É na família que se transmitem os valores da reciprocidade, da solidariedade, do trabalho, do amor entre as pessoas. Faz parte também da herança familiar os trajes, a alimentação, línguas e ritos, de modo que é que na família que se aprende a viver em harmonia entre os povos, gerações e com a natureza (IL, n. 75).<br /><br />\nMas do ponto de vista amazônico a família foi vitima do colonialismo e de um novo colonialismo no presente. No passado, a família foi qualificada como selvagem ou primitiva. No momento atual a imposição de um modelo econômico ocidental extrativista atinge as famílias, invadindo e destruindo suas terras, suas culturas e suas vidas, tendo como conseqüência para as cidades e periferias. As mudanças da época moderna afetam a família amazônica, com novos formatos tais como a responsabilidade da mulher na família, aumento de famílias separadas, diminuição de casamentos a partir do matrimonio eclesial. Constata-se o aumento da violência intra familiar, mas sobretudo os assassinatos de mulheres muitas vezes dados por seus companheiros, a exploração sexual infantil, o crescente número de adolescentes grávidas e de abortos (IL, n. 77). Temos também o assassinato de agricultores sem terra. Muitas famílias sofrem a pobreza, a precariedade da habitação, a falta de emprego, o consumo de drogas, discriminação, a falta de apoio à saúde dos povos indígenas. Mas é muito importante o trabalho da evangelização da Igreja no sentido da família na realidade amazônica. Deve-se fortalecer sempre mais a estrutura comunitária, familiar dos povos. As políticas públicas devem favorecer a identidade familiar e coletiva para promover o bem comum. Há também o ECC: Encontro de Casais com Cristo, serviço muito importante na vida eclesial que prepara casais para a Pastoral familiar na vida da comunidade e da sociedade. Neste sentido, a Pastoral familiar está trabalhando em nossas comunidades, paróquias, dioceses, para favorecer a unidade na família, preparando os casais para assumirem o matrimônio cristão, católico, constituindo famílias unidas, participativas e que se queiram bem. O IL fala de articular uma pastoral familiar que siga as indicações da Exortação Apostólica Amoris Laetitia que acompanhe, integre e não exclua a família ferida, que console a todos, e que possa formar agentes de pastorais que leve em consideração os recentes sínodos e a realidade amazônica, e que a família seja a protagonista da história (IL, n. 79, d). Vemos a importância da família no contexto amazônico e eclesial porque tudo nasce da família e a nossa vida de seguidores de Jesus Cristo tem como ponto fundamental a família. A Sagrada Família de Nazaré abençoe a todas as famílias sobretudo aquelas do contexto<br /><br />\namazônico.</p><br />\n"},{"nome":"A questão social da exploração sexual infantil em Marabá.","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/08/silencia-500x379.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Estamos assim chocados com uma situação que nesses dias foi divulgada pelos Meios de Comunicação Social, o Jornal: O Correio de Carajás, na qual a mineração de manganês Buritirama, que leva embora mais de um bilhão de reais de Marabá, mas tem como conseqüência a exploração sexual, sobretudo aquela infantil. Esta rota do manganês na Vila União, não pode servir para a exploração sexual sobretudo, de mulheres e de menores. Os órgãos municipais, as autoridades devem levantar a voz e agir contra a exploração infantil, contra menores. Nós não podemos ficar de braços cruzados, devemos denunciar para que haja vida sobre a morte, e a vida não se torne objeto de uso e abuso de pessoas adultas motoristas contra pessoas adolescentes, mulheres e inocentes. As coisas ocorrem, sobretudo, na Vila União, a 140 Kilômetros de Marabá, quase tudo estrada de chão, estrada muito perigosa devido a quantidade de caminhões que nela circulam. Os motoristas acabam dormindo nos caminhões, e mulheres e as vezes adolescentes entram e saiam no meio da noite, nestes caminhões, como nos foi relatado pelo Jornal: O Correio. Fala-se também conforme a reportagem que nas Vilas anteriores, como Santa Fé e Três Poderes existem a prostituição infantil.<br /><br />\nExistem bordeis construídos para atrair a situação da exploração sexual infantil por diversos motoristas. Infelizmente a prostituição traz também a questão das drogas para as pessoas infantis e jovens. Como igreja e pessoas que acreditam em Jesus Cristo lutemos contra a prostituição porque está atingindo muitas pessoas, mulheres, adolescentes de nossas vilas e comunidades. A Igreja procura estar ao lado de pessoas atingidas pela prostituição infantil. Não é possível permanecer acomodado quando a prostituição, o ganho fácil para a sexualidade anda solto. É preciso que a empresa invista em favor da vida, em projetos que correspondam à civilização do amor, de políticas públicas para que haja educação, trabalho digno para todas as pessoas. As autoridades políticas tomem providências contra a exploração infantil. A rota do manganês de Marabá não pode servir para à exploração infantil, mas sim para a vida.<br /><br />\nAssim o Reino de Deus cresce com a nossa participação.</p><br />\n<p>&nbsp;</p><br />\n<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA</p><br />\n"},{"nome":"Mais mortes de presos rumo à Marabá","imagem":false,"descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Lamentamos a morte de mais quatro presos, que eram transportados nestes dias de Altamira para Marabá e que ao longo do caminho foram mortos dentro do caminhão que os transportava até Marabá. Como ficamos sabendo pelas noticias, gostaríamos de dizer algo para todos. Isto diz algo a nosso respeito porque são mais vidas eliminadas.<br /><br />\nQueremos a paz e o amor entre as pessoas, mesmo na diversidade de opiniões. Estamos unidos também ao massacre ocorrido nesses dias em Altamira. É chocante para todos, essas mortes, seja em Altamira, seja em Marabá, porque num total de trinta presos que foram transportados para a Marabá, quatro deles, no caminho foram eliminados dentro do caminhão em que viajavam. Lamentamos como pessoas humanas e como pessoas que acreditam em Jesus Cristo que é possível a superação da violência, que é preciso lutar pela vida sobre a morte, pelo amor sobre o ódio. A situação carcerária não está fácil de modo que precisamos como pastoral carcerária, ou mesmo como ministros,<br /><br />\npessoas que amam a vida, rezar pela paz em nossos cárceres, que haja a superação das facções nos presídios onde presos são eliminados entre eles muitas vezes. As autoridades olhem com carinho a carceragem porque não podemos estimular a violência, pois esta mata, mas a violência deve ser vencida pela civilização do amor. É claro que se houver uma conscientização de pessoas em vista do trabalho, da educação, da vida comunitária não teríamos cárceres cheios.<br />\n</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">                                     Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá &#8211; PA</p><br />\n"},{"nome":"O Mês Vocacional","imagem":false,"descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Feliz Mês vocacional, o mês de Agosto. É sempre o Senhor Deus quem chama pessoas para o serviço na Igreja e no mundo. Respondamos sim ao chamado do Senhor, como fizeram tantas pessoas ao longo da história da salvação. Vivamos na alegria e no amor, a vocação que o Senhor nos concedeu ou irá nos conceder. Estimulemos todas as vocações, à vida sacerdotal, religiosa, matrimonial e laical, de leigos e de leigas a serviço na Igreja e no mundo. Como é bom ser chamado(a), como é bom dizer sim ao chamado do Senhor. Rezemos pelo aumento das vocações à vida sacerdotal, religiosa, matrimonial e laical, de leigos e de leigas.<br />\n</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">                                                                             Dom Vital Corbellini</p><br />\n"},{"nome":"O Sentido do Décimo Quinto Domingo do Tempo Comum","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Dom-Vital-427x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\"><br />\nPor Dom Vital Corbellini – Bispo de Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><br />\nEstamos celebrando o décimo quinto domingo do Tempo Comum. Estamos nos  40 anos da Diocese de Marabá. No dia 25 de agosto celebraremos esta data significativa juntos no Colégio Claretiano a partir das 8 horas da manha.<br /><br />\nCada domingo é sempre uma ocasião para participarmos ativamente na comunidade celebrando a ressurreição do Senhor Jesus Cristo que está junto do Pai e caminha conosco. O Senhor pede-nos para amar os irmãos e as irmãs para assim podermos amar a Deus.<br /><br />\nQuem é o meu próximo? Quem se aproxima de Jesus não quer saber algo sobre o primeiro mandamento, mas o processo da vida eterna. Jesus o liga com a lei. Essa já falava do amor a Deus e ao próximo como a si mesmo. O jurista quer saber quem é o seu próximo? Mas Jesus responde à uma outra pergunta: Como podes te tornar próximo dos outros? Como nós podemos na vida cotidiana fazer-nos próximos dos outros? O bom samaritano faz de tudo para ser de ajuda. Dá o seu tempo precioso e o seu interesse pessoal. A caridade do discípulo de Jesus deve apreender muito dos exemplos concretos que a pessoa tem lá em casa.<br /><br />\nPodemos dizer que a lei mosaica é boa na opinião de Jesus, pois ele respondeu bem, conforme o Senhor. Respondeste bem; fazes isto e viverás. No entanto o amor a Deus e ao próximo não pode sofrer cisões; são dois valores que se completam mutuamente. Porém surge uma pergunta: “quem é o próximo?”. De Jerusalém até Jericó, são algumas dezenas de Kms, um trajeto difícil, exposto aos ataques dos assaltantes. Jericó era a sede de sacerdotes e levitas. O sacerdote devia celebrar sacrifícios; o levita era especialista em leis. Eles não podiam se sujar. Sabendo que era a sua semana de serviços ao templo, eles iam até Jerusalém. Através da parábola de hoje Jesus ensina o que quer dizer amar ao próximo como a si mesmo; que dizer: tornamo- os irmãos daqueles que aparecem no nosso caminho e que tem o direito de esperar algo de nós.   Tornarmo-nos irmãos significa nos solidarizar e comprometer com as necessidades do próximo, sair de nosso mundo egoísta para penetrar no mundo do outro. Não somos irmãos automaticamente: temos que nos tronar irmãos mediante o compromisso efetivo. A fraternidade se constrói não está pronta. Desta forma tornar-se próximo é ser solidário. O amor ao próximo, mandamento da lei de Deus pode conduzir o ser humano à vida eterna. Imitemos o samaritano na solidariedade não só do ponto de vista humano, mas através desta ação podemos chegar à vida eterna. O Espírito Santo ilumine-nos para que amemos o próximo de verdade. Bom domingo a todos.</p><br />\n"},{"nome":"Encontro do Comidi na Diocese de Marabá","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/06/61c032b1-36ed-4687-b69a-a505f4483055-500x375.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\"> Tivemos um encontro de formação diocesana em nível de COMIDI: Conselho Missionário Diocesano de 21 a 23 de Junho na Chácara. Foi muito importante porque debateu os encaminhamentos do mês missionário que ocorrerá no mês de Outubro de 2019, desejado pelo Papa Francisco e por toda a Igreja. Nós estamos numa terra de missão de modo que precisamos sempre mais fazer missão seja para nós, seja para outros, seja para todos. O mês de Outubro será propício para isso. Cristo Jesus foi o missionário do Pai por excelência, por ter-se encarnado, proclamado o Reino de Deus, ter feito prodígios, maravilhas, milagres, ter expulso demônios, ter ressuscitado os mortos, curado os doentes e ter proclamado a Palavra do Pai. Ele constitui discípulos para o seguir e fazer obras que o engrandecessem. Por isso temos a missão de proclamar as maravilhas do Senhor. No Mês de Outubro teremos missão em todas as comunidades da Diocese de Marabá. Deveremos fazer missão, pastorais, movimentos, serviços, comunidades, paróquias. Todos somos chamados à missão. Ela é graça de Deus, é responsabilidade humana. Pelo batismo somos chamados a sermos missionários e missionárias do Senhor Jesus Cristo e de sua Igreja. O encontro foi bonito e apontou ações concretas para o mês missionário como a abertura no dia primeiro de Outubro nas Paróquias e o lançamento do mês missionário, na Jornada diocesana, dia 25 de agosto, em Marabá, no Colégio Claretiano. Estamos festejando os 40 anos da Diocese de Marabá de modo que é preciso fazer sempre mais missão em nosso meio e em todos os lugares, porque é para isso que o Senhor nos chamou um dia.</p><br />\n<p style=\"text-align: center;\"><br />\nDom Vital Corbellini<br /><br />\nBispo de Marabá &#8211; PA</p><br />\n"},{"nome":"A Diocese de Marabá comemora 40 anos de vida com alegria e amor","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/06/40-anos-500x251.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\"> A Diocese de Marabá está completando 40 anos de fundação, de existência. É uma graça de Deus e missão de todos nós, povo de Deus. São João Paulo II elevou Marabá de Prelazia à Diocese em 16 de Outubro de 1979: portanto faz 40 anos de vida diocesana. A alegria e o amor de Deus acompanham-nos neste momento de celebrações nas comunidades, nas paróquias, junto aos nossos sacerdotes e lideranças comunitárias e sociais. O Senhor nos colocou nesta região do Sul e do Sudeste do Pará. É graça de Deus celebrar os 40 anos porque muitas coisas foram feitas pela presença do Senhor que iluminou bispos, sacerdotes, leigos e leigas no trabalho da evangelização, do anúncio do Reino de Deus aqui e agora e um dia na eternidade. Somos o presente; sintamo-nos diocesanos e diocesanas. Você faz parte da Diocese de Marabá, com desafios e esperanças, com projetos e ações em favor das pessoas, dos doentes, dos encarcerados e encarceradas, dos povos indígenas, dos ribeirinhos, dos adolescentes, dos jovens, das crianças, dos idosos, dos pobres, das mulheres e homens da cidade e do campo, das pastorais, dos movimentos, dos serviços, dos sacerdotes, religiosos e religiosas, dos vocacionados e das vocacionadas, dos seminaristas e de todo o povo de Deus e pessoas de boa vontade. Você faz parte da comunidade, da paróquia, da Diocese de Marabá.<br /><br />\nRezemos para que possamos servir sempre mais o povo de Deus que o Senhor nos colocou, nos concedeu com amor. Rezemos pelos nossos sacerdotes, bispo, lideranças que sempre nos acompanham para que vão para frente com a graça de Deus e a responsabilidade humana. Vivamos a formação e a missão, prioridades diocesanas. A Diocese tem quase 82 mil kilômetros  quadrados, 600 comunidades, mais de 40 sacerdotes diocesanos e religiosos, mais de 25 religiosas, 16 municípios, 29 paróquias, 700 mil habitantes, diversos meios de comunicação social, TVs e Rádios. Dia 03 de Julho lançaremos na catedral na missa das 19h30min o jubileu diocesano. No dia 25 de agosto celebraremos no Colégio Claretiano a Jornada diocesana, a comemoração como Diocese dos 40 anos. Cada comunidade enviará um representante. Dia 16 de outubro celebraremos os 40 anos de Diocese. Cada comunidade celebrará o jubileu. O mês de Outubro será o mês missionário, e o mês do Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Em Roma, celebraremos o Sínodo sobre a Amazônia. No mês de Novembro teremos a Assembleia Diocesana. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, padroeira da Diocese, abençoe a Diocese de Marabá, e leve os nossos pedidos ao seu Filho Jesus Cristo.<br /><br />\nParticipe da alegria e do amor dos 40 anos da Diocese de Marabá na sua comunidade e na sua paróquia. Obrigado pelos meios de comunicação social divulgar esta mensagem.<br /><br />\nReze para que sejamos servidores do povo de Deus e do Deus Uno e Trino.<br /><br />\nDom Vital Corbellini<br /><br />\nBispo de Marabá – PA.</p><br />\n"},{"nome":"A importância da devoção a Santo Antônio","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Dom-Vital.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\"> Santo Antônio foi um homem de oração a Deus e à comunidade, cheio do Espírito Santo. Viveu intensamente a eucaristia, como dom e como missão. Foi um homem taumaturgo, onde realizou com a graça de Deus muitos milagres e prodígios. Foi um homem que se preocupou com os pobres e a prova disto tem o pão dos pobres de Santo Antônio. Foi um homem da Palavra de Deus, pregador do evangelho, Arca do Testamento, Professor de Teologia dos Franciscanos por ordem de São Francisco e grande pregador do povo de Deus, martelo dos hereges. Santo Antônio é o santo de todo o mundo na expressão de Leão XII. É o santo mais popular do mundo. E também a sua canonização foi a mais rápida da historia. Santo Antônio pode ajudar a reencontrar coisas perdidas, é o protetor dos namorados, e também dos casamentos que necessitam se construir sobre a rocha, que é Cristo Jesus. É protetor das mulheres estéreis, dos pobres, dos viajantes, dos pedreiros, dos padeiros, entre outros. Carrega o Menino Deus em seus braços por uma aparição do Senhor que teve em sua vida. É imitador dos apóstolos, batalhador contra a falsidade, ressuscitador dos mortos, restituidor das coisas perdidas, alegria da corte celeste, Doutor da Igreja pela riqueza de sua pregação.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Antônio rogai a Deus por nós.</p><br />\n"},{"nome":"Análise sobre as bem-aventuranças","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/05/download.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Gostaria de partilhar com vocês um ponto de uma das palestras de Dom Tolentino, que pregou o retiro na Assembleia dos Bispos em Aparecida. Foram boas as consid<span class=\"text_exposed_show\">erações. Ele fez uma análise sobre as bem-aventuranças em Mateus, cap. 5. Podemos afirmar a figura de Jesus como o novo proclamador da Lei que supera Moisés, dando-nos a lei nova, da justiça e do amor pelo Reino de Deus. É o novo Mestre, que está na montanha, que supera Moisés. As bem-aventuranças são indicadores, mais que uma lei, um verdadeiro chamamento existencial, eclesial. Iluminam o caminho e aponta-nos o horizonte escatológico para onde convergiremos no futuro. Devemos vivê-las em nossas vidas. É o mais belo autorretrato de Jesus. É o rosto de Jesus. Conforme as bem-aventuranças, que o vimos, é exatamente assim o Senhor, faminto de justiça, pobre em espírito, homem puro de coração, trabalhador da paz, transparente, autêntico, testemunha do amor do Pai, do Espírito Santo, perseguido por causa da justiça, caluniado, por causa do Reino dos Céus. Derrubou muros de inimizade entre as pessoas. Vimo-lo compassivo, sempre indo ao encontro dos doentes, dos pobres, dos necessitados, dos homens e das mulheres. Vimo-lo caminhar sozinho, ou com os 12. Ela não apaga a chama que ainda fumega. O Espírito Santo estava nele. Vimo-lo chorar sobre Jerusalém por não tê-lo acolhido; perseguido, maltratado, crucificado, mas ressuscitou dos mortos e é o eterno vivente no meio de nós. As bem-aventuranças representam a sua vida toda. Concretizam a palavra de São João: o que as nossas mãos tocaram o que vimos é o Filho de Deus. As bem-aventuranças são o autorretrato de Jesus. Jesus revela a sua identidade buscando entrar em nosso coração. As bem-aventuranças são uma referência do nosso próprio rosto que devemos cultivar para vivê-las no mundo de hoje. Quando nos tornamos semelhantes a Deus, ao seu Filho, vemos tal como Ele é, para que assim busquemos uma nova criação que é preciso fazer, no mundo de hoje. Ele nos dá a ver, referindo aos pobres, correndo para alcançar os distantes. O método de Jesus é amar primeiro a todos nós para que amemos os outros, sobretudo os necessitados. Vivamos as bem-aventuranças para nos tornar semelhantes a Jesus Cristo e a sua Igreja.<br /><br />\nDom Vital Corbellini, Bispo de Marabá.</span></p><br />\n"},{"nome":"Pontos importantes no Documento Final do Sínodo sobre os jovens","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_07.2017-Um-Sínodo-Sobre-os-Jovens-500x321.png","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dom Vital Corbellini</strong><br /><br />\n<strong>Bispo de Marabá (PA)</strong></p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\"><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos em mãos o documento final do Sínodo dos Bispos sobre os jovens cujo tema foi: Os jovens, a fé e o discernimento vocacional. O texto é muito importante de ser analisado porque tem a introdução, o prefácio e três partes com quatro capítulos em cada parte, e conclusão. A Introdução tem presente o evento sinodal, que é graça do Espírito Santo para todos os pastores e para toda a igreja. Coloca também a diferença do <em>Documento</em> <em>Instrumentum Laboris</em>, que foi o resultado de dois anos de escuta enquanto o <em>Documento Final</em> que foi fruto do discernimento realizado nos núcleos temáticos geradores e os Padres sinodais trabalharam com intensidade e entusiasmo. Um texto bíblico que ilumina todo o documento refere-se ao encontro do Cristo Ressuscitado com os discípulos de Emaús (Lc 24,13-35).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A Parte I tem presente do Senhor Jesus que “pôs-se a caminhar com eles” (Lc 24,15). Jesus caminhou com os dois discípulos e escutou as expectativas, frustrações para depois dar-lhes um novo ânimo. A Igreja deve colocar-se numa atitude de escuta com os jovens. Os jovens querem ser escutados, porque expressam o desejo do reconhecimento, do acompanhamento. Os bispos, os sacerdotes, bem como leigos e leigas devem se colocar numa atitude de escuta para com os jovens. A Igreja possui um trabalho muito importante na educação onde tem orientações religiosas, sociais e educacionais, contribuindo na formação dos jovens nas mais diversas partes do mundo. As paróquias tornam-se lugares importantes para os jovens e a sua vocação missionária que deve ser incentivada e amada. Entra aqui também os seminários que são lugares importantes para os jovens chamados ao sacerdócio e à vida consagrada, para que assim se aprofunde a sua escolha vocacional e amadurecem no seguimento a Jesus Cristo. Existem também desafios e esperanças para os jovens de hoje como o ambiente digital no qual este dado faz parte da vida cotidiana, na expressão de Bento XVI. O texto fala que o ambiente digital é também território de solidão, manipulação, exploração e violência. O fenômeno das <em>fake news</em> é expressão de uma cultura que perdeu a verdade e satisfaz interesses particulares de modo que tudo isso diz respeito á vida da Igreja. Um ponto que deve ser visto também pela comunidade eclesial é a questão dos migrantes, que é um fenômeno pluriforme, fatores que podem ocorrer dentro do próprio pais por causa da guerra, violência, perseguição política ou religiosa, mudanças de clima, pobreza e muitas dessas pessoas são jovens de modo que a Igreja desempenha um papel importante de referencia para os jovens dessas famílias, muitas vezes atingidas pela fragmentação. A igreja seja protagonista no acolhimento dos migrantes nas comunidades onde irão residir. Outro dado importante refere-se à identidade e relações onde se tem presentes a família, a importância da maternidade da paternidade. É fundamental o compromisso dos pais e educadores na transmissão de valores, apesar das dificuldades do contexto cultural. A família exerce um sentido importante na vida e na transmissão de valores para os jovens. No entanto muitos jovens vivem em situação de violência, seqüestro, crime organizado, escravidão e outros jovens, por causa da fé, sofrem vários tipos de perseguição até a morte. É claro que tudo isso interpela a Igreja. O texto ainda coloca nesta primeira parte as características dos jovens que são portadores de traços específicos, com compromisso e participação social a busca religiosa e o encontro com Jesus, e querem uma liturgia viva para levar outros jovens a ter uma experiência com Deus e anunciá-la a todos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A parte II parte tem presente o texto bíblico: os olhos deles se abriram (Lc 24, 31). Almejamos um novo Pentecostes para que a Igreja esteja ao lado dos jovens e por sua vez os jovens vivam os compromissos na família, na comunidade e na sociedade. Os jovens são um dom, graça de Deus. Jesus é o jovem entre os jovens. Deus fala através dos jovens. Uma das características dos jovens é o desenvolvimento de sua personalidade, de escolhas, e projeto de vida. É claro que o vinculo com a família é fundamental onde ele começa a discernir a sua vocação. Tudo deve ser decidido na liberdade com responsabilidade. É preciso dizer que a vocação é uma graça, porque é sempre Deus quem chama as pessoas. O seguimento a Cristo Jesus deve levar o jovem se encantar por Ele, pela sua vida e doação. Um exemplo no seguimento a Cristo Jesus é Maria, a primeira discípula de Jesus, modelo de todo o discipulado. Temos uma variedade de carismas que o texto coloca como a família, o ministério ordenado, a vida consagrada e a condição de solteiro, de leigo e de leiga a serviço da Igreja e do Reino de Deus. O crescimento vocacional do jovem é dado também pelo acompanhamento comunitário, em grupo, espiritual e pessoal. Este acompanhamento é dado também junto ao sacramento da reconciliação, na qual o jovem deve ter a noção do pecado e que se abra à alegria libertadora da misericórdia divina. É claro que o acompanhamento deve ser integral no sentido na formação para o ministério ordenado, vida religiosa, e à vida matrimonial. O discernimento possibilita ao jovem à realização da Vontade de Deus. O discernimento é uma forma de oração. Ele se faz no encontro com o Senhor, nos sacramentos, na eucaristia e na reconciliação, na meditação da Palavra de Deus, na vida comunitária, em vista da assunção de uma vocação com alegria e com amor.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A parte III tem presente o texto de Lucas onde os discípulos voltaram para Jerusalém (Lc 24,33), porque se encontraram com o Senhor ressuscitado ao longo do caminho e como o tinham reconhecido ao partir o pão (cf. Lc 24,32-35). O texto fala da missão que é dada na comunidade. Buscamos uma igreja jovem na qual quer alcançar os jovens num caminho de ressurreição que conduz ao anúncio e à missão. Os jovens devem se apaixonar pela beleza do Senhor. Para isto é preciso conversão espiritual, pastoral e missionária. Esta parte fala bastante da sinodalidade missionária da Igreja, nos quais os jovens pedem dos pastores e de todos um caminho em conjunto. O Sínodo dos jovens deverá ser acolhido pelas conferências episcopais, igrejas particulares para que o discernimento seja um fato na vida dos jovens. A vida sinodal da Igreja é orientada para a missão para que Deus seja tudo em todos (cf. 1 Cor 15,28). Será fundamental ir às periferias do mundo nos quais os pobres estão presentes para a evangelização e para sermos evangelizados. Algumas estruturas necessitam de renovação no sentido da missionariedade como a paróquia, a vida comunitária, a catequese, a centralidade da liturgia em Cristo Jesus os serviços comunitários devem influenciar à missão. Haja uma pastoral juvenil na ótica vocacional e que toda a pastoral tenha uma animação vocacional. A dimensão missionária olhe com carinho os migrantes, a valorização da mulher na comunidade eclesial. Os jovens mantém um dialogo ecumênico em vista da unidade entre as comunidades cristãs separadas. Será preciso também a formação de discípulos missionários nos jovens para o seguimento a Jesus Cristo, na parte do discipulado e da missão, a doutrina, os dogmas e a liturgia. Será fundamental o acompanhamento aos jovens no matrimônio, a formação de candidatos ao ministério ordenado seguindo as normas da Igreja, em visa da superação do clericalismo e do autoritarismo. O que importa é a formação em vista do serviço em Cristo e na Igreja. É evidente que os jovens deverão manter contato com as famílias, as comunidades, a inserção dos jovens no caminho do sacerdócio deverá ter presente o cuidado pastoral, e o discernimento que seguirá o percurso formativo na ótica da experiência e da comunidade em Cristo Jesus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O documento conclui fazendo um chamado a vida de santidade para todas as pessoas porque todas as vocações devem ter como fim a vivência da santidade, sabendo que Deus nos quer santos e santas e espera de nós como nos fala o Papa Francisco, a superação de uma vida medíocre, superficial e indecisa (cf. GeE. n.1). A santidade é graça de Deus, na qual tem a sua fonte no Pai, por meio do seu Espírito, e enviou-nos Jesus Cristo, o Santo de Deus (cf. Mc 1,24). Somos chamados à santidade para que outros jovens possam sê-lo. Os jovens pedem de nós a santidade. Devemos dar o testemunho em vista da santidade de vida, para que a conversão ocorra em nossas vidas e na Igreja, porque a santidade é o rosto mais belo na Igreja (cf. GeE, n.9). O Sínodo quer apresentar e afirmar o ponto que os jovens são parte integrante da Igreja. Foi edificante o testemunho dos jovens durante o Sínodo perseguidos muitas vezes por causa de Cristo Jesus e da Igreja. A igreja renova o seu vigor apostólico por meio da santidade dos jovens e de todos. Temos um documento muito importante na vida de nossas igrejas particulares, paróquias, comunidades para ser analisado, aprofundado e darmos incentivo à vida dos jovens na fé, no discernimento e na missão. O Senhor Deus seja louvado pela vida dos jovens e como Igreja possamos trabalhar juntos na construção do Reino de Deus aqui e agora e um dia na eternidade.</p><br />\n"},{"nome":"A Assembleia da CNBB: Estudo e Eleição","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Dom-VItal-422x600.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dom Vital Corbellini</strong><br /><br />\n<strong>Bispo de Marabá (PA)</strong></p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Aparecida – SP, teremos na semana que vem a Assembleia da CNBB onde os bispos de todas as Prelazias e Dioceses do Brasil estarão reunidos para debater as próximas diretrizes e também eleger a nova coordenação da Conferencia Episcopal. Serão sempre ocasiões de colegialidade episcopal, de convivência fraterna, de conhecimentos, de celebrações eucarísticas, de orações pelo nosso povo e pelo mundo, de vida eclesial com Cristo e com todos. Será também uma assembléia para definir as diretrizes da ação evangelizadora no Brasil para os próximos anos 2019-2023. Refletiremos muito sobre os desafios que surgiram nesses últimos anos nos quais precisamos evangelizar as pessoas e comunidades, e sermos evangelizados. Percebemos o empenho de muitas pessoas em favor da evangelização, mas é claro necessitamos fazer sempre mais e melhor. Devemos ser uma Igreja aberta aos desígnios do Deus Uno e Trino, aos sinais dos tempos, e, aos clamores do povo brasileiro que passa por dificuldades econômicas, políticas e sociais. A Campanha da Fraternidade 2019 fala sobre as Políticas públicas de modo que devemos incentivar pelas suas implantações em vista da dignidade da vida para todas as pessoas, sobretudo os mais necessitados. Estamos próximos de um Sínodo sobre a Amazônia cujo tema é: Novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral. Será muito importante este Sínodo onde o olhar será sobre os povos indígenas, ribeirinhos, os habitantes das cidades e do campo na Amazônia, a nossa atuação como pastores e povo de Deus, a nossa presença, os desafios dos ministérios nestes povos e a questão da ecologia integral na qual fazemos parte da criação dos filhos e filhas de Deus. Os povos indígenas estão sendo ameaçados como nação indígena e pela cobiça de suas terras e florestas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">As diretrizes serão importantes de serem estudadas, aprofundadas porque orientarão os próximos anos na ação evangelizadora onde estivermos como pessoas que amam a Cristo e a Igreja. O Reino de Deus deve crescer com a nossa participação. Deveremos olhar a situação urbana de nossas cidades que estão cada vez mais se inchando, a questão da violência urbana, os migrantes, a falta de moradias e ver como é possível a evangelização, levar o evangelho às pessoas que o conhecem e aquelas que ainda necessitam de evangelização. Deveremos ver a situação das periferias de nossas cidades na quais será preciso maior presença nossa como Igreja, de pastorais, de movimentos e de serviços, e construções de comunidades e de templos para orar, rezar, celebrar a eucaristia, a palavra de Deus, o serviço da catequese, e outros. Nós devemos dar maior atenção às periferias porque o crescimento das igrejas evangélicas está cada vez maior de modo que deveremos nos alargar mais, ir mais para o povo de Deus. O último Sínodo debateu a questão dos jovens. Devemos apoiar os jovens para que possam discernir bem o caminho com Cristo, a Igreja e o mundo. Os pobres estão em todos os lugares, mas, sobretudo nas periferias de modo que evangelizamos a partir dos últimos da sociedade. Jesus Cristo, cheio do Espírito do Senhor disse que Ele o ungiu para anunciar o evangelho aos pobres: enviou-o para proclamar a liberdade aos presos e, aos cegos, a visão; para pôr em liberdade os oprimidos e proclamar um ano do agrado do Senhor (Lc 4, 18-19). Aquelas palavras ditas pelo profeta Isaias se realizaram na Pessoa de Jesus de Nazaré (cf. Lc 4,21). A nossa missão é a mesma do Senhor de levar a Palavra de Deus, do Encarnado no mundo de hoje para que todos cheguem ao conhecimento da verdade e pelos sacramentos, sobretudo da eucaristia tenham a alegria e amor no encontro com Cristo e à Igreja.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Somos uma Igreja de discípulos e missionários, que aprendamos com o Senhor para podermos pensar e agir de uma forma de testemunho de vida, de doação da própria vida assim como fez o Senhor e para que sejamos a partir do batismo, sacerdotes, profetas e pastores. Somos uma igreja de missionários e missionárias nas quais devemos ir ao encontro de todas as pessoas, dos pobres, dos povos indígenas, dos ribeirinhos, dos doentes e necessitados da sociedade. Devemos ir em busca da ovelha perdida assim como fez o Pastor dos Pastores, Jesus Cristo. Sejamos uma Igreja samaritana, que olha com carinho os doentes, os encarcerados, as comunidades eclesiais, os movimentos, o povo de Deus que nos olha com carinho e amor. Buscamos uma Igreja onde tenham cada vez mais os ministérios, e as vocações recebam o incentivo à vida sacerdotal, matrimonial, religiosa, de catequistas, de leigos e de leigas a serviço do Senhor e de todas as pessoas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma questão deverá ser dada com atenção refere-se à ecologia integral na qual passamos por desastres ecológicos pelos rompimentos de barragens, o desmatamento, a mineração que leva embora o minério e outras riquezas naturais, ficando nas nossas comunidades os buracões porque o minério não se repõe. Estamos na região amazônica onde o minério está sendo levado para fora. É preciso que em nível nacional se pense uma política sobre a questão da mineração. É fundamental dar uma visão sobre os atingidos pelas barragens, os acampados e assentados pelas terras em nossa região amazônica e de Marabá. A nossa grande riqueza é a água, fonte de vida, na qual os rios não podem ser poluídos, mas que continue a gerar vida pelos nossos povos.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Será também uma assembléia de eleições pela nova coordenação da CNBB. Será muito importante esta parte devido aos nossos representantes que estarão na frente pela responsabilidade de servir a Conferencia Episcopal em unidade com as Igrejas Particulares e com a Igreja de Roma. A nossa assembléia será de estudo e aprofundamento das diretrizes da ação evangelizadora da Igreja no Brasil até 2023 e também de eleições da CNBB. Nossa Senhora Aparecida acompanhe-nos nesta caminhada. Rezemos para que tudo se faça conforme a Vontade de Deus. O Espírito Santo ilumine a todos para que vivamos o amor de Deus. Estamos no período pascal, de oitava de páscoa do Senhor. Jesus Cristo ressuscitou dos mortos, venceu a morte, caminha conosco. Está junto do Pai e está junto de nós. A ressurreição deu sentido à paixão do Senhor como vitoria sobre o pecado e a morte. Que a Páscoa traga alegria e amor no Senhor Jesus Ressuscitado para nós e para todas as pessoas.</p><br />\n"},{"nome":"Convocação para a celebração eucarística da quinta-feira santa, renovação das promessas sacerdotais, bênçãos dos santos óleos;","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-09-at-08.40.33-500x500.jpeg","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Estimados Presbíteros, Diáconos, Religiosas e Povo de Deus,<br /><br />\nLouvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!<br /><br />\nAtravés desta comunicação convoco todos os presbíteros da Diocese de Marabá, diocesanos e religiosos, os diáconos, as religiosas, leigas e leigos, líderes de pastorais e de movimentos, serviços, para se fazerem presentes na quinta-feira santa, dia 18 de abril de 2019, às 9 horas na catedral diocesana em Marabá para a missa do Crisma, aonde se farão a renovação das promessas sacerdotais, a benção dos óleos e consagração do crisma.<br /><br />\nSabemos da importância desta ação eclesial em comunhão com o Senhor Jesus, mas também de unidade e de fraternidade dos sacerdotes com o bispo e vice-versa, bem como a nossa unidade com o povo de Deus e com o Senhor que nos chamou a sermos<br /><br />\nsacerdotes, seus servos, instrumentos de sua graça e bons pastores. Dessa forma é fundamental a presença de todos. Para os sacerdotes: trazer a estola branca.<br /><br />\nO almoço será na Chácara do Bispo. Informar à secretaria da Cúria diocesana, (94) 3321-1339 o número de pessoas de sua Paróquia para o almoço.<br /><br />\nEnvio a todos sentimentos de estima e de consideração para todas as pessoas que virem essa comunicação.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Marabá, 25 de março de 2019</p><br />\n<p>Em Cristo Jesus,</p><br />\n<p>Dom Vital Corbellini</p><br />\n"},{"nome":"Campanha da Fraternidade 2019: Texto-Base/CNBB.","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/01/cartaz_2.jpg","descricao":"<blockquote><br />\n<h3><em><strong>Síntese elaborada por Dom Vital Corbellini &#8211; Bispo Diocesano de Marabá</strong></em></h3><br />\n</blockquote><br />\n<p>Oração:</p><br />\n<p>Pai misericordioso e compassivo, que governais o mundo com justiça e amor, dai-nos um coração sábio para reconhecer a presença do vosso Reino entre nós. Em sua grande misericórdia, Jesus, o Filho amado, habitando entre nós testemunhou o vosso infinito amor e anunciou o Evangelho da fraternidade e da paz. Seu exemplo nos ensine a acolher os pobres e marginalizados, nossos irmãos e irmãs com políticas públicas justas, e sejamos construtores de uma sociedade humana e solidária. O divino Espírito acenda em nossa Igreja a caridade sincera e o amor fraterno; a honestidade e o direito resplandeçam em nossa sociedade e sejamos verdadeiros cidadãos do novo céu e da nova terra. Amém!</p><br />\n<p>Apresentação</p><br />\n<p>Jesus nos indicou o caminho da justiça, do direito. Somos enviados para construir novas relações que possibilitem a participação de todos na construção de uma sociedade fraterna baseada no direito e na justiça (Is 1,27).</p><br />\n<p>Os exercícios quaresmais propostos pela Igreja aos católicos são: jejum, esmola e oração. Estes ajudem-nos a tomar consciência pelo seguimento de Jesus Cristo. Jejum: significa esvaziamento, libertação para que sejamos um só em Cristo (Gl 3,28) e Cristo seja formado em nós (Gl 4,19).  O jejum é morte e ressurreição de Jesus, fome para nós, disponibilidade de saciar a fome dos irmãos e irmãs. Esmola: é partilha, misericórdia, vida evangélica partilhada; esmola é dinâmica do amor de Deus, saída. Oração: é escuta e a meditação despertam para a oração. A escuta e a meditação se fazem pela oração. Jejum, esmola e oração despertam para a sensibilidade do tempo que está para se completar e é repleto de Deus. Os exercícios quaresmais como caminho do direito e da justiça. A quaresma convoca a todos à mudança de vida, e o cultivo do seguimento de Jesus Cristo. Todos os anos a CNBB apresenta a CF como caminho de conversão quaresmal. Fraternidade e Políticas Públicas é o tema da CF para a Quaresma 2019. O profeta Isaias inspira o lema: Serás libertado pelo direito e pela justiça (Is 1,27). A CF 2019 tem como objetivo geral: Estimular a participação em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da DSI, para fortalecer a cidadania e o bem comum para que todos tenham vida digna. É ação do Estado que busca garantir a segurança, a ordem o bem-estar, a dignidade, por meio de ações baseadas no direito e na justiça. Política pública não se refere soa ação do governo mas as instituições, individuais ou coletivas para a resolução de problemas. Tudo deve visar a garantia dos direitos e deveres do povo previstos na Constituição Federal e em outras leis. A CF 2019 tem presente o mês missionário do Papa Francisco, em Outubro de 2019, tendo como tema: Batizados e enviados: a igreja de Cristo em missão no mundo. Maria, mãe do Príncipe da Paz nos acompanhe no caminho da conversão quaresmal. Jesus Cristo crucificado-ressuscitado os ajude no caminho da superação da violência pois somos todos irmãos. Uma abençoada Páscoa.</p><br />\n<p>Introdução</p><br />\n<p>É o Senhor Jesus Cristo que devemos seguir na qual como São Paulo diz, tudo é lixo quando se ganha Cristo e se r encontrado com Ele (Cfr. Fl 3,8-9.12). Nasce uma profunda gratidão quando a pessoa se encontra com Jesus Cristo. Nós não devemos nos abater pela violência ou pela injustiça. O ponto de partida e de chegada é Jesus Cristo, e nós como comunidade de discípulos, missionários alimentamo-nos da palavra de Deus, da eucaristia e da caridade. A Igreja recorda a vida, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Dentro do ano litúrgico temos a quaresma. Tempo de mudança, de transformação em Cristo. As políticas públicas ajudam as pessoas para que sejam libertadas pelo direito e pela justiça. O que são políticas publicas e a sua importância será visto na CF 2019. A quaresma e a CF 2019. São dois temas que andam juntos para que este tempo favorável deixemo-nos tomar pelo amor do Crucificado e pela transformação do Ressuscitado. É preciso a prática de obras de misericórdia, obras de misericórdia corporais e obras de misericórdia espirituais. Somos convidados a ajudar os mais necessitados. Assim podemos superar os ídolos do saber, do poder e do possuir. Este tempo é fundamental na quaresma como participação do mistério salvífico. Políticas públicas como ações comuns, publicas, pertencentes a todos de modo que é fazer obras de misericórdia a participação na elaboração e concretização de ações a visem a melhorar a vida de todos.</p><br />\n<p>A CF 2019 tem como objetivo geral: Estimular a participação em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da DSI, para fortalecer a cidadania e o bem comum para que todos tenham vida digna, sendo sinais de fraternidade. Ela tem os seguintes objetivos específicos: conhecer como são feitas as políticas públicas pelo estado brasileiro; exigir ética nas políticas publicas, despertar a consciência de todos para que se construa política públicas em âmbito nacional, estadual e municipal, propor políticas públicas aos mais frágeis e vulneráveis, trabalhar para que as políticas públicas se consolidem como políticas de Estado, promover a formação política dos jovens no exercício da cidadania, suscitar cristãos católicos no política comprometidos com a fé professada. Algumas nomenclaturas usadas no texto: Estado: é a estrutura político-administrativa do pais, no caso o Brasil temos três poderes: Legislativo, com vereador, senador e deputado, Executivo, como Prefeito, Governador e Presidente, Judiciário com STF, STJ, TST, TSE, STM. Governo; é a autoridade de uma nação e ajuda a organizar a sociedade; agente político: o sujeito eletivo que necessitou de votos para estar no cargo; agente público: funcionário do poder publico, mediante concurso publico.</p><br />\n<p>Ver</p><br />\n<p>O tema Políticas públicas não é falar de política ou de eleições, mas de ações a serem implementadas pelos gestores públicos em vista dos mais pobres na sociedade. Elas atingem a vida cotidiana, por isso faz-se necessário refletir sobre as mesmas. Definimos assim políticas públicas: ações e programas que são desenvolvidos pelo Estado pra garantir direitos que são previstos na constituição e em outras leis. No entanto é preciso definir melhor o que é política de política publica, para superar a confusão das palavras. A política vem de políticos, o lugar onde os gregos tomavam decisões na busca do bem comum, lugar da cidade. Assim a política está em todos os lugares, nas relações de trabalho, na religião, nas empresas, clubes, associações, etc. Já o conceito de políticas públicas é um conceito recente que envolve o Estado, Sociedade Civil, movimentos sociais nas escolhas das políticas publicas como a educação, à saúde, aos direitos humanos, à assistência social, à economia, à zona rural, às mulheres e tantos outros temas e direitos. Envolvem também as ciências sociais, políticas, éticas econômicas, ciências da administração publica, o que é uma política publica, envolvendo o cotidiano da população. Políticas publicas são soluções pelas necessidades e problemas da sociedade, e expressam a presença do Estado na economia e na sociedade brasileira. Política pública diz respeito as instituições e os diversos atores, individuais e coletivos, como consumidores, empresários, trabalhadores, corporações, centrais sindicais, mídia, entidades do terceiro setor, programas habitacionais, redistribuição da terra, projetos e programas que garantem direitos e deveres previstos na constituição e em outras leis. As políticas públicas revelam a ampla participação popular, através da democracia e a participação da sociedade.</p><br />\n<p>O poder público. Ele é constituído pela República Federativa Presidencialista no Brasil com a União, Distrito Federal, 26 estados, 5.570 municípios e três poderes: judiciário, Legislativo e Executivo. Desde 1500 até 1822 os interesses nacionais eram submetidos aos interesses da coroa portuguesa. Com a chegada da família real ao Brasil em 1808 e a independência do Brasil em 1822 deu forma à maquina do Estado para o governo. No entanto práticas excludentes continuaram até hoje como o patrimonialismo, não se distingue o interesse individual e o coletivo, o burocratismo, regras e procedimentos que acompanham o pais por muito tempo. De 1822 até 1889 teve o Império que excluía as pessoas, havia a escravidão, os pobres e o Imperador realizava tudo sem a consulta dos poderes judiciário, legislativo e executivo da época. Em 1889 houve a Proclamação da República de modo que prevaleceu a descentralização do conjunto de governos da União, estados e municípios. Com o fim do regime absolutista o trabalho escravo era ilegal. Somente a partir de 1930 é que o Estado Moderno foi inaugurado no Brasil sendo uma passagem da sociedade agrária para a recente sociedade urbana e industrial. Surgiu o poder Legislativo brasileiro que se fundamenta no poder popular e a representação, com o objetivo de elaborar leis e fiscalizar o poder executivo, constituindo o Congresso Nacional com deputados federais e senadores, assembléias legislativas, deputados estaduais e com câmeras municipais, com vereadores. Muitos recursos são mobilizados a esses poderes. O Brasil possui um dos poderes legislativos mais caros do mundo. O poder executivo atua na execução das Políticas Públicas através do Governo Federal 27 Governos estaduais, 5.570 municípios e um total de 7,9 milhões empregadas, com órgãos federais, estaduais e municipais. As despesas públicas revelam a importância das políticas públicas, sobretudo as políticas sociais. O poder judiciário tem a finalidade do cumprimento das leis, estabelecer punições para que nãos as segue, resolver conflitos entre cidadãos, entidades e Estado. Atualmente são quase 16 mil unidades judiciais constituídas pelo STF: Supremo Tribunal Federal, CNJ, Tribunais Superiores, STJ, TST, TSE e STM, Tribunais de Justiça Estaduais, Regionais Federais, Regionais do Trabalho, Regionais Eleitorais e de Justiça Militar Estaduais. 1,4% é comprometido pelo Produto Interno Bruto. O Brasil possui um dos poderes judiciários mais caros do mundo, muito acima dos EUA, Inglaterra, Itália, Alemanha, como também a quantidade de funcionários é bem superior à de outros países.</p><br />\n<p>Os tipos de políticas públicas referem-se à saúde, à educação, à habitação, à Previdência Social, entre outras. Temos também as políticas fiscais, monetárias, cambiais, industriais e comerciais pertencentes ao grupo das Políticas Públicas macro-econômicas. Temos também outro tipo de política pública que é a administração que engloba as ações para Democracia, descentralização das tomadas de decisões e a própria participação social. Temos ainda outros tipos de Políticas públicas que são as do Meio ambiente, da Cultura, as Agrárias, aos do direitos humanos, as das mulheres, as dos negros, as dos jovens, entre tantas outras. Desta forma podemos ver as políticas de governo e políticas de Estado. Enquanto as políticas de Estado são amparadas pela Constituição, devendo ser realizadas de uma forma independente do governante que está no Governo, as políticas de governo são específicas a cada período do governante, porque no regime de democracia alternam-se as pessoas nos poderes executivo e legislativo. Como o nosso enfoque aqui refere-se as Políticas Públicas de Estado, cujo molde também foi atribuído pela Constituição Federal de 1988 ao poder executivo federal faz com os recursos sejam concentrados pelo Governo Federal, governos estaduais e de prefeituras municipais.</p><br />\n<p>Duas razões justificam as políticas publicas; a primeira decorre da própria natureza contraditória das forças de mercado, que deixadas à livre iniciativa tendem a monopolização, comprometendo o funcionamento dos mercados. Elas são importantes para a superação dos monopólios e oligopólios, atuando no interior dos mercados para favorecer os mais desvalidos da sociedade. As políticas públicas envolvem as iniciativas macroeconômicas configurando o ambiente da competição de modo favorável ao desenvolvimento, através das políticas fiscais, monetárias e cambiais. Elas dizem respeito também ao crescimento econômico na preservação da sociedade. A segunda razão das políticas públicas refere-se à superação da desigualdade entre as pessoas, porque o sistema produz mais a concentração de poder, renda e riqueza. As políticas sociais como a educação, saúde e assistência enfocam a elevação da qualidade de vida, reduzir as iniqüidades no interior das facções e das classes sociais.</p><br />\n<p>É preciso ver também o papel dos atores sociais nas políticas públicas. O fato é que ultimamente que há uma crise do modelo de democracia representativa, porque as pessoas não são mais representadas seja em nível federal, presidente, governador, prefeito, deputados, senador e vereadores, seja também nas instituições religiosas, escolas, movimentos sociais, sindicatos que vivem em crise de representatividade. As pessoas buscam sempre mais direito no processo decisório, que é primordial na Constituição Brasileira de 1988. Os atores sociais são as pessoas, organizações envolvidas no debate e na participação nas políticas públicas e da política. Há a necessidade de organizações e instituições que complementam a ação do Estado e do mercado. Um dos autores principais na proposta de implementação das políticas publicas é denominado Sociedade Cível, o Terceiro setor. As políticas públicas resultam da interação dos diferentes setores e dos interesses dos agentes públicos. As vezes decorre pela pressão, greves, mobilizações sociais que influenciam o Estado e assim garantam os direitos e a solução de suas necessidades. Tudo isso deve favorecer a construção de um mundo mais justo e fraterno, sobretudo os mais pobres. Decorre de tudo isso a participação na elaboração das políticas públicas, que é um mecanismo importante da Constituição da República Federativa do Brasil, na qual se deve ouvir as demandas e as necessidades da população. É importante a participação na tomada das decisões, implementação, avaliação e monitoramento das políticas públicas. Algumas formas de participação nas políticas públicas como audiências públicas, conselhos gestores ou de direitos, conferências, fóruns e reuniões, organizações da sociedade civil e movimentos sociais. É preciso o protagonismo dos jovens na elaboração de políticas públicas, assumindo o seu papel na sociedade. A juventude é o tempo propicio à formação para a cidadania, porque os jovens tomam ciência de seus direitos e de suas responsabilidades. Eles possam participar dos Conselhos de Juventude, criados em todo o Brasil com direitos e responsabilidades. É preciso também a colaboração dos movimentos sociais na elaboração das políticas públicas para assim ter um importante papel de fiscalização e controle social e sendo também um instrumento de democratização do Estado. É preciso ver o item das políticas públicas e a família. É preciso fortalecer a família, que gera vínculos de pertencimento, desperta sentimentos de responsabilidade, segurança afetiva, de uma pessoa para outra. A família ajuda a viver com o outro, cuidar do outro. Com esta primeira experiência facilita também o a decisão na esfera social e coletiva. Em 2019 a CF celebrará o tema da Família: A família como vai? O Papa São João Paulo II dizia que era preciso restaurar o sentido cristão do matrimônio. É preciso viver o amor conjugal, a procriação e tendo uma continua obra educadora da família. As famílias sintam-se portadoras do amor de Deus. A CF quer valorizar a família nas Políticas Publicas para definir as formas e o sentido da própria mudança social. Adotar uma política familiar identifica os seus traços que vão da mediação das intervenções sobre indivíduos com impactos sobre a família ou diretamente sobre a própria família como um todo.</p><br />\n<p>Julgar</p><br />\n<p>Serás libertado pelo direito e pela justiça (Is 1,27)</p><br />\n<p>A SE, o AT utiliza a palavra direito na qual designa a ordem justa da sociedade e também utiliza a palavra justiça que é o fundamento do direito, a obrigação moral deste, motivação interior, que torna possível viver a primeira condição que é o direito. A justiça deve ser dada para a viúva, o órfão e o estrangeiro, para que assim haja o direito na sociedade. A justiça faz com que haja a preocupação com os mais pobres na tríade, viúva, órfão e estrangeiro, para que haja direito na sociedade, instaurando o projeto de Deus no mundo. Direito, projeto de Deus e justiça significam uma justiça libertadora, que alem das medidas legais dadas pelos governos aos mais necessitados no meio do povo.</p><br />\n<p>Deus se revelou no AT como aquele que viu a miséria de seu povo e ouviu o seu clamor, descendo para libertá-lo (Ex 3,7-8) de modo que a experiência libertadora se constituiu o centro da fé do povo de Israel (Dt 26,5-9). Será também o paradigma da pregação dos profetas que orientam o povo em direção ao direito e à justiça, pois para conhecer a Deis, é necessário praticá-la. Não só deve-se ter a noção da ajuda ao pobre, mas, deve-se dar algo a quem nada possui ou não merece. As pregações são serias no sentido de que se não é respeitado o direito dos pobres, de nada valem as orações, as peregrinações e as assembléias (Am 5,21-25; Is 1,11-17; Jr 7,3-7). Os profetas no Antigo Israel lutaram pela justiça, estando ao lado do povo simples na tentativa de uma sobrevivência digna. Denunciaram o funcionamento dos tribunais onde havia o suborno, o perjúrio, o desinteresse pelas causas dos pobres. Para os profetas as causas sociais estão ligadas a questões religiosas, porque a palavra de Deus visa a conversão, o respeito pelos direitos dos indefesos. Buscai o direito! Corrigi o opressor, fazei justiça ao órfão, brigai pela viúva (Is 1,17). Jesus será reconhecido como profeta (Jo 6,14) pelo fato de existirem falsos profetas (Mc 13,22). Os profetas nos ajudam a viver o espírito penitencial na quaresma do jejum que consiste em ajudar o esfaimado, abrigar os infelizes, vestir os maltrapilhos, e não se desviar do semelhante (Is 58,5-7). Esta CF é importante para que não só ajudemos os pobres quando baterem na nossa porta, mas o façamos na coletividade, de uma forma institucional, para que assim se realize a palavra de Deus que se deres pão ao faminto, tua luz levantar-se-á na escuridão e a noite será como dia pleno (Is 58, 10). A sabedoria bíblica torna-se como educadora da justiça, fazendo-se um comportamento que direciona a vida na sociedade. Os sábios do antigo Israel souberam formular críticas á sociedade (Ecl 3,16-4,16) às ideologias e à religião quando favorecia a eloqüência contra a idéia de denuncias e fofocas. Por isso as Sagradas Escrituras, o AT colocam convivências mais justas e amorosas e toda a pregação profética insistiu na conjuntura atual e da denúncia de todas as injustiças.</p><br />\n<p>Em relação ao NT, Jesus e seu Evangelho do Reino de Deus. Jesus de Nazaré anunciou o evangelho do Reino de Deus em um determinado contexto histórico. Conviveu com o fenômeno do Estado e do exercício do poder por determinadas lideranças. Anunciou o Reino de Deus em torno do ano 30, na província, colônia da Palestina que pertencia ao Império Romano. O povo pagava altas taxas e impostos ao poder invasor. Muitos grupos se formaram na sociedade de sua época, de modo que Jesus anunciou o Reino de Deus na base do ensinar, ensino (Mc 1,21.22; 2,13; 4,1.2; 4,2; 12,38) sendo o verdadeiro mestre, aquele que ensina (Mc 4,38; 5,35; 9,17.38; 13,1). Marcos fala de ensino por parte de Jesus sabendo que a palavra Torá em hebraico é o ensino fundamental da religião do antigo Israel, formado pelos 5 livros compõem o Pentateuco. Bento XVI em 2012 falava da importância de falar de Deus na realidade atual na qual Deus não é uma hipótese, ou está distante de nós, porque em Jesus de Nazaré encontramos o rosto de Deus que desceu do céu para se imergir no mundo dos homens, no nosso mundo e para ensinar a arte de viver o caminho da felicidade, para nos libertar do pecado e nos tronar filhos de Deus (Ef 1,5; Rm 8,14); Jesus veio para no salvar e para nos mostra a vida boa do evangelho. Jesus fala de seu Pai – Abbá e do Reino de Deus com olhar compaixão e de misericórdia, de que a vida é preciosa para Deus, do rosto misericordioso de Deus e que Deus está presente nas historias quotidianas de nossa vida. Por isso Jesus nos indica o caminho da justiça e da salvação: Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso (Lc 6,36). Jesus é o rosto misericordioso do Pai, nos indicando o Reino da verdade, da graça, do amor e da paz.</p><br />\n<p>É preciso ver também o item: O Combate à fome: reflexão sobre a multiplicação dos Pães em Marcos. Jesus percebeu a fome do povo e multiplicou os Pães (Mt 14,13-21; Mc 6,30-44; Lc 9, 10-17; Jo 6,1-15). Os necessitados ganham destaque na atuação de Jesus Cristo. Em Marcos encontramos detalhes importantes nas quais Jesus viu a grande multidão, começou a ensiná-la porque eram como ovelhas sem pastor. Todos deveriam se sentar demonstrando que Ele é o bom pastor, que não era preciso mandar embora o povo, que se utilizou dos pães existentes. Jesus insistiu na reorganização do povo faminto em grupos menores, de cinqüenta e de cem pessoas (Mc 6,40). Isso faz lembrar a memória do êxodo, o povo dos hebreus em grupos de 50 (Ex 13,18); a memória de 50 e de cem profetas no livro de reis (1 Rs 18,31; 2 Rs 4,43); 50, é pentecostes, são 50 dias após a Páscoa, a comunidade iria ser agraciada com o Espírito Santo de Deus. O povo está mais organizado com Jesus, passando de massa dispersa para um povo querido pelo Senhor, assumindo a dinâmica exodal. Eis portanto a presença do Espírito Santo de Deus, que é o Espírito de Jesus. Jesus tomou os 5 pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu, pronunciou a bênção e partiu os pães e ia dando-os aos discípulos (Mc 6,41) é retido por ele na última ceia (Mc 14,22). O combate à miséria é dada na autodoação, na postura de doar a vida. Os Bispos do Brasil afirmam que existe alimentos para todos e a fome é a conseqüência da má distribuição da renda, e pelo desperdício. SJPII fala que a miséria é encarnada em estruturas de pecado; Papa Francisco diz que não podemos dormir sossegados com pessoas no mundo passando fome. A fome foi uma das preocupações de Jesus, é uma preocupação da Igreja. É preciso empenhar-se na implementação de Políticas públicas de combate à fome, como verdadeira obra de misericórdia. Jesus dedicou muito tempo em torno das curas, dos doentes. Ele curava a muitos com enfermidades e expulsava muitos espíritos malignos (Mc 1,34; Mt 8,16-17; Lc 4,40-41). Indicou a postura do bom samaritano como modelo de compaixão e misericórdia (Lc 10,30-37); a visita aos doentes significa visita a Jesus (Mt 25,36). Ele acolheu as crianças, porque estavam em estado de vulnerabilidade, porque quem acolher uma destas crianças em seu nome, a ele acolhe (Mc 9,37; Mt 18,5; Lc 9,48). Pelo fato de serem seres indefesos e dependentes mereceram uma atenção especial por Jesus Cristo (Mc 10,13-16; Mt 19,13-15; Lc 18, 15-17). Jesus conviveu com uma sociedade marcada pelo domínio do ser humano, no entanto cultivou diálogos livres de preconceitos e de convivências com as mulheres. Colocou a igualdade de homem e mulher na ordem da criação (Mc 10,6; Mt 19,4); incluiu as mulheres no grupo de seus seguidores (Lc 8,1-3); elas se tornaram as primeiras testemunhas da ressurreição de Jesus (Mt 28,1-10; Mc 16,1-10; Lc 24, 1-11; Jô 20,11-18). Paulo fala que todos são um em Cristo Jesus (Gl 3,28). Jesus também se dirigiu aos trabalhadores , ele mesmo foi identificado como filho do carpinteiro (Mc 6,3; Mt 13,55), porque muitos de seus discípulos eram pescadores, coletores de impostos. As suas parábolas refletem o mundo agropastoril, artesanal e domestico. Jesus pensou em dar uma vida digna para todos, a justiça diferenciada pertencente ao Reino do céus (Mt 20,1-16). Jesus é o auge da história da revelação do Senhor, o ser o homem verdadeiro, reconhecido até pelos seus inimigos, e por não olhar na aparência dos homens (Mt 22,16; Mc 12,14; Lc 20,21) guardava sempre o principio da fraternidade que é também o principio vital das políticas publicas éticas e justas que garantem os direitos sociais aos mais frágeis e vulneráveis. Ser discípulo ou discípula de Jesus é compreender as dimensões sociais e políticas iluminadas pela boa-nova anunciada pelo Mestre. O próximo é o mais ameaçado na pessoa do faminto, do doente, do trabalhador assalariado, ora por ser mulher, criança de modo que é preciso trabalhar pela eficácia das políticas publicas atuais. Os padres da Igreja se preocuparam e o cuidado com os pobres, doentes, como expressão do seguimento de Jesus porque eles conheceram de perto a opressão dos poderosos, a usura impositiva, o frio tocando os ossos dos pobres, nas manhãs de inverno. Tenhamos presentes as homilias de São João Crisóstomo, no século IV, século V para perceber a tragédia humana, de modo que nem por baixos salários eram contratados no inverno. Ele procurou unir a honra de Cristo dada na liturgia e a honra dada a Cristo no pobre que deveria andar juntas que era bom sempre lembrar que sob o olhar de um pobre há também um altar, pois não se podia deixar de comungar do corpo de Cristo na eucaristia percebê-lo de fome na porta das igrejas. São Gregório de Nazianzeno fala aos governantes para praticar sempre o bem e nada que fosse indigno o impulsionasse no seu cargo. Santo Ireneu falava que o poder dos governantes era a pratica do bem, do amor com as pessoas. São João Crisóstomo fala da necessidade de empregar tudo para o bem comum e também Santo Ambrósio tudo deve ser útil para a comunidade e assim para ser benéfico a todos.</p><br />\n<p>Em relação à contribuição da doutrina social da Igreja tenhamos presentes que a DSI nasceu das Sagradas Escrituras e da fé viva da Igreja. Ela se volta para os sofrimentos dos mais pobres que são a presença de Cristo (Mt 25,31ss). Eles comprometem a vida quotidiana mas também nossas decisões em campo político e econômico. A DSI não é uma teoria social mas ela deve ocorrer segundo o Papa VI nas iniciativas pessoais, comunitárias e governamentais. JPII falava de pecado social e de estruturas de pecado e a missão do cristão transformar essas coisas; O Papa Francisco fala da necessidade de não ficar em meras discussões mas que se passe para a objetividade os princípios sociais nas situações hodiernas. Continua ainda o Papa Francisco salientando a fé cristã que não pode ser vivida só numa dimensão individualista mas deve ser dada numa perspectiva social na construção dum mundo melhor de modo que tudo isso deve ser um sinal de esperança que brota no coração amoroso de Jesus Cristo. Bento XVI fala da importância da participação como principio da gratuidade como expressão de fraternidade. A comunidade nasce da convocação da palavra de Deus-amor. Todo o desenvolvimento leva em consideração o principio da gratuidade, como exores são de fraternidade. Deus caritas est, n. 34. A questão das políticas públicas coloca-se dentro de uma Cultura política da participação, na vida social e do bem comum, percebendo as reais necessidades do povo pois os pobres são os juízes da vida democrática de uma nação (CNBB, exigências éticas da ordem democrática, n. 72). A ação pastoral da Igreja estimula as comunidades eclesiais, os movimentos populares, entidades da sociedade civil para a implantação, execução de políticas públicas voltadas à defesa e a promoção da vida e do bem comum, segundo a DSI (DGAE, n. 124). Em relação à cidadania: a DSI reforça a cidadania em vista do bem comum, sendo essa uma mediação concreta da caridade. A participação na política é fundamental para os cidadãos responsáveis pelo comum seja para os que militam na política partidária, quando à vivencia de uma cidadania ativa. Realça a participação dos cristãos leigos e leigas na política partidária exercendo cargos públicos eletivos em vista das políticas públicas para prestar um serviço ao bem comum do povo e abrindo caminho para o evangelho no meio da política, transformando as estruturas sociais. Os cristãos leigos e leigas devem estar presentes no mundo da política, porque Cristo estará presente nesse meio se os cristãos lá estiverem. É claro não deverão entrar no jogo do partido, da corrupção, pois deve o obedecer antes a Deus e depois aos homens (Cfr. At 5,29). Muitos se recusam a entrar na vida político-partidária porque não entenderem que não mudam as coisas: mas é por ali que as pessoas deveriam se interessar mais pela militância política para assim não dar descrédito à política e aos políticos. É preciso entrar na política para valorizar as políticas públicas. Para a DSI a política é uma forma de se viver a caridade, ainda que não seja a única, mas é um serviço desinteressado a todos, privilegiando os mais pobres. Os cristãos leigos e leigas devem ter presentes na criação de estruturas sociais mais justas a partir do princípio ético do bem comum. A atuação político-partidária é questão da cidadania ativa. No modelo grego, a política era uma questão de vida pública, visava-se o bem da polis, sendo considerada uma virtude cívica. Em relação ao modelo romano tudo era dado pelo estado. A política se tornou uma prerrogativa de um pequeno grupo dirigente, excluindo os cidadãos da administração da rex publica (coisa pública). No pensamento político ocidental utilizaram-se os conceitos do primeiro modelo, mas a realização concreta repercutiu o segundo. Por isso é preciso cruzar esses dois modelos, dando novas formas à política e aproximando-a da vida dos cidadãos. Quando se fala da cidadania diz respeito à construção de um mundo mais humano e que nos humaniza, pois assim Deus entrou na realidade humana para redimi-la. Quando se fala de fé e a política não são as mesmas entre Igreja e Estado porque a fé move o cristão leigo ou leiga a se inserir na política, na organização da sociedade, como partidos políticos e cargos de governo.</p><br />\n<p>Em relação ao bem comum: é outro princípio da DSI, relacionado com a dignidade da pessoas humana. Qualquer política pública deve levar em conta a questão do bem comum em fundação dos mais vulneráveis porque a existência de pobres é a negação radical da ordem democrática. O bem comum não pode ser visto em uma forma personalista, nas condições de vida dos cidadãos, mas é também num nível social, que permite aos grupos e a cada membro da sociedade alcançará a perfeição e a caridade. São João XXIII falava do bem comum como dar emprego aos trabalhadores, reduzir os desequilíbrios na agricultura, na indústria, nos serviços públicos, moderar o teor de vida, tendo a intenção de preparar bem o futuro (MM, n. 79). A DSI fala do empenho pela paz, à organização dos poderes do Estado, sólida ordem jurídica, o ambiente, alimentação, morada, trabalho, educação, acesso à cultura, saúde, transporte, tutela de liberdade religiosa. A DSI não é uma doutrina, mas que se viva de uma forma concreta, para atender as exigências de todos. GS, n. 26, Pacem in Terris, n. 60-66, CA, n. 47 falam dos direitos que devem ser reconhecidos, respeitados pela autoridade pública: estradas, transportes, comunicações, moradia, assistência à saúde, vida religiosa, seguridade social, trabalho, direito à vida, viver em família.</p><br />\n<p>A CNBB se manifestou contra a PEC 241 que uma PEC da morte, porque elege para pagar a conta do descontrole dos gastos os trabalhadores e os pobres, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos sejam garantidos. A PEC 241 supervaloriza o mercado em detrimento do Estado. Deve-se garantir um limite de investimento nas áreas de saúde e educação o que ela desconsidera a ordem constitucional. A DSI comparece no campo das políticas públicas na defesa da dignidade da pessoa humana, ilumina as consciências, muda os corações, promove a vontade todos os cidadãos, especialmente daqueles que tem responsabilidade de prover meios para criar uma ordem social mais justa. Pelo principio da subsidiariedade, a DSI conclama a todos os cidadãos para não esperarem de braços cruzados pela ação do Estado no campo das políticas públicas, mas terem a fantasia da caridade, mas deve-se fazer o máximo para o bem de todos com todos. Aparecida, n. 403 fala CE elaborar ações concretas que tenham incidência nos Estados para a aprovação de políticas sociais e econômicas que atendam as necessidades de todos. A DSI é uma pelo à ação, muito bem presente em Paulo VI, na qual falava de passar das boas intenções para ações concretas, efetivas diante das injustiças que se encontram a população mais pobre (OA, n. 48).</p><br />\n<p>Agir</p><br />\n<p>No seguimento de Jesus, somos enviados ao encontro de todos, mas sobretudo dos pobres. Somos enviados a sermos misericordiosos seguindo a palavra de Jesus: “Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36). As políticas públicas são ações do Estado ou do Governo na solicitude para com os mais necessitados. Como cristãos somos convidados à discussão, elaboração e execução das políticas públicas. Nós o fazemos porque somos discípulos, missionários do Reino de Deus.</p><br />\n<p>É preciso superar a dualidade no campo da fé e da política. Este é o primeiro passo para o agir da CF 2019. Quando se diz que o direito e a justiça são condições para a liberdade (Is 1,27) reconhece que a política é intrínseca à fé, e que a pratica da fé é um exercício político. Fraternidade e políticas públicas fazem parte da vocação humana e defendem a dignidade humana. É preciso superar a dicotomia entre a fé e a vida na espiritualidade humana para se ter o bem viver. As vezes o poder mediático de pessoas ou instituições fala mais alto que a conexão entre fé a vida no cotidiano existencial das pessoas, na exclusão de outros posicionamentos ou manifestações publicas. É preciso para isso estar atento ao evangelho e fazer dele o caminho para uma espiritualidade integral para eliminara as distorções entre fé e vida. A ausência das políticas publicas impossibilita a pratica do evangelho.  =A CF defende que as políticas publicas são condições para a fraternidade e a moradia é um direito à vida de muitas famílias que procuram abrigo nas estribarias urbanas e rurais. Devemos ver o lugar onde nossos irmãos e irmãs, sem teto estão neste momento da historia. É a voz de Deus que ecoa nas periferias existenciais e geográficas para não sermos indiferentes aos seus gemidos. Neste momento em que a vida é compreendida muitas vezes como lucro, a CF 2019 nos alerta para a conversão social entre muitas dicotomias existenciais para assim efetivarmos as Políticas Públicas e termos uma espiritualidade encarnada.</p><br />\n<p>É fundamental a participação da sociedade e os valores fundamentais nas quais devemos viver em cada dia. Somos filhos e filhas de Deus, nas quais devemos cuidar da criação e ao mesmo tempo somos convidados a sermos cidadãos do mundo e do Evangelho para que tudo seja exercitado na sociedade. Ainda que seja feita de encontros e desencontros a participação popular, no entanto é na sociedade, um lugar de do direito, da justiça e da fraternidade.</p><br />\n<p>Em relação aos conselhos é fundamental a participação dos cristãos nos conselhos municipais, estaduais e federal. Precisamos fortalecer a participação popular e a presença da sociedade civil nos conselhos de direitos. É importante os conselhos que existem em nossas cidades e a participação dos cristãos leigos e leigas nestes conselhos em vista do comprometimento com as causas do bem das pessoas. Tudo isso é um exercício para o fortalecimento da democracia em nosso pais. A transformação da sociedade é dada quando as pessoas se tornarem sujeitos da história. A participação do cristão, da cristã nos conselhos é uma das possibilidades de se praticar o evangelho, a ética e a viver a justiça. A CF 2019 encoraja os leigos e leigas para serem sal da terra e luz do mundo nos espaços políticos e coletivos de decisão. Vamos avançar com as políticas públicas e com a dignidade humana. Os leigos e as leigas dêem testemunho cristão na política e sejam acolhidos e acompanhados por suas comunidades e paróquias. A sociedade civil, as comunidades, as pastorais e os movimentos não podem se calar diante dos desmandos, escândalos e desrespeito que os agentes políticos e as grandes corporações representam o bem publico. É o rosto de Deus que se manifesta junto aos empobrecidos e agir com efetiva participação nos processos políticos. É preciso escolher pessoas comprometidas com as Políticas Públicas para atuar e representar a comunidade nas institucionais partidárias. Perguntamo-nos: existem pessoas que participam de nossas comunidades na política partidária, estão nos conselhos municipais, estaduais ou federal? Como estamos acompanhando o trabalho dessas pessoas?</p><br />\n<p>É muito importante também na consolidação das políticas públicas o papel das mídias tradicionais, as novas tecnologias de comunicação e informação. Elas influenciaram nestes últimos tempos as políticas. É preciso estimular a discussão sobre direitos e necessidades públicas, por meio da divulgação de idéias, iniciativas e projetos. É preciso estimular o debate sobre as políticas públicas nos MCS, unindo a visão evangélicas e as ciências de cada setor. É preciso a criação de meios específicos em formato de áudios, para jovens, idosos, comunidades marginalizadas sobre as políticas públicas. É preciso superar as noticias falsas que dificultam o dialogo entre as pessoas e a sociedade. As gerações mais novas usam muito as redes sociais. É preciso fomentar lá as discussões de políticas públicas não sendo um campo para semear agressões e preconceitos. Tudo poderá ajudar na fomentação de redes de ação social e criação de políticas públicas. A política é um meio para que o viver em sociedade possa promover a vida digna de todos os cidadãos. Tudo isso promoverá o bem da sociedade. A Doutrina Social da Igreja promove a participação do leigos e leigas no campo político, a participação da juventude no compromisso com o próximo, com os valores do Reino, com a moral e a com ética. A DSI coloca a importância da escolha dos partidos políticos e os seus valores baseados na caridade e na busca do bem comum. Os partidos são chamados a interpretar as aspirações da sociedade civil, orientando-as para o bem comum. É preciso convidar os jovens para o voto consciente, assuma o compromisso social e a dignidade das pessoas é inerente à religião, sendo sempre permeado pelos valores do Evangelho. São Paulo VI na encíclica Populorum Progressio ressalta o ensinamento social, convida mulheres e homens a olhar com boa vontade as questões sociais e abraçar um modelo ético-social. Ninguém pode sentir-se seguro em um mundo em que há sofrimento e miséria (PP, n.1). É preciso se libertar de valores antiéticos como o materialismo, o individualismo que influenciam a cultura de hoje. É preciso humanizar a educação, tornando-a um processo na qual a pessoa desenvolva as próprias atitudes profundas, a vocação, contribuindo para a vocação da própria comunidade. Humanizar a educação é colocar a pessoa no centro da educação no quadro das relações que compõem com a comunidade e sociedade, sendo o humanismo solidário (PP n. 8). Pelas políticas públicas coloca-se a pessoa no centro de suas elaborações para que o povo possa ir para frente. É preciso globalizar a esperança para que se tenha em vista o anuncio e vida plena. As políticas públicas visam a inclusão das pessoas, os direitos elementares que correspondam à consciência de um universo ético na qual a pessoa vive. As sociedades humanas, as comunidades e os povos devem trabalhar pelo comum e a realização do humanismo solidário, pela unidade entre as pessoas, e no reconhecimento de todos somos filhos do único Pai, em um relacionamento universal (PP n. 17). As redes de cooperação devem favorecer os pobres pela elaboração de políticas públicas. Os abusos são muitos em relação ao bem comum e também praticas iníquas que não favoreçam os indefesos e os mais fracos de modo que é preciso que as políticas públicas visem a honestidade das coisas.</p><br />\n<p>As políticas públicas prioritárias em relação à saúde, educação, seguridade social e alimentar, acesso à terra, educação, à moradia mostra a justiça social, estado de direito e isso está ainda longe de se traduzir em melhorias nas condições estruturas de vida da população sobretudo dos necessitados. Algumas pistas de ação como a participação mais efetiva nas pastorais sociais, o uso do serviços públicos, visando formar profissionais que lá trabalhem de uma forma consciente, promover debates sobre a reforma política, encorajar a participação dos cristãos leigos e leigas na política, a democratização da sociedade, tomar parte nas políticas públicas, movimento sociais, conselhos de escola, incentivar a Lei 135/2010, da Ficha Limpa. É importante incentivar as comunidades na formação política, controle das políticas públicas, participação nos conselhos de saúde, educação, segurança publica, conferencias de saúde, de educação, estabelecer parcerias com defensoria pública, Advocacia Geral, Procuradoria, ministério público para acompanhar as coisas públicas. É necessário o bem comum pessoal, comunitário, social, de ações educativas abrangentes e inclusivas. É preciso incentivar a intersetorialidade das ações como saúde, educação, desenvolvimento social, justiça, esporte, emprego e renda, construindo uma sociedade justa e saudável. É preciso uma educação para a solidariedade, cuidado com os bens públicos.</p><br />\n<p>É preciso pensar num Observatório Social do Brasil pela cidadania, bem comum, sendo democrático, a apartidário, com o objetivo de contribuir para a melhoria da gestão publica. É preciso a transparência na aplicação dos recursos públicos. Devem-se reunir um maior número de pessoas e entidades que se entreguem à causa da justiça social.</p><br />\n<p>Outra consideração é dada pela Jornada Mundial do Pobre criada pelo Papa Francisco. É o amor de Cristo pelos últimos e os mais pobres. O grito dos pobres que chega até Deus, deve chegar aos nosso ouvidos e deixarmo-nos ativos diante da indiferença e impassibilidade. A pobreza não é procurada, mas é criada pelo egoísmo, pela soberba, pela avidez e pela injustiça. O pobre vive com a certeza de que Deus intervenha em seu favor para lhe restituir a dignidade. A ação de Deus liberta a pessoa e quebra as cadeias do poder pela intervenção de Deus. É preciso estimular a cultura do encontro e superar a cultura do descarte, desperdício, alerta-os o Papa Francisco. Seja um dia de evangelização o dia mundial do pobre, ajudando a descobrir a beleza do evangelho. A Jornada Mundial do Pobre em 2019 será no dia 17 de Novembro e o Papa Francisco pede que se façam solidariedades em favor dos pobres, participem da eucaristia, que será também a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo. A realeza de Cristo aparece no Gólgota, onde se revela a plenitude do amor de Deus. Ouvindo o apelo do Papa Francisco colocam-se propostas como rua solidarias, com realização de atividades comuns, arrecadação de alimentos em favor dos pobres, visitas às famílias pobres, círculos bíblicos, oração do terço, celebrações da palavra e da eucaristia, mesas fraternas, com pessoas pobres. As pessoas destinatárias dessas ações seriam pessoas de rua, trabalhadores sem-teto, doentes, vítimas de violência, comunidades e paróquias, pessoas que necessitam de solidariedade, de efetivação dos direitos.</p><br />\n<p>Conclusão</p><br />\n<p>Fraternidade e políticas públicas; serás libertado pelo direito e pela justiça (Is 1,27). A convivência, o Reino de Deus, um novo modelo de sociedade exige mudanças radicais no trabalho, no lazer, na educação, na cultura, nos impostos e nas responsabilidades sociais dos cidadãos. Uma nova sociedade acontece com a participação de todas as pessoas. A CF 2019 busca elaboração e implantação de políticas públicas projetando o presente e o futuro do Brasil, amparado no direito e na justiça, livre das desigualdades que atingem os mais pobres. A participação das políticas pública é dada na ótica da misericórdia. Jesus e os discípulos passam de aldeia em aldeia fazendo o bem e semeando os sinais do Reino de Deus. Jesus revelou a misericórdia por meio de palavras, ações, gestos, e obras. Ele é o rosto da misericórdia. Ele por sua encarnação uniu-se de algum modo a todo o ser humano, trabalhou com mãos humanas, pensou com inteligência humana e agiu com vontade humana (cfr. GS 22). O Papa Francisco leva a igreja ao mistério da misericórdia, porque é o caminho que Deus e o ser humano. A prática de Jesus é o horizonte iluminador a ação evangelizadora, da comunidade cristã. Será libertado pelo direito e pela justiça (Is 1,27); é um direito participar das políticas públicas; é justo receber e dar educação, saúde, segurança e aquilo que leva à dignidade humana. Nossa Senhora, Mãe de Jesus e nossa nos acompanhe na caminhada quaresmal fazendo com que as pessoas sejam despertadas através das Políticas Publicas.</p><br />\n<p>O gesto concreto – Coleta da solidariedade</p><br />\n<p>A CF 2019 se expressa pela oferta de doações em dinheiro na coleta da solidariedade, realizada no domingo de Ramos, feita em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs, paróquias e dioceses. A coleta da solidariedade é parte integrante da CF. Dia nacional da Coleta da Solidariedade: Domingo de Ramos, 14 de abril de 2019. Bispos, padres, religiosos, lideranças leigas, agentes de pastoral, colégios católicos e movimentos eclesiais são os principais motivadores da Coleta da CF 2019. O gesto fraterno da oferta tem um caráter de conversão quaresmal, para que tudo se converta em um tempo marcado pelo amor e pela valorização da vida. Haverá o FNS: Fundo Nacional de Solidariedade o FDS: Fundo Diocesano de Solidariedade.</p><br />\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]</a> Síntese, Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA. Campanha da Fraternidade 2019: Texto-Base/CNBB.</p><br />\n"},{"nome":"Batismo do Senhor","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2019/01/maxresdefault-500x281.jpg","descricao":"<p>Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>Dia 13 de Janeiro, nós celebraremos o domingo, dia da ressurreição do Senhor e também o batismo do Senhor Jesus nas águas do Rio Jordão, por São João Batista. Com o batismo deu-se o começo da vida pública do Senhor. Cristo, autor do batismo, deixou-se batizar por João. Ele tinha a necessidade para entrar na fileira das pessoas que deviam ser batizadas pelo Precursor? Não, porque ele não tinha pecado e o batismo de João visava à conversão das pessoas. Era o Senhor quem solicitava a conversão das pessoas. Não obstante como homem, Jesus quis dar um exemplo de humildade e ao mesmo tempo de obediência para todas as coisas que são da vida humana. Ele queria iniciar a sua missão entre os homens e esta é feita através do batismo. Naquela ocasião Ele é revelado como o Filho querido do Pai. É o começo grande da atividade terrestre de Jesus, como enviado do Pai. Qualquer começo que nós fazemos, seja no trabalho, estudo, ou universidade, ou mesmo inicio da vocação sacerdotal, religiosa, matrimonial, laical, procuramos iniciá-la bem. Nós revestimos as coisas com uma visão de amor em vista de nossas habilidades. Da mesma forma foi inicio da atividade de Jesus como o proclamador do Reino de Deus. Lucas traz poucas noticias a respeito do batismo do Senhor. O povo estava na expectativa se João Batista não fosse o Messias. O precursor afirmava que o seu batismo era feito com água; no entanto viria um mais forte capaz de vencer todas as forças do mal. Jesus, é o Deus encarnado, sem pecado, que tira-nos através do batismo dos nossos pecados. João era uma pessoa humilde; ele sabia o limite de sua missão. Ele veio preparar o caminho para o Messias. Para isto ele batizou com água, um batismo para o perdão dos pecados. Ele afirmava: Ele batizará no Espírito Santo e no fogo. É o batismo que fará as pessoas proféticas, impelindo a todos no amor. É o batismo feito em nome de Deus Uno e Trino que todos nós recebemos um dia. Jesus dirigiu-se ao Jordão para se deixar batizar por João. Lucas não coloca o diálogo entre João e Jesus, mas simplesmente a sua atitude de oração; Este evangelista é o único a colocar este detalhe. A teofania aconteceu pela abertura dos céus revelando a filiação divina do Filho. Enquanto Jesus rezava, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma visível, como pomba. Uma voz do céu disse: “Tu és o meu Filho amado, em ti ponho o meu benquerer”. Lucas queria dizer certamente que a comunicação entre o céu e a terra tinha-se restabelecido, porque o Espírito Santo de Deus desceu sobre Jesus, cabeça e representante por excelência do verdadeiro povo de Deus e o Pai fala das nuvens como o seu Filho querido.</p><br />\n<p>O batismo de Jesus lembra o nosso batismo. Um dia tivemos a graça da vida natural através de nossos pais. Porém, outro dia, nós recebemos outro nascimento, aquele do batismo. Nós fomos apresentados na comunidade, mas acima de tudo nós fomos inseridos a vida sobrenatural, no mistério da Trindade, como filhos adotivos de Deus Pai, irmãos em Jesus Cristo e marcados com o selo do Espírito Santo. Nosso corpo é templo da Trindade. Se o batismo foi o começo da vida pública de Jesus, tal sacramento nos introduz na comunidade, constituindo o inicio de nossa vocação.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">            Jesus foi batizado com o batismo de água para começar a missão, como enviado Pai. Ele irá ao encontro de outro batismo, aquele de sangue, porque morrerá e dará a sua vida para todos nós e para toda a humanidade. O batismo de água deve conduzir ao outro batismo; aquele de sangue, como Tertuliano disse, um padre do II e III séculos. Então o batismo que nós recebemos quando nós éramos pequenos empenha-nos para o Reino de Deus. Nosso nome não só deve aparecer no livro dos registros de nossas paróquias: nós somos convidados a assumir os compromissos professados por nossos pais. Devemos trabalhar em vista do livro da vida. Temos uma grande dignidade, de sermos filhos e filhas de Deus, que nos faz empenhados com o seu Reino de Deus. Ao mesmo tempo o batismo estimula-nos a vivencia de uma vocação, ao sacerdócio, à vida religiosa, ao matrimônio, à vida laical, ao amor aos outros, especialmente as pessoas necessitadas, crianças, doentes, pobres, à comunidade, engajados em alguma pastoral, movimento ou serviço. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ajude-nos nesta caminhada de fé, de esperança e de caridade. Tudo deve ser em vista para a glória do Deus Uno e Trino. Nós pedimos a luz do Espírito para que possamos viver bem nosso batismo em união com Cristo e na gloria do Pai. Nós somos agora filhos no Filho, seremos também nós filhos prediletos do Pai, no Filho e pelo amor do Espírito Santo, Amém.</p><br />\n"},{"nome":"Feliz Natal e um 2019 cheio de Bênçãos","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Untitled-1-500x281.jpg","descricao":"<p style=\"text-align: right;\">Marabá, 14 de dezembro de 2019</p><br />\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!</strong></p><br />\n<p>É com muita alegria e amor a Deus e ao próximo como a si mesmo que nos dirigimos a todos vocês, parceiros do site da Diocese de Marabá, PA para lhes dizer que a Diocese de Marabá tem um site, um meio para se comunicar com o público em geral e para o povo de nossa Diocese, e também para proclamar a todos a Palavra de Deus, a eucaristia, o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, a palavra da Igreja, a palavra do Pastor, a presença do clero, dos religiosos, das lideranças, a Diocese, a Paróquia, a Comunidade, as festas, as suas pastorais, os movimentos, os serviços. Os meios de Comunicação Social são importantes para a divulgação do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo para que seja conhecido e amado por todas as pessoas. Jesus se tornou pessoa humana, igual a nós em tudo, menos o pecado e deseja que o seu nome seja anunciado a todos os povos. A Igreja como continuadora da encarnação e ressurreição do Senhor Jesus Cristo utiliza-se das redes sociais para que cada vez mais visualize a Palavra de Deus e a possamos colocá-la em prática. Somos chamados a viver os sacramentos, sobretudo aqueles referidos à Iniciação à vida Cristã, o batismo, a crisma e a eucaristia. Somos chamados a viver uma vocação na qual o Senhor nos chamou um dia como graça e como missão.</p><br />\n<p>Estamos no Natal, período que nos lembra o Nascimento do Filho de Deus na carne. Exultem o nosso coração e a nossa alma pela vinda do Senhor na carne, na realidade humana na qual se fez pessoa humana igual a nós em tudo menos o pecado. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós (cfr. Jo 1,14). As promessas feitas por Deus no AT se realizaram em Jesus Cristo, o Filho de Deus que entrou no mundo para nos salvar dos nossos pecados. Jesus veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor, de redimir o ser humano e levá-lo novamente ao encontro com Deus Uno e Trino. Ele virá uma vez na sua glória para julgar os vivos e os mortos. Ele vem sempre em nossa realidade através da sua Palavra de salvação, da eucaristia, dos sinais dos tempos, na vida familiar, comunitária e social, nas comunidades aonde vivemos, nas pastorais, nos movimentos e serviços. Acolhamo-lo bem neste santo Natal sendo uma acontecimento de renovação de nossa vida pelo nascimento que dá sentido a todo e qualquer nascimento na realidade humana: Jesus Cristo nasceu e nasce em nossa vida e em nosso coração. São Leão Magno, Papa do século V, afirmava coisas bonitas sobre o Natal: Jesus Cristo realizou o plano divino em relação á humanidade, de dar-lhe a redenção, a salvação. Tudo isso se cumpriu nos tempos pré-ordenados. Jesus Cristo, Filho de Deus, penetrou a parte inferior do mundo, descendo da morada eterna, celeste, sem deixar é claro a glória do Pai, vindo ao mundo de um modo novo por um novo nascimento. Modo novo se justificou pelo fato de que era invisível por natureza, mas tornou-se visível em nossa natureza; incompreensível quis tornar-se compreensível, Ele sendo anterior ao tempo e Senhor do Universo, tomou a condição de servo, Deus impassível se dignou ser homem passível, imortal, aceitou às leis da morte. Nascimento novo se justificou pelo qual Jesus quis nascer, sendo concebido e nascido por uma virgem, sem que um pai misturasse a isso seu desejo carnal. Essa foi a origem daquele que seria o Salvador dos seres humanos, para que pudesse ter em si a natureza humana, estivesse também isenta daquilo que mancha a carne do ser humano, o pecado. Se a sua natureza é divina, Jesus assumiu a natureza humana através da concepção de uma virgem na qual deu à luz e permaneceu virgem, pelo poder divino.</p><br />\n<p>Estamos iniciando um ano novo, o de 2019. Queremos colocá-lo nas mãos de Deus, porque o futuro não nos pertence, mas a Deus. Somos chamados a viver o presente, na qual logo mais iremos vivenciá-lo com alegria e amor. A cada dia vivamos na graça do Senhor, vivamos o amor a Deus, ao próximo como a si mesmo. O ano de 2019 é comemorativo para toda a Diocese de Marabá porque Ela completará 40 anos de criação: 19179-2019. São 40 anos de trabalho, dedicação, de doação de muitas pessoas, lideranças comunitárias e sociais, povos indígenas, povos ribeirinhos, povo de Deus de nossas comunidades, religiosas e religiosos, diáconos, padres e bispos, pessoas de boa vontade. Teremos no dia 25 de agosto, domingo, a jornada diocesana, um dia de comemoração juntos pelos 40 anos da Diocese de Marabá. Nós louvamos a Deus pelo passado que nos foi dado, plantado e nós queremos plantar coisas boas para que o Reino de Deus cresça sempre mais em nossa realidade amazônica e um dia na eternidade vivamos a felicidade para sempre. O dia 16 de Outubro será a data de comemoração da criação da Diocese de Marabá. Todas as comunidades farão uma celebração única de louvor, agradecimento, pedido de perdão, de amor ao Senhor por nos ter dado a Diocese de Marabá para rezar, atuar nesta Igreja Particular. Faremos uma celebração que será enviada para todas as paróquias da Diocese de Marabá. Rezemos sempre mais pelo aumento das vocações à vida sacerdotal, religiosa, matrimonial e laical. O mês de Outubro será um mês missionário, um mês que o Papa Francisco convocou para que todas as comunidades fizessem alguma missão para que imbuídos pelo Espírito Santo divulgassem o nome do Senhor para todas as pessoas e povos. Teremos unidade nos Círios do ano jubilar em todas as paróquias aonde for feito e também na cidade de Marabá, cujo tema será: “Rainha da Amazônia, alegria e amor da Diocese de Marabá”. Teremos também o Sínodo no mês de Outubro em Roma, cujo tema é: No último Conselho Diocesano de Pastoral realizado em Marabá, nos dias 09, 10 e 11 de Novembro refletíamos sobre o tema do Sínodo da Amazônia: Novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral. No último Conselho Diocesano de Pastoral realizado em Marabá, nos dias 09, 10 e 11 de Novembro refletíamos sobre o tema do Sínodo da Amazônia. Foi muito bom. Nos dias 08, 09 e 10 de Novembro de 2019 teremos a Assembleia Diocesana em Marabá. Temos um novo brasão diocesano e uma logo marca dos 40 anos de Diocese de Marabá. O ano de 2019 vem carregado de muitas coisas e programações e queremos vivê-lo na graça do Senhor, trabalhando pelo Reino de Deus que se faz aqui e agora, e um dia na eternidade. Confiemos todas as atividades a Maria Santíssima sob o titulo de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Padroeira da Diocese de Marabá, e de Nossa Senhor de Nazaré, devoção popular muito forte em nossa região, do qual iremos festejar o trigésima nona edição em Marabá. O Espírito Santo nos ilumine na caminhada do ano para que tudo se realize na paz e no amor. O Senhor Jesus Cristo nos ensine a viver o dom da profecia, do sacerdócio e do pastoreio na Diocese de Marabá. O Pai nos acompanhe na caminhada de fé, de esperança e de caridade. Deus Uno e Trino seja glorificado pelas ações e orações, celebrações eucarísticas e da palavra, que realizaremos ao longo do ano de 2019.</p><br />\n<p>Mais uma vez temos a alegria e amor de apresentar o site da Diocese de Marabá. Sejamos sal da terra e luz do mundo (cfr. Mt 5,13-14), como nos fala o Senhor Jesus Cristo, sendo leigos e leigas, sendo religiosos e religiosas, ministros ordenados da Diocese de Marabá, de modo que a Palavra de Deus seja sempre anunciada para todas as pessoas e encontre objetividade em nossas vidas, de discípulos, discípulas, missionários e missionárias no mundo de hoje. Construamos igrejas e comunidades aonde se vivam os valores evangélicos, o mandamento do amor, assim como Cristo Jesus nos amou até o fim. Vivamos a missão da catolicidade na realidade atual, amando a Deus, ao próximo como a si mesmo.</p><br />\n<p style=\"text-align: right;\">Envio a todos um forte abraço em Cristo Jesus</p><br />\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>+ Dom Vital Corbellini</strong><br /><br />\nBispo Diocesano de Marabá</p><br />\n"}],"paroquias":[{"id":1329,"titulo":"Sagrado Coração de Jesus","paroco":"Pe. Guilherme Ferreira","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"+55 94 99123-6947","telefone2":"","endereco1":"Avenida 17 - s/n – Cidade Nova","endereco2":"Palestina do Pará","padroeiro":"2ª sexta-feira após Corpus Christi","descricao":"<p><strong>Fundada em 30/07/2005</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Transaraguaia, 752 – Beira Rio</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Transaraguaia, 221 – Beira Rio.</p><br />\n<p>Telefone: (94) 99227-0659</p><br />\n<p>E-mail: sagradocoracaodejesus.pp@gmail.com</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda-feira à Sexta-feira: 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nAvenida 17 &#8211; Palestina do Pará</p><br />\n<p><strong>Obs.:</strong> A Comunidade Sagrado Coração é dividida em cinco setores<br /><br />\nmissionários:<br /><br />\n• Setor Sag. Coração de Jesus – Avenida 17 &#8211; Cidade Nova<br /><br />\n• Setor Na. Sra. Aparecida &#8211; Rua Magalhães Barata &#8211; Centro<br /><br />\n• Setor Santa Luzia, Avenida 13 &#8211; Bairro Alto Bonito<br /><br />\n• Setor São Pedro São Paulo, Rua Transaraguaia &#8211; Beira Rio<br /><br />\n• Setor Santa Rita de Cássia &#8211; Bairro Cidade Nova.</p><br />\n<p>2.Comunidade Santa Isabel<br /><br />\nRua santa Rosa &#8211; Vila Santa Isabel &#8211; Palestina do Pará</p><br />\n<p>3.Comunidade Nossa Senhora Aparecida da Rio Mar<br /><br />\nAssentamento Rio Mar &#8211; Palestina do Pará</p><br />\n<p>4.Comunidade São Pedro São Paulo de Imbaulbal<br /><br />\nAssentamento Imbaulbal – Zona Rural &#8211; Palestina do Pará</p><br />\n<p>5.Comunidade Nossa Senhora do Perpetuo Socorro<br /><br />\nAssentamento Açaizal – Zona Rural &#8211; Palestina do Pará</p><br />\n<p>6.Comunidade Nossa Senhora da Conceição<br /><br />\nPovoado de Viração – Zona Rural &#8211; Palestina do Pará</p><br />\n<p>7.Comunidade São Pedro São Paulo<br /><br />\nVila Porto da Balsa &#8211; Palestina do Pará</p><br />\n<p>8.Comunidade Nossa Senhora da Conceição<br /><br />\nVila Posto Fiscal &#8211; Palestina do Pará</p><br />\n<p>9.Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nVila São Raimundo &#8211; Brejo Grande do Araguaia</p><br />\n","email":"sagradocoracaodejesus.pp@gmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/sagrado-500x438.jpg"},{"id":1345,"titulo":"Nossa Senhora das Graças","paroco":"Pe. Cleydson Fraga","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"","telefone2":"","endereco1":"Rua Ipê, n° 181 – Centro","endereco2":"Curionópolis","padroeiro":"27 de novembro","descricao":"<p><strong>Fundada em 25/01/1988<br /><br />\n</strong><br /><br />\n<strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Ipê, 181 – Centro – Curionópolis-PA</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Ipê, 181 &#8211; Centro</p><br />\n<p>Horário de funcionamento: Segunda à sexta-feira: 08:00 às 12:00 / 14:00 às 17:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Nossa Senhora das Graças<br /><br />\nRua Ipê, n° 181 – Centro &#8211; Curionópolis-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Sra. da Paz<br /><br />\nAvenida Goiais s/n &#8211; Curionópolis-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nAv. Pres. Getúlio Vargas &#8211; Curionópolis-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nSerra Pelada &#8211; Curionópolis-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nKM 45 PA 275 – Marabá-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nVila Rica &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade São João Batista<br /><br />\nÁgua Azul &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nZona Rural &#8211; Curionópolis-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Imaculada Conceição<br /><br />\nAlto Bonito &#8211; Curionópolis-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nVila Bom Jesus &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\n40.Curral Preto &#8211; Curionópolis-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nEstrada da Cutia &#8211; Curionópolis-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade Sagrada Família<br /><br />\nSerra Pelada &#8211; Curionópolis-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nFazenda dos Miranda &#8211; Marabá-PA</p><br />\n","email":"paroquia.n.s.gracas@outlook.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Gracas-500x438.jpg"},{"id":1363,"titulo":"Santo Antônio","paroco":"Pe. Rafael Messias da Silva ","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"Pe. José Arimatéia de Almeida ","diacono":"","telefone1":"(94) 3333-1440","telefone2":"","endereco1":"Rua Odilar Barreto, 165 – Centro","endereco2":"Itupiranga","padroeiro":"13 de junho","descricao":"<p><strong>Fundada em 31/05/1973</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Homero de Souza, 02 – Centro<br /><br />\nTelefone: (94) 3333-1149</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Odilar Barreto, 165 – Centro</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretária:<br /><br />\nSegunda a sexta, das 08:00 às 12:00 e de 14:00 às 18:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro<br /><br />\nBarra da 6 &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nAgrovila &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade São Pedro<br /><br />\nBarraca do Meio &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nBelexão &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade São Francisco<br /><br />\nBenfica &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Bom Jesus<br /><br />\nVila Betânia &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade São Francisco<br /><br />\nBoa Esperança &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade São Pedro<br /><br />\nCajarana &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Santa Maria Goretti<br /><br />\nCoco 1 E 2 &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade Bom Jesus<br /><br />\nCurral Preto &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nCuxiu &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade São José<br /><br />\nJovem Crelandia &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade Menino Jesus<br /><br />\nKm 52 &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nKm 80 &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>15. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nKm 88 &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>16. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nKm 95 &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>17. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nKm 100 &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>18. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nVila Seca &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>19. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nLonginho &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>20. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nMangueira &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>21. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nMonte Castelo &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>22. Comunidade São Judas Tadeu<br /><br />\nNova Canaã &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>23. Comunidade Bom Jesus<br /><br />\nNovo Mundo &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>24. Comunidade São Francisco<br /><br />\nPalmeira 5 &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>25. Comunidade Bom Jesus<br /><br />\nPalmeira 6 &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>26. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nGrotão da Onça &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>27. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nRainha &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>28. Comunidade São Francisco<br /><br />\nRancharia &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>29. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nRecanto &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>30. Comunidade Santa Catarina de Sena<br /><br />\nSanta Catarina &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>31. Comunidade Santa Isabel<br /><br />\nVila Santa Isabel &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>32. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nTV. Castanheira – Bairro NOVO &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>33. Comunidade Santa Luzia e Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nCajazeiras &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>34. Comunidade Santa Rita de Cássia<br /><br />\nAvenida Goiás – Bairro Mutirão &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>35. Comunidade Santa Terezinha<br /><br />\nRua da Igreja – Bairro Santa Terezinha &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>36. Comunidade Santo Antônio – Beira Rio<br /><br />\nRua Odilar Barreto, 165 – Centro &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>37. Comunidade São José<br /><br />\nRua São José, 203 – Centro &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>38. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nSão Braz &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>39. Comunidade São Francisco<br /><br />\nAvenida 25 de Agosto – Vitoria &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>40. Comunidade São João Batista<br /><br />\nVila São João Batista &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>41. Comunidade São Pedro e São Miguel<br /><br />\nCajazeiras &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>42. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nRua José Marinho – B. Novo &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>43. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nVila São Sebastião – Distrito &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>44. Comunidade Santa Terezinha<br /><br />\nTauiri &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>45. Comunidade São José<br /><br />\nTelevisão &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>46. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nVila Viana &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>47. Comunidade Santa Rita<br /><br />\nVicinal Beira Rio &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>48. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nVicinal Deraldinos &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>49. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nPA Vida Nova &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>50. Comunidade São João Batista<br /><br />\nVila Batista &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>51. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nVila Ipiranga &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>52. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nJuruena &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n<p>53. Comunidade São João Paulo II<br /><br />\nCidade Nova &#8211; Itupiranga-PA</p><br />\n","email":"paroquias.antoniopa@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/santo-antonio-500x438.jpg"},{"id":1374,"titulo":"São João Batista","paroco":"Pe. Ângelo Gaio, psdp","adm_paroquia":"","vigario1":"Pe. Marcos Antônio da Silva, scj","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 99304-8621","telefone2":"","endereco1":"Rua: Santa Rita s/n","endereco2":"Jacundá","padroeiro":"24 de junho","descricao":"<p><strong>Fundada em 01/01/1988</strong><br /><br />\n<strong><br /><br />\nCasa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua 13 de Maio nº 145<br /><br />\nTelefone: (94) 3345-1885</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua: 13 de Maio Nº 141</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda a Sexta: 08:00 ás 12:00 / 14:00 ás 18:00<br /><br />\nSábado: 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade São João Batista<br /><br />\nRua Santa Rita s/n &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>2. Comunidade São Cristóvão<br /><br />\nRua Paulo Fonteles nº 0 &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Nossa Senhora do Carmo<br /><br />\nRua União nº 18 &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Nossa Senhora do Perpetuo Socorro<br /><br />\nRua Teotônio Vilela nº 18 &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>5. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nRua Airton Sena &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nRua: São Francisco nº 43 &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>7. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nRua Espírito Santo &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santa Rita<br /><br />\nRua: Santa Tereza &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>9. Comunidade São José<br /><br />\nRua Paralaminas &#8211; Jacundá – PA</p><br />\n<p>10. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nRua Nobre nº 790 &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nRua Pará nº 331 &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Senhor do Bonfim<br /><br />\nSetor Pitinga &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>13. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nSetor Pitinga &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nSetor Pitinga &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>15. Comunidade São Sebastião &#8211; Diacuí<br /><br />\nSetor Pitinga &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>16. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nSetor Pitinga &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>17. Comunidade Cristo Rei<br /><br />\nVila Mantenha &#8211; Setor Pitinga &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>18. Comunidade São João Calábria<br /><br />\nSetor Pitinga &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>19. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nSetor Pitinga &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>20. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nCentro dos Paulos &#8211; Setor – Moram Madeira &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>21. Comunidade São Pedro<br /><br />\nSetor – Moram Madeira &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>22. Comunidade Santa Izabel<br /><br />\nSetor – Moram Madeira &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>23. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nSetor – Moram Madeira &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>24. Comunidade São José<br /><br />\nSetor – Moram Madeira &#8211; Jacundá &#8211; PA</p><br />\n<p>25. Comunidade São Francisco de Assis – C12<br /><br />\nSetor – Moram Madeira – Jacundá-PA</p><br />\n<p>26. Comunidade Santa Rosa<br /><br />\nSetor – Lago – Jacundá-PA</p><br />\n<p>27. Comunidade Bom Jesus<br /><br />\nSetor Lago – Jacundá-PA</p><br />\n<p>28. Comunidade Nossa Senhora Aparecida – 04 Bocas<br /><br />\nSetor Lago – Jacundá-PA</p><br />\n<p>29. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nAçaizal &#8211; Setor Lago – Jacundá-PA</p><br />\n<p>30. Comunidade São Pedro<br /><br />\nPorto Novo &#8211; Setor Lago – Jacundá-PA</p><br />\n<p>31. Comunidade: Santo Antônio<br /><br />\nUrubu &#8211; Setor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>32. Comunidade Santa Rita<br /><br />\nJatobá Ferrado &#8211; Setor PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>33. Comunidade Jesus, Maria e José<br /><br />\nSetor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>34. Comunidade São Geraldo<br /><br />\nSetor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>35. Comunidade Nossa Senhora D’Ajuda<br /><br />\nSetor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>36. Comunidade Cruzeiro da Missão<br /><br />\nSetor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>37. Comunidade Santa Clara – Barracão<br /><br />\nSetor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>38. Comunidade São Lucas &#8211; Barracão<br /><br />\nSetor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>39. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nSetor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>40. Comunidade Cristo Rei<br /><br />\nSetor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>41. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nSetor – PA/150 – Jacundá-PA</p><br />\n<p>42. Comunidade Nossa Senhora de Nazaré<br /><br />\nCastanheira – Centro – Jacundá-PA</p><br />\n<p>43. Comunidade Nossa Senhora da Paz<br /><br />\nSetor Moram-Madeira – Jacundá-PA</p><br />\n<p>44. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nRua do Aeroporto – Buritis – Jacundá-PA</p><br />\n","email":"psjbjacunda@gmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/joao-batista-500x438.jpg"},{"id":1380,"titulo":"Bom Jesus","paroco":"Pe. Matheus Felipe C. Barbosa ","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"Pe. Sânzio Luiz Ferraz Almeida","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"(94) 3341-1213","telefone2":"(94) 99925-8574","endereco1":"Travessa Elias Americano nº 291 - Centro","endereco2":"Bom Jesus do Tocantins","padroeiro":"06 de agosto","descricao":"<p><strong>Fundada em 01/01/1988</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Travessa Elias Americano, 291- Centro<br /><br />\nTelefone: (94) 3341-1213</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Travessa Elias Americano nº 291 &#8211; Centro<br /><br />\nHorário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda-feira a Sexta-Feira de 08:00 ás 12:00 / 14:00 ás 18:00<br /><br />\nSábados de 08:00 ás 12:00.</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Bom Jesus<br /><br />\nTv. Elias Americano nº 291 – Centro &#8211; Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora Aparecida I<br /><br />\nRua Nossa Senhora Aparecida &#8211; Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Imaculado Coração de Maria<br /><br />\nTv. Castelo Branco nº 502 &#8211; Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Nossa Senhora Aparecida II<br /><br />\nGrotão do Meio –Jaó &#8211; Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade São Francisco<br /><br />\nVila Casca Seca &#8211; Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade São João Batista<br /><br />\nPalestina – Zona Rural &#8211; Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro<br /><br />\nAssentamento Gaúcha &#8211; Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nVila São Raimundo &#8211; Km 40 &#8211; Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n","email":"paroquiabomjesus2014@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Matriz-Bom-Jesus-500x375.jpeg"},{"id":1388,"titulo":"Sagrado Coração de Jesus","paroco":"Pe. Dimas Ferreira da Silva","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"(94) 3321-1936","telefone2":"(94) 99147-9379 / (94) 98111-1689","endereco1":"Folha 28 Quadra 01 Lote 01- A","endereco2":"Marabá","padroeiro":"Festa Móvel","descricao":"<p><strong>Fundada em 01/01/1988</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Folha 28 Quadra 01 Lote 01-A – Nova Marabá – Marabá-PA</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Folha 28 Quadra 01 Lote 01-A<br /><br />\nHorário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda-feira a Sexta-feira: 08:00 às 12:00/ 14:00 às 18:00<br /><br />\nSábado: 08:00 às 12:00.</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1.Comunidade Santo Eugênio de Mazenod<br /><br />\nFolha 29, Quadra 07, Lote 25 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>2.Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nFolha 27 Quadra 07 Lote 13 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3.Comunidade Santa Terezinha do Menino Jesus<br /><br />\nFolha 21 Quadra 09 Lote Especial – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>4.Comunidade: Santo Antônio<br /><br />\nFolha 20 Quadra 09 Lote 33 – Nova Marabá &#8211; Marabá</p><br />\n<p>5.Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nFolha 28 Quadra 01 Lote 01-A – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n","email":"paroquiadosagrado@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/sagrado-coracao-500x438.jpg"},{"id":1333,"titulo":"São Domingos de Gusmão","paroco":"Pe. Paulo Cesar Ferreira Soares ","adm_paroquia":"","vigario1":"Pe. Sânzio Luiz Ferraz Almeida","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 99186-9694","telefone2":"Não tem telefone 2","endereco1":"Rua Santa Terezinha, S/N – Centro","endereco2":"São Domingos do Araguaia","padroeiro":"08 de agosto","descricao":"<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Santa Terezinha, s/n &#8211; Centro</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\n08:00 às 12:00 / 14:00 às 18:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade São Domingos de Gusmão (Matriz)<br /><br />\nAvenida Duque de Caxias, s/n &#8211; Centro &#8211; São Domingos do<br /><br />\nAraguaia-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nVila Braga S/N &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nRua Aloísio Chaves, S/N – Novo São Domingos &#8211; São Domingos<br /><br />\ndo Araguaia-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade São Luiz Gonzaga<br /><br />\nRua Araguaia – São Luiz &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Nossa Senhora do Perpetuo Socorro<br /><br />\nRua Acrisio Santos S/N – Perpetuo Socorro &#8211; São Domingos do<br /><br />\nAraguaia-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nN. Planalto &#8211; S. D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Nossa Sra. de Nazaré<br /><br />\nAvenida Valadares &#8211; Vila Nazaré &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nSair do Sol – Zona Rural &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nVicinal Bom Jesus &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade Sant’Ana<br /><br />\nVila Santana &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade São Lucas<br /><br />\nVicinal Veneza &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nVicinal Veneza &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade São Mateus<br /><br />\nCuxiu 44 &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Nossa Senhora das Dores<br /><br />\nCuxiu 46 &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>15. Comunidade São Jorge<br /><br />\nCuxiu 43 &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>16. Comunidade Nossa Senhora do Carmo<br /><br />\nCuxiu &#8211; Vicinal 41 &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>17. Comunidade São Benedito<br /><br />\nVila São Benedito &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>18. Comunidade Santa Izabel<br /><br />\nAlmescão I &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>19. Comunidade Nossa Senhora da Divina Providencia<br /><br />\nAlmescão II &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>20. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nÁgua Fria – Tauarizinho &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>21. Comunidade São Jorge<br /><br />\nÁgua Fria &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>22. Comunidade Nossa Senhora das Graças<br /><br />\nÁgua Fria &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>23. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nPA Jerusalém &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>24. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nPimenteira &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>25. Comunidade Nossa Senhora do Perpetuo Socorro<br /><br />\nSítio Novo &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>26. Comunidade Santo Antonio<br /><br />\nPatauá &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>27. Comunidade São João Batista<br /><br />\nPatauá &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>28. Comunidade Nossa Sra. Aparecida<br /><br />\nJatobá &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>29. Comunidade Nossa Senhora da Glória<br /><br />\nVicinal Croá &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>30. Comunidade Imaculado Conceição<br /><br />\nVila Nova &#8211; Some Homem &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>31. Comunidade Nossa Sra. Aparecida<br /><br />\nVila Metade &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>32. Comunidade São Pedro<br /><br />\nVila São José &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>33. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\n3 Irmãos &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>34. Comunidade São Francisco<br /><br />\nAçaizal &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>35. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nCacauzinho &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>36. Comunidade Santa Maria Madalena<br /><br />\n8 Barracas &#8211; São D. do Araguaia-PA</p><br />\n<p>37. Comunidade São Tiago<br /><br />\nAlmescão I &#8211; São D. do Aragu<br /><br />\naia-PA</p><br />\n<p>38. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nPatauá &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>39. Comunidade São José<br /><br />\nVicinal Belo Horizonte &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>40. Comunidade Nossa Senhora da Guia<br /><br />\nFazenda Santa Lúcia &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>41. Comunidade Nossa Senhora do Desterro<br /><br />\nBairro Aldenira Frota &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>42. Comunidade São Luis de França<br /><br />\nAP1 Brasispanha &#8211; São Domingos do Araguaia-PA</p><br />\n<p>43. Comunidade São José<br /><br />\nVila Jerusalém &#8211; Marabá</p><br />\n","email":"paroquiasdgusmao@hotmail.com","site":"Nao tem site","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Gusmao-500x438.jpg"},{"id":1347,"titulo":"São Sebastião","paroco":"Pe. Patrick Fernandes da Costa","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"Pe. Allison Lima de Castro","diacono":"","telefone1":"94 98196-0102","telefone2":"94 98171-8888","endereco1":"Rua D, 88 – Cidade Nova","endereco2":"Parauapebas","padroeiro":"20 de janeiro","descricao":"<p><strong>Fundada em 31/01/2001</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Dom Pedro II, nº 23 – Chácara do Cacau &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua onze, n° 88 – Cidade Nova</p><br />\n<p>Telefones: 94 98196-0102/ 98171-8888</p><br />\n<p>Horário de funcionamento: Terça-feira à sexta-feira: 08:00 às 12:00 / 14:00 às 18:00 e sábado: 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade São Sebastião (Matriz)<br /><br />\nRua D, 88 – Cidade Nova &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora de Guadalupe<br /><br />\nRua Pará n° 220 – Liberdade I &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nRua M esq. Com a 16 – Bairro União &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>4. Comunidade São Pedro e São Paulo<br /><br />\nRua 85 – Lot. 22 Qd. 02 &#8211; Novo Horizonte &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>5. Comunidade São Pedro<br /><br />\nRua Pedro Miranda, Lot. 02 E 03 – Liberdade II &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>6. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nRua Belém, 127, Esquina com a Rua 1 – Primavera &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nRua Gibraltar, 17 – Vila Rica &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>8. Comunidade São Judas<br /><br />\nRua Apostolo Pedro, Qd. 30 Lt. 20 – Betânia &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>9. Comunidade São Mateus<br /><br />\nCasas Populares I &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>10. Comunidade São João Batista<br /><br />\nPalmares II &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nAvenida Boa Vista – Palmares Sul &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nRua Santo Antonio s/n – Altamira &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>13. Comunidade Sagrada Família<br /><br />\nRua D 7, Lote Especial – Ipiranga &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Nossa Senhora do Perpetuo Socorro<br /><br />\nAvenida Paru QD. 46 LOT. 09 &#8211; Populares II &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>15. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nPA Terra Roxa – Zona Rural &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>16. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nPA Rio Branco – Zona Rural &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>17. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nPA Casa Branca – Zona Rural &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>18. Comunidade São Pedro E São Paulo<br /><br />\nPA Tapete Verde – Zona Rural &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>19. Comunidade Menino Jesus<br /><br />\nPA Alto Bonito – Zona Rural &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>20. Comunidade Imaculada Conceição<br /><br />\nPA Itacaiunas – Zona Rural &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>21. Comunidade Nossa Senhora das Graças<br /><br />\nNova Vitória &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>22. Comunidade Santa Faustina<br /><br />\nParauapebas –PA</p><br />\n<p>23. Comunidade Santa Terezinha<br /><br />\nVale dos Carajás &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n<p>24. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nPA Brasil Novo – Zona Rural &#8211; Parauapebas –PA</p><br />\n","email":"paroquiasaosebastiao2001@outlook.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Sebastiao-500x438.jpg"},{"id":1365,"titulo":"São Francisco de Assis","paroco":"Pe. Jorge Luís Guimarães ","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 3324-1458","telefone2":" 99224-0255 / 98162-9217","endereco1":"Praça São Francisco, s/n – Cidade Nova","endereco2":"Marabá","padroeiro":"04 de outubro","descricao":"<p><strong>Fundada em 29/07/1988</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nPraça São Francisco, s/n – Cidade Nova &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Praça São Francisco, s/n – Cidade Nova</p><br />\n<p>Horário de funcionamento:<br /><br />\nSegunda-feira à Sexta-feira: 08:00 às 11:30 / 14:00 às 17:30<br /><br />\nSábado: 08:00 às 11:30</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade São Francisco<br /><br />\nPraça São Francisco, s/n – Cidade Nova &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade São João Batista<br /><br />\nAvenida dos Gaviões, s/n – Laranjeiras &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Santíssima Trindade<br /><br />\nTravessa Cinco de Maio, 288 &#8211; Bairro Aeroporto KM 02 &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nPA Três Ilhas &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nBrejo do Meio &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Divino Pai Eterno<br /><br />\nPA Alegria &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade São Miguel<br /><br />\nPA Alto Bonito- Marabá-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade São João Batista<br /><br />\nVila São João &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Nossa Senhora Conceição<br /><br />\nVila Deus Quer &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nVila Conquista &#8211; Marabá-PA</p><br />\n","email":"paroquia.saofrancisco@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/sao-francisco-500x438.jpg"},{"id":1376,"titulo":"Santa Maria","paroco":"Pe. Dalvan Alves Ribeiro","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 3779-1279","telefone2":"","endereco1":"Praça da Paz nº 25 - Bairro Alto Bonito","endereco2":"Goianésia do Pará","padroeiro":"19 a 21 de junho","descricao":"<p><strong>Fundada em 03/02/2002</strong><br /><br />\n<strong><br /><br />\nCasa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua soares nº 25 &#8211; Bairro Alto bonito</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Praça da Paz nº 25 &#8211; Bairro Alto Bonito</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nTerça-feira à Sexta-feira: 08h00 às 12h00 / 14h00 às 18h00<br /><br />\nSábado: 08h00 às 12h00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade São João Batista<br /><br />\nPraça da Paz nº 25 &#8211; Bairro Alto Bonito &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nRua Mossoró s/nº &#8211; Bairro Santa Luzia &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Santa Rita de Cassia<br /><br />\nRua Acapu s/nº &#8211; Bairro São Judas Tadeu &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Santo Antonio de Pádua<br /><br />\nRua Brasília nº 02 &#8211; Bairro São Luiz &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade São Judas Tadeu<br /><br />\nRua Seis &#8211; Bairro Santo Amaro &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nRua Beija Flor s/nº &#8211; Bairro Floresta &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade São João Paulo II<br /><br />\nRua Amaro Lopes Fernandes s/nº &#8211; Bairro Boa Esperança &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade São Benedito<br /><br />\nPA 263 – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Santa Terezinha<br /><br />\nVicinal Arapixi – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nVicinal l7 Voltas – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade São Paulo<br /><br />\nPA 150 &#8211; Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nVicinal Fazendinha – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade São João Batista<br /><br />\nVila Janari &#8211; Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Santo Antônio de Pádua<br /><br />\nVila Janari núcleo C-0 – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>15. Comunidade São Domingos<br /><br />\nVila Janari núcleo C-12 – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>16. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nVila Janari núcleo C-16 – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>17. Comunidade São Pedro<br /><br />\nVicinal 4 bocas – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>18. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nVila Jutuba – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>19. Comunidade São Pedro<br /><br />\nVicinal Terezão – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>20. Comunidade São José<br /><br />\nVicinal PA Clezinho – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>21. Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro<br /><br />\nTribo Amanayé – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>22. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nVila Pitinga – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>23. Comunidade Bom Jesus<br /><br />\nVila Pitinga – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>24. Comunidade Todos os Santos<br /><br />\nVila Pitinga – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>25. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nVila 5 irmãos núcleo 02 – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n<p>26. Comunidade Nossa Senhora dos Remédios<br /><br />\nVila 5 irmãos núcleo 04 – Zona Rural &#8211; Goianésia do Pará-PA</p><br />\n","email":"santamariagoainesia@ig.com.br","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/santa-maria-500x438.jpg"},{"id":1378,"titulo":"São Francisco de Assis","paroco":"Pe. Thiago Fiuza Lima ","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 99288-0410","telefone2":"","endereco1":"Rua Cachoeira Itaboca nº 35 – Centro","endereco2":"Nova Ipixuna","padroeiro":"04 de outubro","descricao":"<p><strong>Fundada em 08/03/2002</strong><br /><br />\n<strong><br /><br />\nCasa Paroquial</strong><br /><br />\nEnd.: R. Cachoeira Itaboca, 35 – Centro<br /><br />\nCEP: 68585-000 &#8211; Nova Ipixuna</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEnd.: R. Cachoeira Itaboca, 35 – Centro<br /><br />\nCEP: 68585-000 &#8211; Nova Ipixuna</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretária:<br /><br />\nSegunda-feira à Sexta-feira 08:00 às 12:00 / 14:00 às 18:00<br /><br />\nSábado de 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nRua Cachoeira Itaboca, nº 35 – Centro &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora de Nazaré<br /><br />\nTravessa Taquari, nº 132 &#8211; Bairro Nova Canaã &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Dom Gabriel Paulino Bueno Couto<br /><br />\nBairro da Felicidade &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade São Jorge<br /><br />\nRod. PA 150 km 25 &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nRod. PA 150 km 41 &#8211; Vila Boa Esperança &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nPA Taquarizinho &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro<br /><br />\nPA Casarão &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santa Rita de Cássia<br /><br />\nPA Fortaleza &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nVila Pajé &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nPA Castanheira &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nVila Limão &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nPiranheira &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade São José<br /><br />\nMassaranduba- Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade São Domingos<br /><br />\nBarrinha &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>15. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nTracoá &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>16. Comunidade São Miguel Arcanjo<br /><br />\nVila Belém &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>17. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nCentenário &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>18. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nGleba Jacaré &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>19. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nMonte Dourado &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>20. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nPA Brasileira &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>21. Comunidade Imaculada Conceição<br /><br />\nPA Brasileira &#8211; Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n","email":"paroquia.ipixuna@bol.com.br","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/sao-francisco-1-500x438.jpg"},{"id":1382,"titulo":"Senhora Sant’Ana","paroco":"Pe. Sebastião Almeida Santiago ","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"(94) 3321-1033","telefone2":"(94) 99142-6383","endereco1":"Rua José Raimundo n° 167 – Morada Nova","endereco2":"Marabá","padroeiro":"26 de julho","descricao":"<p><strong>Fundada em 17/01/2001</strong><br /><br />\n<strong><br /><br />\nCasa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua José Raimundo n° 167 – Morada Nova<br /><br />\nTelefone: 94 3321-1033<br /><br />\nParóquia Senhora Sant’Ana</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nRua José Raimundo n° 167 – Morada Nova<br /><br />\nHorário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nTerça-feira a Sex-feira: 8:00 às 12:00 / 14:00 a 18:00<br /><br />\nSábado: de 8:00 às 12:00.</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Senhora Sant’Ana<br /><br />\nRua José Raimundo n° 167 – Morada Nova – Marabá-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Menino Jesus<br /><br />\nZona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Nossa Senhora do Perpetuo Socorro<br /><br />\nPa 150 km 06 &#8211; V. Sarandy &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Na. Sra.Aparecida<br /><br />\nVila do Deserto &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Na. Senhora D’ajuda<br /><br />\nPa 150 &#8211; km 18 &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Santa Cecília<br /><br />\nResidencial Tiradentes &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nLago Preto &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santa Terezinha<br /><br />\nPA 150 &#8211; Km 11 &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Santo Expedito<br /><br />\nMurumuru &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade São Francisco<br /><br />\nMorada Nova &#8211; km 11 &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade São João Batista<br /><br />\nPau Seco &#8211; Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade São José<br /><br />\nMurumuru &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade São Miguel<br /><br />\nFortaleza &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Jesus Misericordioso<br /><br />\nZona Rural – Marabá-PA</p><br />\n<p>15. Comunidade do Res. Jardim do Éden<br /><br />\nRes. Jardim do Éden – Marabá-PA</p><br />\n","email":"paroquiasenhorasantana@hotmail.com.br","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/santana-500x438.jpg"},{"id":1390,"titulo":"São Félix de Valois","paroco":"Pe. Ademir Antônio Gramelik","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"(94) 3321-1838","telefone2":"","endereco1":"Travessa São Félix, 143 – Centro","endereco2":"Marabá","padroeiro":"20 de novembro","descricao":"<p><strong>Fundada em 29/07/1988</strong></p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Travessa Santa Terezinha, s/n – Marabá Pioneira<br /><br />\nHorário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda-feira a Sexta-feira: 08:00 às 12:00 / 14:00 às 18<br /><br />\nSábado: 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Livraria Nossa Senhora do Perpétuo Socorro</strong><br /><br />\nEndereço: Travessa Santa Terezinha, s/n – Marabá Pioneira<br /><br />\nE-mail: livrariansps@yahoo.com.br<br /><br />\nNome: Tatielen Lima Silva<br /><br />\nTelefone: 94 3321-1838 / 99100-0332</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Catedral Nossa Senhora do Perpétuo Socorro<br /><br />\nTravessa Santa Terezinha, S/N – Centro &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora das Graças<br /><br />\nAvenida Marechal Deodoro, 2170- Santa Rosa &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Santa Rita de Cássia<br /><br />\nRua das Mangueiras, 250- Santa Rita &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Santíssima Trindade<br /><br />\nRua São Pedro Folha 25, Quadra – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n","email":"paroquiasaofelixdevalois@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/sao-felix-500x438.jpg"},{"id":4233,"titulo":"Capelania Militar S. Inácio de Loyola","paroco":"Pe. Weder Vieira Lima","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"(94) 98191-6696","telefone2":"","endereco1":"Rua dos Açais, n°01 - Vila Militar Presidente Médice","endereco2":"Marabá - PA","padroeiro":"31 de Julho","descricao":"","email":"capelaniamilitarainacio@gmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Foto-da-capelania-militar-500x500.jpeg"},{"id":4240,"titulo":"Santo Antônio – Vila Sororó","paroco":"Frei Vando Oliveira Lima, OFMCap","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"","telefone2":"","endereco1":"Rua Santo Antônio, S/N, Vila Sororó","endereco2":"Marabá - PA","padroeiro":"13 de Junho","descricao":"","email":"","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2024/05/foto-com.-s.-antonio-500x428.jpeg"},{"id":1332,"titulo":"São João Batista – S. João do Araguaia","paroco":"Pe. Aelson Nunes Vieira","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 3379-1201","telefone2":"","endereco1":"Rua Sebastião Ferreira s/n","endereco2":"São João do Araguaia","padroeiro":"24 de junho","descricao":"<p><strong>Fundada em 02/03/2004</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Sebastião Ferreira s/n – S. João do Araguaia, Pa.<br /><br />\nTelefone: (94) 3379-1201</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Sebastião Ferreira s/n</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria: de segunda a sábado,<br /><br />\ndas 08:00 às 12:00.</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade São João Batista (Matriz)<br /><br />\nRua Sebastião Ferreira s/n – São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>2. Capela do Divido Pai Eterno<br /><br />\nAv. principal &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade São Miguel Arcanjo<br /><br />\nVila Cajazeiras &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Nossa senhora de Fátima<br /><br />\nVila Apinagés &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nVila Diamante &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nVicinal Araras – I &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade São Francisco Xavier<br /><br />\nVicinal Araras – II &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nVila Consulta &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade São Pedro<br /><br />\nVila Ponta de Pedras &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade São João Batista<br /><br />\nVicinal II, Ponta de Pedras &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade São José<br /><br />\nVila 1º de Março &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade São Francisco<br /><br />\nVicinal São Francisco &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nVila Consulta (Três Bocas) &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Divino Pai Eterno<br /><br />\nVicinal III, Ponta de Pedras &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>15. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nAssentamento Prata &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n<p>16. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nVicinal Santo Antônio &#8211; São João do Araguaia-PA</p><br />\n","email":"psjb1978@gmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Paroquia-Sao-Joao-Batista-500x438.jpg"},{"id":1350,"titulo":"Nossa Senhora das Dores","paroco":"Pe. Antônio Félix de Araújo Santos ","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 99128-7333","telefone2":"","endereco1":"Rua Sol Poente, N°01, Centro","endereco2":"Eldorado dos Carajás","padroeiro":"15 de setembro","descricao":"<p><strong>Fundada em 25/03/2001<br /><br />\n</strong><br /><br />\n<strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Sol Poente, Nº01, Centro.</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Sol Poente, Nº01, Centro.</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nTerça-feira à Sexta-Feira: 08:00 às 12:00 / 14:00 às 18:00<br /><br />\nSegunda-feira e Sábado: 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Nossa Senhora das Dores<br /><br />\nRua Sol Poente, N°01, Centro – Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nPedra Furada II &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nBaguá &#8211; Eldorado dos Carajás/PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nPedra Amarela &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nSetor 5 &#8211; Eldorado dos Carajás/PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nCastanheira &#8211; Eldorado dos Carajás/PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Santa Luzia I<br /><br />\nViveiro &#8211; Eldorado dos Carajás/PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santa Luzia II<br /><br />\nPA Nossa Senhora das Graças &#8211; Eldorado dos Carajás/PA</p><br />\n<p>9. Comunidade São Francisco<br /><br />\n17 de abril &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade São Francisco<br /><br />\nVila Betel &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade São Francisco<br /><br />\nAçaizal &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade São Francisco<br /><br />\nCocal &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nPedra Furada I &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nPoção do Óleo &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>15. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nBatatal &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>16. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nGrota do Coco &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>17. Comunidade Sagrado Coração<br /><br />\nAlto Bonito do Axixá &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>18. Comunidade Sagrado Coração<br /><br />\nGameleira &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>19. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nSanta Inês &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>20. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nBoca do Lago &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>21. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nAbaeté &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>22. Comunidade São Pedro<br /><br />\nGravatá &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>23. Comunidade São Pedro<br /><br />\nDepois da Castanheira &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>24. Comunidade São João<br /><br />\nVicinal II &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>25. Comunidade São Paulo Apostolo<br /><br />\nKm 13 &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>26. Comunidade Nossa Senhora da Conceição<br /><br />\nTancredo Neves &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>27. Comunidade Nossa Senhora da Conceição<br /><br />\nBarreira Branca &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>28. Comunidade Caminho da Paz<br /><br />\nFigura &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>29. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nVila Canudos &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>30. Comunidade São José Operário<br /><br />\nKm 100 &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>31. Comunidade São João Batista<br /><br />\nSetor 4 &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n<p>32. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nSetor 2 &#8211; Eldorado dos Carajás-PA</p><br />\n","email":"paroquiansd@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/dores-500x438.jpg"},{"id":1367,"titulo":"Nossa Senhora da Conceição","paroco":"Frei José Ronaldo Gomes de Melo, OFM Cap","adm_paroquia":"","vigario1":"Frei Claudson de Meneses, OFM Cap","vigario2":"Frei João de Araújo Santiago, OFM Cap","vigario3":"Frei Arilson Lopes Uchoa, OFM Cap","diacono":"Walber Milhomem de Souza","telefone1":"(94) 3324-2737","telefone2":"","endereco1":"Av. Tocantins nº 438 - Novo Horizonte","endereco2":"Marabá","padroeiro":"08 de dezembro","descricao":"<p><strong>Fundada em 29/02/2000<br /><br />\n</strong><br /><br />\n<strong>Casa Paroquial:</strong><br /><br />\nConvento dos Frades Capuchinhos<br /><br />\nEndereço: Rua Minas Gerais QD 121, LT 17 à 24 &#8211; Jardim Belo Horizonte<br /><br />\nTelefone: (94) 3324-4292</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Av. Tocantins nº 438 &#8211; Novo Horizonte &#8211; CEP 68503-660</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda-feira à Sexta-feira: 08:00 às 12:00/14:00 às 18:00<br /><br />\nSábado 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Nossa Senhora da Conceição (Matriz)<br /><br />\nAv. Tocantins nº 438 &#8211; Novo Horizonte &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nAv. Manaus &#8211; Belo Horizonte &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade São José<br /><br />\nRua Coronel Lins S/N / &#8211; Amapá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade São Miguel Arcanjo<br /><br />\nRua Paraná nº 27 Qd 223 &#8211; São Miguel da Conquista &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Santa Terezinha<br /><br />\nRua Rio Branco nº 31 Qd 25, Lt 31 &#8211; Vale do Itacaiúnas &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Santa Maria dos Anjos (Convento)<br /><br />\nRua Minas Gerais Qd 121, Lt 17 à 24 &#8211; Jardim Belo Horizonte &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nVila Sororó – Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Sagrada Família<br /><br />\nSítio do Ramiro – Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade São Francisco<br /><br />\nVila Itainópolis – Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade Menino Jesus<br /><br />\nVila Cedrinho – Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Nossa Senhora aparecida<br /><br />\nVila Nova Esperança – Sítio do Marcos &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nVila Piranheiras &#8211; Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nVila Boa Esperança – Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Santa Clara<br /><br />\nRua 8, Filadélfia/Vale Itacaiúnas &#8211; Marabá-PA</p><br />\n","email":"pnsc-diocesedemaraba@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/nsconceicao-500x438.jpg"},{"id":1384,"titulo":"Imaculada Conceição","paroco":"Pe. Célio Santos Lima ","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 3342-1354","telefone2":"","endereco1":"Travessa Nossa Senhora da Conceição, 125","endereco2":"Abel Figueiredo","padroeiro":"29 de Novembro à 08 de Dezembro","descricao":"<p>Fundada em 30/12/2008.<br /><br />\nCasa Paroquial<br /><br />\nEndereço: Rua Presidente Médici – 170 – Abel Figueiredo<br /><br />\nTelefone: 94 3342-1354.</p><br />\n<p>Secretaria Paroquial<br /><br />\nEndereço: Trav. Nossa Senhora da Conceição &#8211; 282<br /><br />\nTelefone: 94 3342-1354<br /><br />\nE-mail: paroquia-nsic@outlook.com<br /><br />\nHorário de funcionamento da secretaria: 8hs às 12 e das 14hs às 18hs.</p><br />\n<p>Comunidades<br /><br />\n1.Comunidade Imaculada Conceição<br /><br />\nTv. Nossa Senhora da Conceição – 125 &#8211; Abel Figueiredo – PA<br /><br />\n2.Comunidade São Sebastião.<br /><br />\nBairro Nova Brasília &#8211; Abel Figueiredo – PA<br /><br />\n3.Comunidade Nossa Senhora do Perpetuo Socorro<br /><br />\nBairro Morumbi &#8211; Abel Figueiredo – PA<br /><br />\n4.Comunidade Nossa Senhora Aparecida.<br /><br />\nAssentamento Nova Aliança &#8211; Abel Figueiredo–PA<br /><br />\n5.Comunidade Nossa Senhora de Lurdes<br /><br />\nVila Flor do Ypê &#8211; Abel Figueiredo – PA<br /><br />\n6.Comunidade Assentamento Azul<br /><br />\nAssentamento Azul &#8211; Abel Figueiredo – PA</p><br />\n","email":"paroquia-nsic@outlook.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/imaculada-500x438.jpg"},{"id":1335,"titulo":"Bom Jesus – Brejo Grande do Araguaia","paroco":"Pe. José Carlos Kammer","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"","telefone2":"","endereco1":"Av. Goiás, s/n - Centro","endereco2":"Brejo Grande do Araguaia","padroeiro":"29 de julho a 06 de agosto","descricao":"<p><strong>Fundada em 29/05/2007</strong></p><br />\n<p><strong>Casa paroquial</strong><br /><br />\nEnd.: Tv. Moacir Fernandes, 185 – Centro &#8211; Brejo grande do<br /><br />\nAraguaia-PA</p><br />\n<p><strong>Secretaria paroquial</strong><br /><br />\nEnd.: Tv. Moacir Fernandes, 185 – Centro &#8211; Brejo grande do<br /><br />\nAraguaia-PA</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Senhor Bom Jesus<br /><br />\nFeirinha &#8211; Brejo Grande do Araguaia–PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nNova Vida &#8211; Brejo Grande do Araguaia-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nPrimavera &#8211; Brejo Grande do Araguaia-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Santo Antônio de Pádua<br /><br />\nAssentamento Moré – Zona Rural &#8211; Brejo Grande do Araguaia-<br /><br />\nPA<br /><br />\n5. Comunidade Santo Expedito<br /><br />\nVila Itamirim – Zona Rural &#8211; Brejo Grande do Araguaia-PA</p><br />\n<p>6.Comunidade Santa Rita<br /><br />\nVila Santa Rita – Zona Rural &#8211; Brejo Grande do Araguaia-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nCastanheira &#8211; Brejo Grande do Araguaia-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade São João Batista<br /><br />\nVila Brejão &#8211; Brejo Grande do Araguaia</p><br />\n<p>9. Comunidade Santíssima Trindade<br /><br />\nVila Prainha &#8211; Brejo Grande do Araguaia</p><br />\n<p>10. Comunidade São José<br /><br />\nAssentamento Moré &#8211; Brejo Grande do Araguaia</p><br />\n<p>11.Comunidade Santíssima Trindade<br /><br />\nVila Castanhal &#8211; Brejo Grande do Araguaia</p><br />\n<p>12. Comunidade São Pedro<br /><br />\nVila Ponta de Pedra Araguaia &#8211; Brejo Grande do Araguaia</p><br />\n<p>13.Comunidade Nossa Senhora do Carmo<br /><br />\nVila do Carmo P.F – Brejo Grande do Araguaia-PA</p><br />\n","email":"","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/foto-500x282.jpg"},{"id":1370,"titulo":"Sagrada Família","paroco":"Pe. Pedro (Fabiano Sarquesi Martin)","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 99253-8200","telefone2":"94 98188-3984","endereco1":"Avenida Brasil, nº 377 – Liberdade","endereco2":"Marabá","padroeiro":"1º Domingo após o Natal","descricao":"<p><strong>Fundada em 19/02/2006<br /><br />\n</strong><br /><br />\n<strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nAv. Brasil, 395 Casa A – Liberdade – Marabá-PA</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Av. Brasil, nº 377, Liberdade</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda-Feira à Sexta-Feira: 08:00 as 12:00 e das 14:00 as 18:00<br /><br />\nSábado das 08:00 as 12:00.</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Na. Sra. Aparecida<br /><br />\nAvenida Brasil nº 377 – Liberdade &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade São Pedro<br /><br />\nRua Maria Adelina, 1054 &#8211; Independência &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nRua São João Del Rey Qd. 161- Novo Planalto &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Divino Esp. Santo<br /><br />\nVila Lobos &#8211; Bairro da Paz &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Cristo Rei<br /><br />\nRua das Mangueiras, 326 &#8211; Jardim União &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Nossa Sra. da Paz<br /><br />\nAv. Geraldo Veloso, número 40 &#8211; Bela Vista &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Nossa Senhora de Guadalupe<br /><br />\nKm 21 &#8211; Zona Rural &#8211; Marabá</p><br />\n<p>8. Comunidade São José<br /><br />\nR. C. Sales, Km 8 &#8211; Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nPA Boa Esperança do Burgo, km 21 &#8211; Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade Santa Rita<br /><br />\nPA Santa Rita &#8211; Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Imaculada Conceição<br /><br />\nPA do Burgo (Burguinho) &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Na. Sra. Aparecida<br /><br />\nKm 16 &#8211; Zona Rural &#8211; Marabá-PA</p><br />\n","email":"p-sagradafamilia@gmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/sagrada-familia-500x438.jpg"},{"id":1386,"titulo":"Nossa Senhora de Fátima","paroco":"Pe. Cícero Edvam Magalhães","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"(94) 99293-9604","telefone2":"","endereco1":"Magalhães Barata, s/n km 02 – São Félix","endereco2":"Marabá","padroeiro":"13 de maio","descricao":"<p><strong>Fundada em 02/04/2012</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Magalhães Barata, s/n Km 02 – São Félix<br /><br />\nTelefone: (94) 99233-1706</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Magalhães barata, s/n Km 02 – São Félix<br /><br />\nHorário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nTerça-feira a Sábado: 8:00 às 18:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1.Comunidade Nossa Senhora de Fátima (Matriz)<br /><br />\nAv. Magalhães Barata s/n – São Felix 2 &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>2.Comunidade Nossa Senhora do Rosário<br /><br />\nRua 1ª de Maio S/N – São Felix Pioneiro &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3.Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nAvenida Floriano Peixoto S/N – São Félix 1 &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>4.Comunidade São Miguel Arcanjo<br /><br />\nAlameda Tapereba Lote 23, Quadra 33 – Vale do Tocantins &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>5.Comunidade São José<br /><br />\nAvenida 03 &#8211; N. Progresso &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>6.Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nRua Pará – São Félix 3 &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>7.Comunidade São João Batista<br /><br />\nAv. Rio de Janeiro S/N &#8211; Francolândia &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>8.Comunidade São Pedro<br /><br />\nAv. Principal s/n – Vila Geladinho &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>9.Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nPA Mãe Maria &#8211; Bacabal grande &#8211; Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n<p>10.Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nPA Mãe Maria – Bacabalzinho – Bom Jesus do Tocantins-PA</p><br />\n<p>11.Comunidade Espírito Santo<br /><br />\nAv. Espírito Santo, s/n – Vila Espírito Santo &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>12.Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nPA João Vaz – Zona Rural &#8211; Nova Ipixuna-PA</p><br />\n<p>13.Comunidade São Paulo<br /><br />\nAv. Principal – Vila Geladinho – Marabá-PA</p><br />\n<p>14.Comunidade Santa Rita de Cássia<br /><br />\nResidencial Paris – Marabá-PA</p><br />\n","email":"pnsfmaraba@outlook.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/fatima-500x438.jpg"},{"id":1394,"titulo":"São José Operário","paroco":"Pe. Matheus Felipe Barbosa","adm_paroquia":"","vigario1":"Pe. Manoel de Jesus Machado Silva Júnior","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"(94) 99140-9020","telefone2":"(94) 98193-5553","endereco1":"Rua do meio, quadra 35, lote 1 - Alzira Mutran KM 7 - Nova Marabá ","endereco2":"Marabá","padroeiro":"1º de maio","descricao":"<p><strong>Fundada em 11/11/2009</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Folha 30, quadra 11, lote 13 &#8211; Nova Marabá</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua do meio 1, quadra 35, Bairro Alzira Mutran – Nova Marabá<br /><br />\nTel.: 94 99140-9020 / 98193-5553<br /><br />\nE-mail: paroquiasjoperario2009@gmail.com<br /><br />\nHorário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda-feira à Sexta-feira 08:00 às 12:00 / 14:00 18:00 e sábado: 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1.Comunidade São José Operário<br /><br />\nRua do meio 1, quadra 35, Bairro Alzira Mutran – Nova Marabá</p><br />\n<p>2.Comunidade de São João Batista<br /><br />\nFolha 05 Quadra 01 Lote 14 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3.Comunidade de Nossa Senhora da Conceição<br /><br />\nFolha 08 Quadra 17 Lote 27 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>4.Comunidade de São Miguel Arcanjo<br /><br />\nFolha 18 Quadra 02 Lote 01 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>5.Comunidade de São Pedro<br /><br />\nFolha 30 Quadra 11 Lote 13 &#8211; Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>6.Comunidade de Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nFolha 34 Quadra 03 Lote 02 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>7.Comunidade Divino Pai Eterno<br /><br />\nRua São Luiz Lote Especial – Bairro Araguaia &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>8.Comunidade de Jesus Misericordioso<br /><br />\nAvenida La Católica – Bairro Araguaia &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>9.Comunidade de Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nRua 12 s/nº &#8211; Bairro Nossa Senhora Aparecida &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>10.Comunidade São Pio de Pietrelcina<br /><br />\nFolha 01 – Marabá-PA</p><br />\n","email":"paroquiasjoperario2009@gmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/FOTO-SAO-JOSE-494x600.jpeg"},{"id":3142,"titulo":"Nossa Senhora do Perpétuo Socorro","paroco":"Pe. Edivan O. Silva ","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 99253 2044","telefone2":"","endereco1":"Rua Itaunas S/N Quadra Especial Bairro Casas Populares I","endereco2":"Parauapebas ","padroeiro":"","descricao":"<p>Fundada em 08 de agosto de 2021.</p><br />\n<p><strong>Data do festejo do padroeiro:</strong> 27 de junho</p><br />\n<p><strong>Endereço da Matriz:</strong> Rua Rio Itaunas, S/N, Populares 1, ao lado do Lago Alto Bonito.<br /><br />\n<strong>CEP:</strong> 68515-000<br /><br />\nParauapebas-PA</p><br />\n<p><strong>Pároco:</strong> Pe. Edivan Oliveira Silva<br /><br />\n<strong>Data de nascimento:</strong> 10/09/1970<br /><br />\n<strong>Data de ordenação:</strong> 22/12/2006<br /><br />\n<strong>E-mail:</strong> pnsperpetuosocorropbs@gmail.com</p><br />\n<p>&nbsp;</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\n<strong>Endereço:</strong> Rua Santo Antônio Bairro Altamira ao lado da escola Olga da Silva Sousa, Centro Comunitário Lorena Lima, Local Provisório onde funciona secretaria Paroquial. – CEP 68515-000<br /><br />\n<strong>Telefone:</strong> (94) 99296-2781<br /><br />\n<strong>Cidade:</strong> Parauapebas-PA<br /><br />\n<strong>Horário de funcionamento da secretaria:</strong><br /><br />\nde terça a sexta das 08:00/12:00 às 14:00/18:00 e sábado das 08:00/12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade São Mateus.<br /><br />\nRua Rio Itaunas, entre Rua Rio Parnaiba<br /><br />\nBairro Casas Populares 1.</p><br />\n<p>2. Comunidade Santa luzia.<br /><br />\nRua Santo Antonio próxima a escola Olga da Silva Bairro Altamira.</p><br />\n<p>3. Comunidade Sagrada Família.<br /><br />\nRua D 07 Quadra 103, lote especial<br /><br />\nBairro Tropical/Ipiranga.</p><br />\n<p>4. Comunidade São Pedro e São Paulo.<br /><br />\nRua 85 Nº 22, quadra 02 Bairro Jardim Canadá.</p><br />\n<p>5. Comunidade Santo Antonio.<br /><br />\nRua Gilbraltar Nº 17 Bairro Vila Rica.</p><br />\n<p>6. Comunidade São Judas.<br /><br />\nRua Apostolo Pedro Nº 622 Bairro Betânia.</p><br />\n<p>7.Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.<br /><br />\nRua Iguasu Quadra 38, lote 16 Bairro Casas Populares 2.</p><br />\n<p>8.Comunidade Santa Faustina.<br /><br />\nRua Alberto Santis Nº31 Bairro Vale do Sol.</p><br />\n<p>9.Comunidade Nossa Senhora de Aparecida.<br /><br />\nPA Brasil Novo, Pró ximo as 3 Votas, Zona Rural.</p><br />\n<p>10. Comunidade Nossa Senhora Das Graças.<br /><br />\nVila Brasil, Zona Rural.</p><br />\n","email":"diocese.maraba.supervisão@gmail.com ","site":"","imagem":false},{"id":1354,"titulo":"Nossa Senhora Imaculada Conceição","paroco":"Pe. Aelson Nunes Vieira ","adm_paroquia":"","vigario1":"Pe. Sebastião Almeida Santiago","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 3358-1512","telefone2":"94 99260-4278","endereco1":"Rua Tancredo Neves S/N – Centro","endereco2":"Canaã dos Carajás","padroeiro":"Junho","descricao":"<p><strong>Fundada em 12/03/2003</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Modesto nº 158 – Centro – Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Tancredo Neves S/N &#8211; Centro</p><br />\n<p>Telefones: 94 3358-1512 / 99260-4278</p><br />\n<p>Horário de funcionamento:<br /><br />\nSegunda à sexta-feira: 08:00 as 12:00/ 14:00 às 18:00<br /><br />\nSábado: 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nVila Jussara &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade São Francisco<br /><br />\nVS- 76 &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade São Francisco<br /><br />\nParaíso das Águas &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade São Mateus<br /><br />\nNovo Horizonte &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Santa Barbara<br /><br />\nNovo Brasil &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Nossa Senhora das Graças<br /><br />\nVila Planalto &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade São Pedro<br /><br />\nVila Ouro Verde &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Nossa Senhora de Abadia<br /><br />\nVila Bom Jesus &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nUmuarama &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade São João Batista<br /><br />\nVila Feitosa &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Cristo Redentor<br /><br />\nPé da Serra &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nVP- 54 &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade Nossa Senhora de Nazaré<br /><br />\nVS- 53 &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nVS-52 &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>15. Comunidade São José Operário<br /><br />\nVS-45 &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>16. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nMontepio &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>17. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nAssentamento União Américo Santana &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>18. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nNova Jerusalém VS &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>19. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nFazenda Marajaí &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>20. Comunidade Nossa Senhora de Nazaré<br /><br />\nAlojamento S11D &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>21. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nVale da Benção &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>22. Comunidade Jesus Misericordioso<br /><br />\nSetor Jardim Europa &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>23. Comunidade Imaculada Conceição-Matriz<br /><br />\nCentro &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>24. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nCasas Populares &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>25. Comunidade Nossa Senhora de Guadalupe<br /><br />\nJardim das Palmeiras &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>26. Comunidade Nossa Senhora do Carmo<br /><br />\nImigrantes, VS 47 &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n<p>27. Comunidade Dom Bosco<br /><br />\nColégio Dom Bosco/Parque Shalom &#8211; Canaã dos Carajás-PA</p><br />\n","email":"paroquiasaopedroesaopaulo12@gmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/sao-pedro-sao-paulo-500x438.jpg"},{"id":1372,"titulo":"Jesus Misericordioso","paroco":"Pe. Antônio Marcos Lima Ribeiro ","adm_paroquia":"","vigario1":"Pe. Robleudo Alves dos Santos  ","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"Diác. Avelino Sousa Rodrigues","telefone1":"(94) 3353-4151","telefone2":"(94) 98801-8122","endereco1":"Avenida principal, s/n° - Cruzeiro do Sul","endereco2":"Itupiranga ","padroeiro":"2º Domingo de Páscoa","descricao":"<p><strong>Fundada em 15/09/2010</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Avenida principal, s/n° &#8211; Cruzeiro do Sul &#8211; Itupiranga &#8211; PA</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nAvenida principal, s/n°- Cruzeiro do Sul</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nTerça-Feira à Sábado: 08:00 às 12:00 / 14:00 às 18:00.</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Matriz Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nAvenida Principal, s/n° &#8211; Cruzeiro do Sul &#8211; Itupiranga &#8211; PA.</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nCapistrano de Abreu &#8211; Marabá &#8211; PA.</p><br />\n<p>3. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nCabo de Aço, Pedro Laurindo Silva &#8211; Marabá &#8211; PA.</p><br />\n<p>4. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nMurajuba &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Santo Antonio de Pádua<br /><br />\nJatobá &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>6. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nCafé &#8211; Gleba Carajás &#8211; Marabá &#8211; PA.</p><br />\n<p>7. Comunidade São José<br /><br />\nEmbaúba &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santo Antônio de Pádua<br /><br />\nSanta Fé &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>9. Comunidade São João<br /><br />\nSão João Batista &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>10. Comunidade São Lourenço<br /><br />\nDourada &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Rancho Rico<br /><br />\nSão Raimundo Nonato &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nZé do Ônibus &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>13. Comunidade São Bento<br /><br />\nRaimundo Catita &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>14. Comunidade São João Batista<br /><br />\nTrês Poderes &#8211; Marabá &#8211; PA.</p><br />\n<p>15. Comunidade São Sebastião<br /><br />\nSão Raimundo VS3, saída para Parauapebas &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>16. Comunidade O Bom Jesus<br /><br />\nVila União &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>17. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nSeriema &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>18. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nPalmeiras 2 &#8211; Itupiranga &#8211; PA</p><br />\n<p>19. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nNovo Progresso (Panelinha) &#8211; Itupiranga &#8211; PA</p><br />\n<p>20. Comunidade Nossa Senhora Imaculada Conceição<br /><br />\nCinturão Verde &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>21. Comunidade Divino Espírito Santo<br /><br />\nCajazeiras &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>22. Comunidade Santa Rita de Cássia<br /><br />\nVila Batatal &#8211; Itupiranga &#8211; PA</p><br />\n<p>23. Comunidade São Pedro<br /><br />\nSão Pedro Apóstolo &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>24. Comunidade Nossa Senhora Imaculada Conceição<br /><br />\nFrutão 2 &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>25. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nVolta do Itapirapé &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>26. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nVila Tainá (Bandinha) &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>27. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nKm7 &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>28. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nFrutão &#8211; Itupiranga &#8211; PA.</p><br />\n<p>29. Comunidade O Bom Pastor<br /><br />\nSerra Azul &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>30. Comunidade Divino Espírito Santo<br /><br />\nVila Boa Vista &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>31. Comunidade Nossa Senhora de Nazaré<br /><br />\nPA Cupu &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>32. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nPA Maravilha &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>33. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nVila Josinópolis (Vila Seca) &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>34. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nVicinal Valência &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n<p>35. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nJosias (Macaco Careca) &#8211; Marabá &#8211; PA.</p><br />\n<p>36. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nPlano Dourado 2 (Macaco Careca) &#8211; São Félix do Xingú &#8211; PA</p><br />\n<p>37. Comunidade São João Batista<br /><br />\nPlano Dourado 1 &#8211; São Félix do Xingu &#8211; PA</p><br />\n<p>38. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nNova Descoberta &#8211; Novo Repartimento &#8211; PA.</p><br />\n<p>39. Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nVicinal 09 &#8211; Novo Repartimento &#8211; PA</p><br />\n<p>40. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nVicinal 11 &#8211; Novo Repartimento &#8211; PA.</p><br />\n<p>41. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nVicinal 12 &#8211; Novo Repartimento &#8211; PA</p><br />\n<p>42. Comunidade Nossa Senhora de Aparecida<br /><br />\nCentro dos Maranhenses &#8211; Marabá &#8211; PA</p><br />\n","email":"","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/jesus-misericordioso-500x438.jpg"},{"id":1392,"titulo":"Santuário Nossa Senhora de Nazaré","paroco":"Pe. Denir Robson Lima de Sousa ","adm_paroquia":"","vigario1":"Pe. Zeno Rodrigues Aguiar ","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"(94) 3321-8232","telefone2":"(94) 9223-7169","endereco1":"Folha 16, Quadra 12, Lote 01 – Nova Marabá","endereco2":"Marabá","padroeiro":"3º domingo de outubro","descricao":"<p><strong>Fundada em 04/02/2001</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Folha 16, Quadra 12, Lote 07 – Nova Marabá</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Folha 16, Quadra 12, Lote 07 – Nova Marabá<br /><br />\nHorário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda-feira à Sexta-feira: 08:00 às 12:00 / 14:00 às 18:00<br /><br />\nSábado: 08:00 às 12:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Santuário Nossa Senhora de Nazaré (Matriz)<br /><br />\nFolha 16, Quadra 12, Lote 01 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade São Raimundo Nonato<br /><br />\nFolha 23, Quadra 8, Lote 2B – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade São Francisco das Chagas<br /><br />\nFolha 15, Quadra 08, Lote 15 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nFolha 10, Quadra 14, Lote A – 14 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade São José<br /><br />\nFolha 12, Quadra 23, Lote 01 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Santa Rita de Cássia<br /><br />\nFolha 13, Quadra 06, Lote 19 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Nossa Senhora das Graças<br /><br />\nFolha 06, Quadra 18, Lote 56 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santo Antônio de Pádua<br /><br />\nFolha 07, Quadra D &#8211; 08, Lote 03 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Jesus Misericordioso<br /><br />\nFolha 17, Quadra 14, Lote A – 14 – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n","email":"santuarionazare@gmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/santuario-nazare-500x438.jpg"},{"id":1396,"titulo":"Bom Pastor","paroco":"Pe. Erick João Rodrigues dos Santos","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 9294-1733","telefone2":"","endereco1":"Folha 33, Qd. 12 – Lt. 09 – Nova Marabá","endereco2":"Marabá","padroeiro":"4º Domingo da Páscoa","descricao":"<p><strong>Fundada em 30/08/2011</strong></p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Folha 33, Qd. 12 – Lt. 09 – Nova Marabá – CEP 68.507-110<br /><br />\nCidade: Marabá-PA<br /><br />\nHorário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nTerça-feira a sexta-feira, das 14:00 às 17:30 e sábado das 8:00 às 11:30.</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1.Comunidade São Francisco<br /><br />\nFolha 35, Qd. Especial – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>2.Comunidade São José<br /><br />\nFolha 33 – Qd. Especial – Nova Marabá &#8211; Marabá-PA</p><br />\n<p>3.Comunidade Santa Clara<br /><br />\nCidade Jardim – Marabá-PA</p><br />\n","email":"paroquiabompastormba@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/bom-pastor-500x438.jpg"},{"id":1356,"titulo":"São Francisco de Assis","paroco":"Pe. Cristiano Martins Borges, scj","adm_paroquia":"","vigario1":"Pe. Luciano Bernado dos Santos, scj","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"94 3356-1074","telefone2":"(94) 3356-1074","endereco1":"Rua JK, s/n, esquina com Rua 24 de Março – Rio Verde","endereco2":"Parauapebas","padroeiro":"04 de outubro","descricao":"<p><strong>Fundada em 18/11/2010<br /><br />\n</strong><br /><br />\n<strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua Ceará, 14 – Rio Verde – Parauapebas-PA<br /><br />\nTelefone: (94) 3356-3241</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Rua JK, S/Nº, esquina com Rua 24 de Março – Rio Verde</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1.  Comunidade São Francisco de Assis<br /><br />\nRua JK s/nº, esquina com 24 de Março &#8211; Rio Verde &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nAvenida Amazonas, 97 &#8211; Rio Verde &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Espírito Santo<br /><br />\nRua Olga Preste, 108 &#8211; Bairro da Paz &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Bom Jesus de Nazaré<br /><br />\nRua Chico Mendes esquina com Bom Jardim &#8211; Rio Verde &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Santo Expedito<br /><br />\nRua Afonso Arino Qd: 37 e 38- Nova Vida &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Imaculada da Conceição<br /><br />\nAv. Perimetral Sul- Beira Rio I &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade São José<br /><br />\nRua Paulo Afonso, 252 – Guanabara &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade Santa Rita de Cássia<br /><br />\nErico Veríssimo Qd.: 09 Lt.: 18 &#8211; Caetanópolis &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade São João Batista<br /><br />\nRua Santa Maria s/nº- Jardim América &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nRua Leandro Pinheiro 421 &#8211; Residencial Bela Vista &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Santa Clara<br /><br />\nJose Maria Caetano &#8211; Morada Nova &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade São Lucas<br /><br />\nRua 02 Qd: 01 Lt: 05 &#8211; Bairro São Lucas &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nRua Alzira Camilo Qd: B Lt: 04 e 05 &#8211; Bairro São Lucas II &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>14. Comunidade Santa Terezinha<br /><br />\nRua Criança feliz- Bairro Condomínio Bambuí &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>15. Comunidade Nossa Senhora da Conceição<br /><br />\nRua Rio da Pátria Qd: 05 Lt: 20 -VS 10 &#8211; Loteamento São Raimundo &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>16. Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro<br /><br />\nRua Turval Qd: 40 Lt: 14 &#8211; Parque da Nações II &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>17. Comunidade Nossa Senhora das Graças<br /><br />\nRua Olavo Bilac Qd: 14 Lt: 13 –Jardim América I &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>18. Comunidade Nossa Senhora de Nazaré<br /><br />\nRua 03 Qd: Lt: 02 – Parque São Luiz &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>19. Comunidade São José<br /><br />\nOnalicio Barros- Bairro: Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>20. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nCEDERE I- Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>21. Comunidade São João Batista<br /><br />\nVS -13- Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>22. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nVS &#8211; 11- Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>23. Comunidade Nossa Senhora da Guia<br /><br />\nRua das Ostras Qd: 05 Lt: 6 – Loteamento Panorama &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>24. Comunidade Nossa Senhora das Graças<br /><br />\nRua 06 Qd: 11 Lt: 75 – Loteamento Residencial Brasília &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>25. Comunidade Santa Luzia<br /><br />\nRua Camaru Qd. 17 Lt. 13 – Residencial Linha Verde – Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>26. Comunidade Sagrada Família<br /><br />\nRua Guanabara, 157 – Bela Vista &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>27. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nRua Jânio Quadros, Qd 15, Lt 02 – Paraíso &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>28. Comunidade Santo Antônio<br /><br />\nRua Rio das Pedras Qd. 8 Lt. 25 – Califórnia &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>29. Comunidade São Jorge<br /><br />\nQd: 03 Lt. 12 &#8211; Loteamento Monte Claros &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>30. Comunidade São Pedro<br /><br />\nAssentamento Santo Antônio – Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>31. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nAssentamento Juazeiro – Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>32. Comunidade Divino Pai Eterno<br /><br />\nBairro Raios de Sol &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>33. Comunidade Jesus Misericordioso<br /><br />\nBairro Linha Verde – PA 165 &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>34. Comunidade Imaculado Coração de Maria<br /><br />\nLoteamento Planalto – VS 10 &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>35. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nLoteamento Águas Lindas &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n","email":"paroquia_saofrancisco.rc@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/sao-francisco-de-assis-500x438.jpg"},{"id":1358,"titulo":"Nossa Senhora de Nazaré","paroco":"Pe. Cosme Ferreira da Silva ","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"","telefone1":"(94) 3311-012","telefone2":"94 99206-0078","endereco1":"Av. Trocará s/n – Serra dos Carajás","endereco2":"Parauapebas","padroeiro":"Primeiro Domingo de Setembro","descricao":"<p><strong>Fundada em 22/12/2011<br /><br />\n</strong><br /><br />\n<strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Av. Trocará s/n – Serra dos Carajás – Parauapebas-PA<br /><br />\nTelefone: (94) 3311-0127</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Av. Trocará s/n – Serra dos Carajás</p><br />\n<p>Telefones: (94) 3311-0127 / (94) 99206-0078</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretária:<br /><br />\nSegunda-feira à quinta-feira: 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 19:00<br /><br />\nSexta-feira: 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade Nossa Senhora de Nazaré<br /><br />\nAv. Trocará s/n – Serra dos Carajás &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora de Fátima<br /><br />\nVila Paulo Fonteles – Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Espírito Santo<br /><br />\nGarimpo das Pedras – Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade São Francisco<br /><br />\nAPA – Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Nossa Senhora Aparecida<br /><br />\nKm 72, Colônia Paulo Fonteles – Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Nossa Senhora da Ajuda<br /><br />\nAPA – Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Sagrada Família<br /><br />\nVila Sansão – Zona Rural &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n","email":"nsnazareparoquia@gmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/nazare-500x438.jpg"},{"id":1360,"titulo":"Cristo Rei","paroco":"Pe. Hudson Rodrigues da Silva","adm_paroquia":"","vigario1":"","vigario2":"","vigario3":"","diacono":"Marinaldo da Cunha Meireles","telefone1":"94 99102-1857","telefone2":"94 98122-0485","endereco1":"Av. 01 Qd. Especial, Lt.03 - Bairro dos Minérios","endereco2":"Parauapebas","padroeiro":"Ultimo domingo de novembro","descricao":"<p><strong>Fundada em 16/03/2014</strong></p><br />\n<p><strong>Casa Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Av. Castanheira, Quadra 54 Lote 20 &#8211; Bairro Tropical II – Parauapebas-PA<br /><br />\nTelefone: 94 99126-6220</p><br />\n<p><strong>Secretaria Paroquial</strong><br /><br />\nEndereço: Avenida 01 Quadra Especial Lote 03 &#8211; Bairro dos Minérios</p><br />\n<p>Telefones: (94) 99102-1857 / (94) 98122-0485</p><br />\n<p>Horário de funcionamento da secretaria:<br /><br />\nSegunda-feira a Sexta-Feira de 8:00 às 11:30 e 14:00 às 17:30<br /><br />\nSábado 8:00 às 11:30</p><br />\n<p><strong>Comunidades</strong><br /><br />\n1. Comunidade São Benedito<br /><br />\nAvenida 01 Quadra especial, lote 03 &#8211; Bairro dos Minérios &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>2. Comunidade Nossa Senhora do Carmo<br /><br />\nRua B-5 Quadra 47, lote 43/44 &#8211; Cidade Jardim &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>3. Comunidade Rainha da Paz<br /><br />\nRua 77 B, Quadra 520, lote B &#8211; Nova Carajás &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>4. Comunidade Nossa Senhora de Lourdes<br /><br />\nAvenida P Quadra 179, lote 24 e 25 &#8211; Cidade jardim – 2° etapa &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>5. Comunidade Nossa Senhora de Fatima<br /><br />\nRua Central nº 300 &#8211; Novo Brasil &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>6. Comunidade Nossa Senhora do Rosário<br /><br />\nRua A-9 Quadra 22, lote 13 &#8211; Bairro Amazônia &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>7. Comunidade Espírito Santo<br /><br />\nAvenida Q Quadra 288, lote 03 &#8211; Cidade Jardim &#8211; 3° etapa &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>8. Comunidade São Miguel Arcanjo<br /><br />\nQuadra 685 lote 36 &#8211; Nova Carajás &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>9. Comunidade Nossa Senhora de Nazaré<br /><br />\nParque dos Carajás &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>10. Comunidade Nossa Senhora das Graças<br /><br />\nCidade Jardim Etapa 5 &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>11. Comunidade Sagrado Coração de Jesus<br /><br />\nNova Carajás Etapa 7 &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>12. Comunidade Santíssima Trindade<br /><br />\nNova Carajás &#8211; Parauapebas-PA</p><br />\n<p>13. Comunidade São José<br /><br />\nVila Nova &#8211; Parauapebas</p><br />\n","email":"paroquiacristorei14@hotmail.com","site":"","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2018/11/cristo-rei-500x438.jpg"}],"noticias":[{"id":4586,"titulo":"Calendário Diocesano 2026","descricao":"<p><a href=\"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Calendario-Diocesano-2026.pdf\">Calendário Diocesano 2026</a></p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-02-20-151154-500x188.png","data_hora":"2026-01-16 09:10","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":4560,"titulo":"Dom Vital representa a Diocese de Marabá no Simpósio da Igreja Católica na COP30","descricao":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"WxVxsOl97H\"><p><a href=\"https://correiodecarajas.com.br/dom-vital-representa-a-diocese-de-maraba-no-simposio-da-igreja-catolica-na-cop30/\">Dom Vital representa a Diocese de Marabá no Simpósio da Igreja Católica na COP30</a></p></blockquote><br />\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Dom Vital representa a Diocese de Marabá no Simpósio da Igreja Católica na COP30&#8221; &#8212; Correio de Carajás\" src=\"https://correiodecarajas.com.br/dom-vital-representa-a-diocese-de-maraba-no-simposio-da-igreja-catolica-na-cop30/embed/#?secret=5952mMWnbk#?secret=WxVxsOl97H\" data-secret=\"WxVxsOl97H\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"></iframe></p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_4985-1-500x281.jpg","data_hora":"2025-11-13 17:54","categoria":"destaque"},{"id":4556,"titulo":"Encontro Diocesano reúne lideranças e promove reflexões sobre a caminhada sinodal","descricao":"<p>O evento contou com a presença de aproximadamente 200 participantes, entre lideranças leigas, representantes de movimentos e serviços eclesiais, além de todo o clero das áreas pastorais da Diocese de Marabá.<br /><br />\nA programação incluiu celebrações eucarísticas, momentos de reflexão sobre o documento *Instrumentum Laboris* e dinâmicas em grupo que promoveram o diálogo, o discernimento e a partilha de experiências pastorais.</p><br />\n<p>Durante os três dias de encontro, os participantes também discutiram as orientações para a vivência e aplicação do Sínodo da Sinodalidade, realizaram a avaliação das ações pastorais de 2025 e contribuíram para a elaboração do Calendário Diocesano 2026.</p><br />\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"0oC0msVSvE\"><p><a href=\"https://correiodecarajas.com.br/diocese-de-maraba-realiza-conselho-pastoral-diocesano-2025/\">Diocese de Marabá realiza Conselho Pastoral Diocesano 2025</a></p></blockquote><br />\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Diocese de Marabá realiza Conselho Pastoral Diocesano 2025&#8221; &#8212; Correio de Carajás\" src=\"https://correiodecarajas.com.br/diocese-de-maraba-realiza-conselho-pastoral-diocesano-2025/embed/#?secret=Mcr75qcjVr#?secret=0oC0msVSvE\" data-secret=\"0oC0msVSvE\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"></iframe></p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CP-1024x576-1-500x281.jpeg","data_hora":"2025-11-11 14:57","categoria":"destaque"},{"id":4547,"titulo":"Dom Vital representa a Diocese de Marabá no Simpósio da Igreja Católica na COP30","descricao":"<p>&nbsp;</p><br />\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"9N2M3pFqsW\"><p><a href=\"https://correiodecarajas.com.br/dom-vital-representa-a-diocese-de-maraba-no-simposio-da-igreja-catolica-na-cop30/\">Dom Vital representa a Diocese de Marabá no Simpósio da Igreja Católica na COP30</a></p></blockquote><br />\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Dom Vital representa a Diocese de Marabá no Simpósio da Igreja Católica na COP30&#8221; &#8212; Correio de Carajás\" src=\"https://correiodecarajas.com.br/dom-vital-representa-a-diocese-de-maraba-no-simposio-da-igreja-catolica-na-cop30/embed/#?secret=E4dY8cIBag#?secret=9N2M3pFqsW\" data-secret=\"9N2M3pFqsW\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"></iframe></p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_4985-500x281.jpg","data_hora":"2025-11-06 10:35","categoria":"destaque"},{"id":4532,"titulo":"A ação e a espiritualidade dos Círios de Nossa Senhora de Nazaré","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Círio de Nossa Senhora de Nazaré, tão presente nas terras do Pará, é uma graça de Deus, uma ação grandiosa feita pelo povo de Deus, carregadas de uma valiosa espiritualidade que nos leva a Maria, a mãe do Salvador e com ela ao seu Filho, Jesus Cristo. Nas ruas, é muito bonita a multidão que caminha ao lado da berlinda como a mãe do Redentor. É bom perceber as expressões do Círio, a sua vitalidade, a sua forma de transcorrer os dias que antecedem e a realização do próprio Círio.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O mês de Outubro.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Este mês é percebido como o mês missionário. Jesus nos convida para a missão: “Ide pelo mundo inteiro e proclamai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). Os apóstolos foram ao mundo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus. A Igreja católica é a comunidade das pessoas que evangelizam e são evangelizadas, sobretudo com os pobres. Nós somos uma Igreja sempre a caminho da missão. O Círio é uma oportunidade de fazer a missão para levar o evangelho, a boa nova do Reino para as pessoas, as comunidades, as paróquias.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O mês do Círio.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O mês de Outubro também é o mês dos Círios de Nossa Senhora de Nazaré. Os eventos são dados em muitos lugares da nossa terra da Amazônia. Nós temos também o círio missionário, ocasião forte de evangelização. São processos de amor à Igreja, para que assim o povo de Deus seja focado pela presença de Maria em suas vidas e de seu Filho Jesus Cristo. O Círio é essencialmente percebido em Jesus Cristo porque nós louvamos a Jesus por intercessão de Nossa Senhora de Nazaré.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Os temas do Círio.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">São diversos os temas do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, Eles seguem de uma forma geral ao tema da Campanha da Fraternidade do ano ou ainda temas proveniente da realidade eclesial e social. No Círio de Marabá 2025, nós primamos o tema: Maria, sinal de esperança. Ele está ligado ao ano jubilar onde a Igreja nos convoca a sermos peregrinos da esperança (cfr. Rm 5,5), à indulgência jubilar, à participação e conversão comunitárias. Maria esperava o Salvador. Ela teve a graça de gerar na carne o Filho de Deus. O Verbo se fez carne veio habitar no meio de nós (cfr. Jo 1,14). Pelo Círio são evangelizadas as pessoas e evangelizam outras pessoas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A espiritualidade marcante.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Círio é uma oportunidade de ler a palavra de Deus, fazer a sua meditação e de praticá-la. É também uma ocasião para rezar o terço pedindo a paz para o mundo, a vida digna para nós e para todos os povos suplicando a Maria, Nossa Senhora de Nazaré, para que ela leve os nossos pedidos ao seu Filho Jesus Cristo. O Círio é vivido por uma espiritualidade marcante porque nós buscamos alcançar a Deus Uno e Trino, a sua gloria, o seu louvor, o seu amor, por intercessão de Maria Santíssima.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A participação contínua.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Círio de Nossa Senhora de Nazaré convoca a todo o povo cristão, católico, a seguir Jesus Cristo na sua vida familiar, comunitária e social. Como batizados e batizadas são convidadas as pessoas a viver melhor os sacramentos da iniciação à vida cristã, do batismo, crisma e eucaristia. É preciso ressaltar a importância da participação das pessoas para que ela seja contínua, para que assim vivamos bem a vida comunitária, além da familiar, pontos fundamentais do Círio de Nazaré do qual somos convidados a vivenciá-los sempre mais.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">Acontecimento popular.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O povo vai as ruas participar do Círio der Nossa de Nazaré. Você falou do Círio uma lágrima, um sorriso são dados nos olhos, porque ele é vivenciado, assumido, amado. O Círio é essencialmente popular onde o povo se expressa de diversas formas a sua caminhada através dos pés descalços, pessoas levando algum tijolo na cabeça, pagando promessas, agradecendo graças, ou mesmo as pessoas se agarram na corda da berlinda. As ruas são tomadas pelo povo de Deus numa formidável participação popular porque ama a Maria, ama a Jesus Cristo.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">É algo inexplicável.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Círio é algo inexplicável pela alegria e amor manifestados pelas pessoas participantes que viajam de longe, fazendo sacrifícios, renúncias em vista do Círio. É a fé de um povo que vive a graça de Deus pelo Círio e a vida comunitária. O fato é que uma multidão se aglomera ao redor da berlinda de Nossa Senhora de Nazaré. O povo canta alegre por viver mais um círio: É círio outra vez. A palavra de Deus realiza-se no cântico de Nossa Senhora: “Todas as gerações, desde agora me chamarão bem-aventurada, porque o Poderoso fez por mim grandes coisas. Santo é o seu nome” (Lc 1,48b-49). O Círio é vivenciado por milhares de pessoas que buscam em Maria uma vida melhor em vista de sua ligação a Jesus, o seu Filho. Todas as graças vem de Deus Uno e Trino e Nossa Senhora nos ajuda com o Intercessor por excelência, Jesus Cristo a amar a todas as pessoas, sobretudo aquelas mais necessitadas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A ação e a espiritualidade andam juntas.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">A nossa vida de seguidores e de seguidoras de Jesus é uma relação profunda de fé e de ação pela Palavra de Deus, pela vida familiar, comunitária, social, pela eucaristia pão para a vida eterna. A ação e a espiritualidade no Círio andam juntas porque não é possível uma separação da fé e da ação na vida nossa e com as outras pessoas. Nós somos convidados a ouvir a Palavra de Deus e a praticá-la. “Bem-aventurados, antes os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam” (Lc 11,28). Jesus prima pelas atitudes de ouvir a sua Palavra e a sua prática. Maria foi a mulher, a serva que ouviu a Palavra do Senhor e a praticou (cfr. Lc 1, 38).</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Reino de Deus.</p><br />\n<p style=\"text-align: justify;\">O Reino é o fim maior do qual o Círio é proposto a cada ano na vida das pessoas seguidoras de Maria e de Jesus. O Reino cresce de uma forma grandiosa, como um grão de mostarda por ser a menor das sementes mas quando é lançada na terra torna-se uma grande hortaliça, uma grande árvore (cfr. Mt 13,31-32). O Reino de Deus se faz aqui e agora e um dia na eternidade. O Círio é a grande aglomeração popular do povo de Deus ao redor da berlinda de Nossa Senhora de Nazaré e de seu Filho Jesus Cristo para viver a graça da vida no mundo de hoje e um dia no próprio Reino, na vida eterna.</p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/10/download-4-413x600.jpg","data_hora":"2025-10-15 10:36","categoria":"Notícias da Diocese"},{"id":4455,"titulo":"Curso de Formação Permanente do Clero e das Irmãs Religiosas","descricao":"<p><a href=\"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/08/CCF_000360.pdf\">Curso de Formação Permanente do Clero e das Irmãs Religiosas</a></p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/08/CCF_000360-1-pdf.jpg","data_hora":"2025-08-08 10:06","categoria":"destaque"},{"id":4443,"titulo":"IV ENCONTRO REGIONAL DA PASTORAL DA EDUCAÇÃO DO REGIONAL NORTE 2","descricao":"<p>A Pastoral da Educação do Regional Norte 2 realiza, de 18 a 20 de julho no município de Marabá (PA), o ‘IV Encontro Regional da Pastoral da Educação e Jubileu da Educação da CNBB Norte 2’ com o objetivo de refletir sobre o tema “Educadores: Peregrinos de Esperança” que propõe a incentivar os educadores a renovarem seu compromisso de educar com a fé e coragem, promovendo esperança no ambiente educativo.</p><br />\n<p>Neste final de semana, dias 19 e 20 de julho, a chácara Diocesana de Marabá será espaço de escuta, partilha e formação para educadores e agentes de pastoral do Pará e Amapá. O encontro contará com a presença de Dom Vital Corbellini, nosso bispo diocesano e referencial para a Pastoral da Educação no Regional Norte 2, fortalecendo nossa missão de educar com fé, justiça e esperança.</p><br />\n<p><a href=\"https://cnbbn2.com.br/inscricoes-abertas-para-o-iv-encontro-regional-da-pastoral-da-educacao-do-regional-norte-2/\">https://cnbbn2.com.br/inscricoes-abertas-para-o-iv-encontro-regional-da-pastoral-da-educacao-do-regional-norte-2/</a></p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Capa-Site-2-300x169-1.jpg","data_hora":"2025-07-18 14:21","categoria":"destaque"},{"id":4432,"titulo":"PAPA LEÃO XIV ABENÇOA EDIÇÃO DIGITAL DO LIVRO SOBRE A COP30 E EDUCAÇÃO AMBIENTAL","descricao":"<p><a href=\"https://cnbbn2.com.br/papa-leao-xiv-abencoa-edicao-digital-do-livro-sobre-a-cop30-e-educacao-ambiental/\">https://cnbbn2.com.br/papa-leao-xiv-abencoa-edicao-digital-do-livro-sobre-a-cop30-e-educacao-ambiental/</a></p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Capa-Site-62-300x169-1.jpg","data_hora":"2025-07-11 15:31","categoria":"Notícias da Igreja"},{"id":4396,"titulo":"Multirão de Confissões","descricao":"<p>Paz de Cristo e o amor de Maria!</p><br />\n<p>Meus irmãos, estamos chegando próximo da QUARESMA, tempo de conversão e penitência. Como de costume faremos o mutirão de confissões em nossas respectivas paróquia</p><br />\n<p>Portanto, segue os dias para que os senhores padres possam escolher o dia mais propício para que a sua paróquia possa se organizar para tal momento:</p><br />\n<p>03/03 paróquia: Imaculada Conceição…<br /><br />\n04/03 Paróquia: São Sebastião <br /><br />\n05/03 Paróquia: Cristo Rei</p><br />\n<p>10/03 Paróquia: N. Sra. Perpétuo Socorro<br /><br />\n11/03 Paróquia: Nossa Senhora das Graças &#8211; Curionópolis <br /><br />\n12/03 Paróquia: Nossa Senhora Rainha da Paz</p><br />\n<p>17/03 Paróquia: N. Sra. de Nazaré <br /><br />\n18/03 Paróquia: *N. S. Das Dores &#8211; <br /><br />\n20/03 Paróquia: São Francisco</p><br />\n<p>Lembrando que cada paróquia deverá enviar previamente as possíveis informações sobre o local de encontro para o jantar e na sequência as confissões.</p><br />\n<p><br />\nMultirão de Confissões na Área Santo Antônio:</p><br />\n<p># 17/03 &#8211; Paróquia Santo Antônio &#8211; Santa Fé</p><br />\n<p># 18/03 &#8211; Paróquia Jesus Misericordioso &#8211; Distrito Cruzeiro do Sul</p><br />\n<p># 24/03 &#8211; Paróquia Santo Antônio &#8211; Itupiranga</p><br />\n<p>Convidamos a todos os nossos irmãos para este momento penitencial em nossas Paróquias. Para nos ajudar nesses dias.</p><br />\n<p>&nbsp;</p><br />\n<p>*MUTIRÃO DE CONFISSÕES* <br /><br />\nÁrea Nova Marabá</p><br />\n<p>🗓 23/03 – Segunda-feira<br /><br />\n📍 Paróquia Sagrado Coração de Jesus &#8211; Folha 28</p><br />\n<p>🗓 24/03 -Terça-feira<br /><br />\n📍 Catedral</p><br />\n<p>🗓 25/03 – Quarta-feira<br /><br />\n📍 Bom Pastor</p><br />\n<p>🗓 26/03 – Quinta-feira<br /><br />\n📍 Capelania Militar</p><br />\n<p>🗓 27/03 – Sexta-feira<br /><br />\n📍 Santuário Nossa Senhora de Nazaré &#8211; Fl 16</p><br />\n<p>🗓 31/03 – Terça-feira<br /><br />\n📍 Paróquia São José Operário &#8211; Km 07</p><br />\n<p>&nbsp;</p><br />\n<p>*MUTIRÃO DE CONFISSÕES*<br /><br />\nÁrea Jacundá</p><br />\n<p>🗓️ 13/3 Paróquia Santa Rita &#8211; Jacundá das 18h às 20h<br /><br />\n🗓️ 20/3 Paróquia São João Batista &#8211; Jacundá das 18h às 20h<br /><br />\n🗓️ 26/3 Paróquia de São Francisco de Assis &#8211; Nova Ipixuna às 17h<br /><br />\n🗓️ 27/3 Paróquia de Santa Maria &#8211; Goianésia do Pará às 17h</p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Confissao.jpeg","data_hora":"2025-06-18 16:18","categoria":"destaque"},{"id":4385,"titulo":"O Senhor, o Criador de tudo e a Campanha da Fraternidade 2025.","descricao":"<p style=\"text-align: right;\"><br />\nPor Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá , PA.</p><br />\n<p>Nós meditamos a Campanha da Fraternidade 2025 sobre a Ecologia Integral,<br /><br />\npelo fato de que todas as pessoas cuidem da Casa Comum, e sejam guardiões da mesma.<br /><br />\nO poder dado pelo Senhor ao ser humano é percebido como serviço, da vida que deve<br /><br />\nser levada adiante sem a depredação da biodiversidade, das coisas boas que o Senhor<br /><br />\ndeu para o bem da vida humana e à glória do Deus Criador. É importante meditar a<br /><br />\npalavra dos padres da Igreja a respeito do Senhor, de Deus como Criador de tudo e a<br /><br />\nrelação com a Campanha da Fraternidade deste ano 2025.<br /><br />\nO Senhor e Criador de tudo.<br /><br />\nA Carta a Diogneto escrita no século II afirmou a importância da doutrina cristã,<br /><br />\npois esta na sua concepção não era uma invenção humana, mas ela provinha do<br /><br />\nverdadeiro Senhor e Criador de tudo, o Deus invisível, que fez descer do céu, para o<br /><br />\nmeio dos seres humanos, a verdade, a palavra santa 1 , Jesus Cristo para o bem da<br /><br />\nhumanidade e a salvação do mundo. Deus Pai, no seu Filho criou tudo em vista de sua<br /><br />\nglória infinita.<br /><br />\nO enviado neste mundo: o artífice das coisas.<br /><br />\nO escrito da Carta a Diogneto continuou afirmando que o Senhor não mandou<br /><br />\npara os seres humanos algum de seus servos, ou um anjo, ou ainda algum dos príncipes<br /><br />\nque governam as coisas terrestres, mas o próprio artífice e Criador do universo, isto é,<br /><br />\nAquele que por meio do qual Ele criou os céus e através do qual encerrou o mar seus<br /><br />\nlimites (cfr. Jó 38,10) 2 , Jesus Cristo, o Salvador.<br /><br />\nOs elementos são guardados.<br /><br />\nA descrição que a Carta a Diogneto faz do Senhor e Criador de tudo diz respeito<br /><br />\nÀquele cujo mistério todos os elementos guardam de uma forma fiel, Àquele de cuja<br /><br />\nmão o sol recebeu as medidas que deve observar, em seu curso cotidiano; Àquele a<br /><br />\nquem a lua obedece, quando esta é chamada a luzir durante a noite 3 .<br /><br />\nA obediência dos elementos.<br /><br />\nO Senhor Deus Criador fez as estrelas que formam o séquito da lua em seu<br /><br />\npercurso. Ele ordenou a todas as coisas, do qual tudo foi delimitado e disposto: os céus<br /><br />\ne as coisas que existem nos céus, a terra e as coisas que existem na terra, o mar e as<br /><br />\ncoisas que existem no mar, o fogo, o ar. o abismo, aquilo que está no alto, o que existe<br /><br />\nno profundo e o que está no meio 4 . Tudo isto fez o Senhor para o bem da humanidade.</p><br />\n<p>1 Cfr. A Carta a Diogneto, 7,1-2. In: Padres Apologistas. São Paulo, Paulus, 1995, pg. 24.<br /><br />\n22 Cfr. Idem, 7,2, pg 24.<br /><br />\n3 Cfr. Ibidem, pg 24.<br /><br />\n4 Cfr. Ibidem, pgs. 24-25.</p><br />\n<p>Deus enviou o seu Filho.<br /><br />\nA vinda do Filho de Deus está ligada à reconciliação entre Deus e a criatura.<br /><br />\nAlguém poderia pensar esta vinda ligada à tirania ou para infundir nas coisas criadas<br /><br />\nmedo e prostração?! O Senhor enviou o seu Filho não para condenar o mundo, mas para<br /><br />\nque seja salvo por Ele (cfr. Jo 3,17) 5 .<br /><br />\nA árvore que dá fruto verdadeiro.<br /><br />\nA Carta a Diogneto colocou também a árvore verdadeira na qual a pessoa<br /><br />\nseguidora de Jesus é chamada a agarrar-se, que é o Senhor Jesus, porque produzirá a<br /><br />\npessoa muitos frutos agradáveis, nos quais a serpente enganadora não pode tocar, nem<br /><br />\nhaja mistura de engano, de falsidades, mas só a verdade que é o Senhor e onde haja a<br /><br />\nPáscoa do Senhor, a passagem da morte para a vida eterna 6 .<br /><br />\nO Deus Criador<br /><br />\nAtenágoras de Atenas, padre apologista do século II afirmou o Deus Criador é<br /><br />\num só, diante do politeísmo dos gregos e dos romanos. Ele criou todas as coisas e os<br /><br />\nseres humanos. O criado é semelhante aos seus modelos, mas o Incriado não se<br /><br />\nassemelha a nada, pois não foi feito por ninguém, nem para ninguém. O Deus Criador<br /><br />\ndo mundo está acima da criação e habita nas pessoas, nos povos que o amam de fato 7 .<br /><br />\nA fé em Deus Uno e Trino.<br /><br />\nAtenágoras escreveu a respeito da fé em um só Deus, Eterno, pelo qual tudo foi<br /><br />\nfeito através do Verbo que Dele vem, e pelo qual tudo foi ordenado e se conserva no<br /><br />\nUniverso e nas coisas. Desta forma há a unidade entre o Pai e o Filho e o Filho com o<br /><br />\nPai e também no Espírito Santo. Como todas as coisas procedem de Deus tudo foi feito<br /><br />\npor Deus Uno e Trino, de modo que era criado por natureza informe e a terra estava<br /><br />\ninerte 8 . Deus criou todas as coisas para o bem do ser humano e à gloria dele.</p><br />\n<p>5 Cfr. Ibidem, 7,3, pg. 25.<br /><br />\n6 Cfr. Ibidem, 12, 8, pg. 30.<br /><br />\n7 Cfr. Atenágoras de Atenas. Petição em favor dos cristãos, 88. In: Idem, pgs. 128-129.<br /><br />\n8 Cfr. Idem, pg. 131.</p><br />\n","imagem":"https://diocesedemaraba.com.br/wp-content/uploads/2025/02/carrossel-cartaz-2-480x600.png","data_hora":"2025-05-12 14:52","categoria":null}],"qtd_noticias":"499","missas":{"1":[],"2":[],"3":[],"4":[],"5":[],"6":[],"7":[]},"qtd_eventos":"181","contato":{"endereco":"-","telefone":"","celular":"","email":"contato@diocesedemaraba.com.br","facebook":"https://www.facebook.com/","instagram":"76","twitter":false,"youtube":false}}}